Louisiana fracking Texas & Fort Worth

O AR SOBRE TEXAS

A região de Dallas e Fort Worth foi o lugar onde tudo começou.

Dr. Al Armendariz; especialista da qualidade do ar e investigador na Sourthern Methodist University.

Forth Worth tem à volta de 10 mil poços, a Comissão do Texas não faz ideia de quantos são.

Ele quis saber o que o setor do gás e petróleo estava a esconder. Uma das razões era porque o estado tinha admitido que não sabia qual era o grau de emissão. Inventaram uns números, então fomos investigar.

Hoje sabemos que a emissão do setor do fracking ultrapassam as emissões de todos os veículos de Dallas e Fort Worth. Se formos analisar os últimos inventários das emissões dos carros, camiões, carrinhas e motos veremos que serão de 200 toneladas por dia que formam ozono e partículas finas. Se formos a analisar o inventário produzido pelo Dr. Armendariz e Arnold Fesspont sobre o setor do gás em Fort Worth são 200 toneladas por dia. As plataformas usam diesel, algumas 3,000 litros por dia. Mas não é só isso, os tanques de condensação libertavam algo, através de uma câmara de infravermelhos que identifica os hidrocarbonetos apontada ao topo pode-se ver os fumos tóxicos a sair. O que são? Soube pelo Mayor de Dish, a cidade recebeu o nome em troca da rede via satélite gratuita por 10 anos, são 150 habitantes. Na vila passam 10 gasodutos, que transportam biliões de litros de gás, cerca de 280 biliões de litros, todos os dias. Nos locais onde se cruzam os gasodutos existem estações de compressão.

São motores de turbinas que comprimem o gás para o gasoduto, os gasodutos são projetados com um exaustor que liberta gás no ar. As corporações dizem que o gás vai direto para o espaço, que não existe problema.

Mas o problema é que existe uma nuvem por cima de uma das subdivisões, que alertou os residentes de Dish. O mayor pediu as próprias analises. Os resultados? Os mesmos que há nos panfletos cedidos pela Sociedade contra o Cancro. O estudo revelou níveis críticos e elevados de substâncias cancerígenas conhecidas como neurotoxinas. O benzeno ultrapassa em 55 vezes os padrões de segurança, o dissulfeto de carbono ultrapassa em 107 vezes, valores que vão afetar a comunidade por um longo período de tempo. Um dos problemas da Lei do Ar Limpo no Texas é que ela foca-se nas fontes maiores e individuais. È preciso vigiar, cuidar dos problemas agora, não é esperar 10 anos, senão será complicado.

LOUISIANA

Quais serão os impactos na água?

Wilma Subra; química. Esta área esta contaminada com metais como o bário, que é o principal componente dos fluidos para extração. Também existe a presença de arsénio, cádmio, cromo e chumbo. Pessoas que ingeriam muita água por dia ficaram contaminadas com arsénio.

O Luisiana e Golfo do México recebem resíduos de petróleo e gás há 60 anos. Um terço de todo o gás natural dos EUA passa pelo canal de Harriet. Daqui o país tira os subprodutos e os descarta no oceano, esperando que não voltem. Mas os temporais trouxeram-nos de volta. Foi os sedimentos acumulados nos corpos hidrográficos, décadas de descarte. Esta acumulação criou uma contaminação permanente no Louisiana.

Telefonema do laboratório que analisou o frasco de liquido amarelado que revelou alguns segredos. Bário e estrôncio são lamas de extração, lubrificam a broca. Os níveis de ferro, cloreto e de condutividade estavam muito altos. Com água destilada pura a condutividade é zero, mas nas analises o nível era de 32,800. Mas a parte mais assustadora do teste foram Nitrogénio, Kjeldahl Total e MBAS ou substância ativa do azul de metileno.

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