Arquivo da categoria: SISMOS E FRACKING

Seismic ( onda sísmica). Tremores de terra, Barreiro e gás natural…

Os tremores de terra acompanham as fracturas hidráulicas necessárias à extracção de gás natural não convencional. Em Portugal essa é a técnica a ser utilizada neste novo tipo de extracção de energias fosseis. O Fracking ( fractura hidráulica) é acompanhado com problemas sísmicos. No Barreiro pouco se sabe, sendo que é uma zona rodeada por placas sísmicas e com investigações que provam que algumas estão activas. Nos EUA, os tremores de terra provocados por fracking estão em tribunal. Localidades começam a ver réplicas de sismos e tremores de terra a serem comuns e cada vez mais intensos.

Poderá acontecer o mesmo com as explorações para gás e petróleo na zona do Barreiro e Setúbal?

O documento  que partilhamos, e que foi apresentado em Lisboa no ano 2012,  mostra um estudo universitário sobre as placas da região e  o perigo de novos terramotos como o que abalou Lisboa em  1755.

Documento original:  WCEE2012

Abaixo uns excertos:

“Melhorar o conhecimento sobre as fontes Seismogenic no Lower Valley para Seismic Hazard Purpose.”

Identificar as fontes

“A Lower Tagus Valley, que inclui a área metropolitana de Lisboa, tem sido atingida por vários terramotos que produziram algum dano material e perda de vidas. A sua localização exacta continua desconhecida.”

“Foram identificadas e grandes zonas de falhas que afectam  o Neogene: Vila Franca de Xira, Alcochete e Pinhal Novo. Sugestões apontam para que a primeira falha esteja activa. As outras duas podem ser ligadas a vários epicentros. Relações impiricas entre máximo momento de magnitude  a áreas de falha indica que Mw > 6.5 de tremores de terra podem ser esperados para estruturas maiores.”

“Vários autores utilizaram dados reflexão sísmica  disponíveis adquiridos para a industria do petróleo entre 1954 e 1982 que cobre parcialmente a zona de estudo.”

“Novas falhas, previamente desconhecidas, foram identificadas, algumas das quais podem ser associadas com vários epicentros.”

“Como consequência do setting tecnonico, Portugal espera movimento sísmico  moderado, caracterizado por pequenos eventos ( M<5.0) e ocasionalmente terramotos moderados ou muito grandes, como o de Lisboa em 1755.

“A falha de Porto Alto têm provavelmente uma estrutura activa, que é uma provável bifurcação da falha de Pinhal Novo – Setúbal e a falha  de Vila Franca de Xira.”

 

Fracking a Tremer. ( sismos provocados pela injeção de fluidos resultantes da extração de gás natural)

O ULTIMO ESCANDALO DO FRACKING?  SISMOS!!!

Afinal quando uma industria bem regulada injeta água pressurizada em falhas, as coisas podem correr terrivelmente mal.

Em 2011, Joe e Mary Reneu estavam em casa, localizada a 50 milhas de Oklahoma City. Joe Serviu no Vietnam.

Uma noite quando iam dormir, ouve um “ tremendo estrondo, como a queda de um avião no nosso quintal” diz Joe. “ O pó levantava e viam a casa a abanar. “ O vidro da casa de banho explodiu como se alguém tivesse disparado contra ele” disse Joe. A fundação da casa desceu 2 cm. Mas o mais assustador foi o que descobriram na sala, a chaminé tinha caído no meio da sala. O tremor de terra registou uma magnitude 5.6- a maior já registada em Oklahoma – com o epicentro a menos de 2 milhas da casa. Feriu duas pessoas, destruiu 14 casas, provocou derrocadas, fechou escolas e foi sentido em 17 estados. Foi precedido de um de 4.7 na manha anterior e seguido por outro de 4.7 depois do choque.

O tremor de terra abismou os sismologistas. O unico culpado possivel era a falha Wilzetta, uma fenda de 320 milhões de anos entre Praga e Meeker. “ Mas a Wilzetta era uma falha morta, ninguém se preocupava com ela” diz Katie Keranen, professora assistente de geofísica. Ela mostrou uma fissura aberta pelo sismo que atravessava a estrada. A the United States Geological Survey mantém uma base de dados sobre as zonas de risco de sismos. Sobre a Wilzetta diz “ Zero probalidade de tremores de terra. Esta falha assemelha-se a um vulcão extinto”.

Keranene queria saber porque acordou violentamente Wilzetta. Uniu-se a cientistas e instalaram sismógrafos em volta de Prague. Ela diz “ temos esta imagem maravilhosa da falha.” Dentro de uma semana a sua equipa e outros cientistas colocaram 25 aparelhos na zona da falha. O estudo completo publicado no jornal Geology, diz que os terramotos de Oklahoma foram provocados pela injeção subterrânea de água tóxica da técnica utilizada para separar o petróleo dos resíduos, para permitir a constante extração do mesmo para a supreficie”.

A Wilzwtta era uma falha morta com a qual ninguém se preocupava”. Depois vieram as perfurações. E também uma onda de sismos.

Tal atividade sísmica não é normal. Entre 1972 e 2008 foram registados poucos sismos em Oklahoma. Em 2008, não foram mais de uma dúzia, em 2009 ocorreram quase 50. Em 2010, o numero explodiu para mais de 1000. Estão a acontecer em terrenos que não era suposto moverem-se. Os tremores estão ligados à injeção de fluidos em fendas e poços. Alguns devido à injeção de desperdícios da separação das operações de hidraulic fracturing.

O impacto das energias fosseis não são segredo, mas até agora esta curta lista de energias sujas nunca incluíram a água. Juntos a produção de gás e petróleo geram cerca de 878 biliões de galons de água contaminada anualmente. Mais de um terço é injetado em poços. Com a produção de gás natural a crescer – aumentou 26% desde 2007, porque se tornou economicamente viável retirar gás dos depósitos de rocha – e práticas não convencionais como separar o gás dos detritos e petróleo para fins domésticos, espera-se o aumento das águas residuais. Mas na realidade ninguém conhece quanto impacto tem toda esta água nas faltas, ou quanto grande serão os sismos. No oeste pequenos sismos não causam muitos danos, devido às formações rochosas – bloqueada por rocha nova. Sismos induzidos, no entanto, estão a acontecer primeiramente em locais planos, em rocha mais rígida, tornando-os mais destrutivos.

Neste ponto a industria esta a fazer o seu melhor para evitar discussão publica. A Society of Petroleum Engineers, reconhece que o assunto é sério ao dedicar pela primeira vez um encontro sobre “injection induced seismicity.” Amy Chao coordenadora do SPE, disse “ Aprecio o interesse mas a imprensa não é autorizada a participar”. Pedidos para falar com geologistas implicados nos sismos auto criados são ignorados. Consegui falar com Jean Antonides, vice presidente da exploração em New Dominion, que opera um dos poços perto da falha Wilzetta. Ele informou que as pessoas que dizem saber as verdadeiras causas dos sismos em Oklahoma estão “ou a mentir na cara ou a fazerem de idiotas.”

No entanto, existe uma crescente preocupação entre os oficiais. Depois de alguns sismos estarem ligados a poços de injeção no norte do Arkansas, a States Oil and Gas comission liberou um moratorium sobre as águas depositadas subterrâneamente dentro de um quadrado de 1,000 milhas numa area em redor das cidades de Guy e Greenbrier e  requereu estudos sísmicos na area da Fayetteville Shale. Residentes afetados entraram com um processo contra a Chesapeake Energy e a BHP Biliton Petroleum – a primeira onde uma companhia petrolífera é acusada de provocar sismos.

Depois de um poço de injeção ter sido ligado a sismos em Yuongstown, Ohio, o governador Jonh Kasick deu uma ordem executiva requerendo aos operadores estudos sísmicos antes do estado autorizar poços. Até agora só o Ohio, nenhum outro estado ou governo federal requer algum estudo sísmico para todos os poços de injeção.

Isso preocupa os cientistas: “ Ninguém está a falar sobre isto.” diz william Ellsworth, um proeminente geofisico que publicou mais de 100 trabalhos sobre tremores de terra.

A EPA Classifica e Regula

Poços de injeção subterrânea – alguns 700.000 e a contar. Existem 6 categorias.

  • A classe VI– os poços que sequestram dióxido de carbono,
  • Classe V– armazenam fluidos nonhazardous,
  • Classe IV– lixo nuclear
  • Na classe III– são utilizadas para sal, uranium, cobre e sulfur;
  • Classe II– Água tóxica derivada das operações de petróleo e gás são injetadas tipicamente sobre pressão
  • Classe I —Químicos industriais  .

Existem pelo menos 155,000 poços classe 2 nos EUA. Destes 80% estão envolvidos na recuperação de hidrocarbonetos, predominantemente através de higrofraking, uma técnica desenvolvida pela Halliburton. Fluido do fracking – água com lubrificantes, desinfetantes e outros compostos – é bombeada com altas pressões. Eventualmente, o fluido volta, à superfície. O fluido de volta, agora tem gás natural, que é recolhido, e os resíduos são bombeados de volta para o poço.

O processo de extração em si geralmente não produz sismos. Isto deve-se a algo conhecido como Pore Pressure, uma medida de quanto stress uma descarga de fluidos na rocha provoca. O objetivo do fracking é rapidamente aumentar a pressão até criar fissuras na rocha que libertem o gás. Raramente a pressão é suficiente num poço de fracking para causar sismos que possa ser sentido.

Com o Boom do petróleo e gás a baterem recordes de água tóxica, os poços estão lotados de água tóxicas. Podem aguentar meses, passeando por falhas desconhecidas e partir a rocha o suficiente para provocar um sismo.

Acontece que quando uma industria mal regulada injeta água tóxica sob pressão em falhas sísmicas, as coisas podem correr muito mal.

Vulções de gás natural! ( Zona económica Portuguesa)?

Vulcões de lama com potencial para exploração energética.

Fala-se muito de energias renováveis, sustentáveis e equilibradas ecologicamente. Mas as apostas das corporações, os apoios da UE e a necessidade das universidades continuam a ser em energias fosseis com interesse económico e não cientificamente preocupado com as condições de vida natural do ecossistema em redor dos locais de exploração.

indexPortugal desde 2007 está publicamente marcado como zona de fornecimento de gás natural e petróleo, os cientistas gostam porque tem subsídios, os economistas e políticos apoiam porque lhe dá poder, as corporações investem porque querem rendimento, o povo paga em dinheiro , saúde e nas condições de vida.

Vulcões de lama com hidratos de gás, com potencial para a exploração energética, foram descobertos ao largo da costa portuguesa, entre os Açores e Gibraltar, anunciou a Universidade de Aveiro. Situados a 180 km a sudoeste do Cabo São Vicente e a uma profundidade de 4.500 metros numa extensão de 15 km, os cientistas dizem “ser uma possível, e muito importante, fonte de energia” do futuro. E que a descoberta pode se prolongar para oeste e obter uma extensão maior que aquela que os investigadores já conhecem.

Os vulcões foram encontrados por uma equipa luso-germânica , abordo do navio oceanográfico “Meteor”, participaram os investigadores Vítor Hugo Magalhães, Marina Cunha e Ana Hilário, da universidade de Aveiro. A expedição foi realizada no âmbito do projeto SWIMGLO, uma parceria com a UA, Instituto Português do Mar e da Atmosfera, Faculdade de Ciências de Lisboa e o instituto alemão GEOMAR, inserido no programa Helmholtz, e no âmbito do programa Europeu MVSEIS.

Luís Pinheiro, coordenador do projeto de investigação, da Universidade de Aveiro diz “ O facto de encontramos gás ao longo da zona de falha dos Açores-Gibraltar, alarga muito a nossa expetativa de encontrar mais depósitos nessa área”

Luís Pinheiro tem-se dedicado desde 1999 à descoberta de vulcões de lama na margem sul portuguesa e no Golfo de Cádis.

Segundo explica, os hidratos de gás, que formam uma estrutura cristalina entre moléculas de metano e moléculas de água “são um potencial recurso energético futuro porque 1cm3 de hidratos liberta por dissociação cerca de 160 cm3 cúbicos de gás natural. Luís Pinheiro esclarece que a tecnologia para os explorar “está ainda em desenvolvimento, mas caminha no sentido de um dia permitir que os hidratos possam ser explorados tal como se faz hoje com o gás natural.

O sistema de falhas estudado foi originado pela convergência entre placas tectónica africana e euroasiática nos últimos milhões de anos, vai dos Açores até Gibraltar e continua pelo mediterrâneo , mas pensávamos que só no Prisma Acrecionário do Golfo de Cádis é que estava o grosso dos vulcões de lama e das estruturas de escape de fluidos ricos em hidrocarbonetos. O próximo passo é “fazer trabalhos detalhados nessas zonas, explorá-las melhor para ver se existem ou não hidratos e ocorrências de gás em quantidades exploráveis”.

Lembrar que a Zona do Algarve já esta marcada para exploração de gás natural off shore:

NA TERRA E NO MAR

Além da Mohave, cujo negócio é descobrir petróleo – assim que o encontra, vende-o -, outras empresas petrolíferas acreditam no potencial de Portugal para a produção comercial: a Galp, a Partex, a espanhola Repsol, a brasileira Petrobras, e a alemã RWE. Mas estas procuram no mar. O consórcio Petrobras/Galp/Partex tem quatro concessões (blocos) na bacia de Peniche. O da Petrobras/Galp tem três concessões na bacia do Alentejo. O da Repsol/RWE tem duas concessões na bacia do Algarve. Ou seja, em Portugal, neste momento, está a fazer-se pesquisa e prospeção em alguns blocos de quatro bacias sedimentares – Lusitânica, Peniche, Alentejo e Algarve.”

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Amêijoas gigantes nas profundezas

Marina Cunha, investigadora da UA, identificou junto dos vulcões “alguns animais quimiossintéticos (sem energia solar utilizam o metano que exala dos vulcões como fonte de energia), alguns dos quais já conhecidos dos vulcões mais profundos do golfo de Cádis.

“São com amêijoas gigantes. Pensamos tratar-se da mesma espécie que existe ao largo de Angola em zonas quimiossintéticas encontradas próximas de reservas de petróleo e de gás”, explica a bióloga.

Marina Cunha também trouxe ainda provas da existência de campos de Frenulata, vermes que estão ligados ao escape de fluídos junto dos vulcões de lama. “A densidade destas comunidades levam-nos a crer que a zona seja particularmente ativa em termos de emissões de gás.”

FRACKING E TREMORES DE TERRA

Fracking pode causar tremores de terra, mas também a extracção de petróleo e gás natural.

Novo relatório de atividade sísmica relacionada com a tecnologia para energias

 Geólogos e políticos têm tido várias discussões ao longo de anos sobre se a tecnologia Hidraulic Fracturing em rocha para libertar gás natural pode provocar tremores de terra. Finalmente um estudo compreensivo que foi lançado hoje pela Nacional Research Council assentou a questão: Sim, o fracking pode causar tremores de terra. O número de tremores de terra ligados ao fracking é muito pequeno, no entanto; muitos outros tremores estão ligados ao petróleo convencional e extracção de gás natural.

Mais, o maior risco de tremores de terra devido ao fracking não vem da perfuração da rocha ou quebra-la com água pasteurizada e químicos. Pelo contrário, advém da injeção de água toxica dessas operações de volta para as rochas ou noutras formações á disposição, em vez de a armazenar em tanques ou lagos abertos na superfície. Em Janeiro, a injeção de água toxica foi responsável por tremores de terra que ocorreram em Yougstown, Ohio, por duas vezes com 2.7 e 4.0 na escala de Richter respétivamente. A injeção de água toxica também é comum no petróleo convencional e gás.

O National Research Council, no seu relatório, “Induced Seismicity Potencial in Energy Technologies”, documentos associados a tremores de terra em toda a tecnologia de energias no sub- solo.

No entanto, não determina nenhum tipo de “ponto” no qual podem ocorrer.

Associa um número de tremores de terra com poços convencionais de petróleo e gás, mais quando esses poços são drenados e voltados a encher com água injetada ou gás para forçar o restante combustível a sair, hard-to-get. O relatório também liga tremores de terra á energia geotermal e a chamada Enhanced geothermal.

“As duas técnicas com mais atividade sísmica são sequestro de carbono e injeção de água toxica”, diz Murray Hitzman, professor de geologia económica. As duas técnicas aumentam a pressão na superfície por longas áreas, por isso existe uma grande chance de passar numa falha sísmica, que pode levar a um terramoto, diz Hitzman.

O relatório nota que enhanced geothermal pode também criar desequilíbrios. Em anos recentes vários pequenos tremores foram ligados a operações geothermal operations, incluindo a magnitude de 3.4 Templor em Basel, Suiça, e outros mais pequenos perto das operações conhecidas como The Geysers em Santa Rosa, Calif.

O trabalho do comité foi motivado por agências do estado e federais que regulam vários aspetos do trabalho de injeção no sub solo, que parece ter pouca informação para se combater. Mais problemático, é que encontrou, que para estabelecer a “melhor prática” para minimizar os riscos de tremores de terra existentes devido a qualquer energia, torna difícil para os legisladores estabelecer regras sensíveis.  O comité recomenda que o trabalho das corporações de energia a trabalhar com os Department of Energy para estabelecer todos os indicadores porque a extração no subsolo de energia ocorram no futuro.

Retirado de : Scientific American

 

SISMOS E GAS FRACKING

O fracking causa tremores de Terra?

A pouco mais de uma década apareceu o “ slick – water fracks”. Que iniciou os grandes problemas ao nível de contaminação das águas, devido aos químicos utilizados nas misturas para provocar as fraturas. Hoje as comunidades têm de começar a pensar sobre a possibilidade de que também provoca tremores de terra.

Relatórios oficiais submetidos para a  EPA pelo grupo ambientalista  Natural Resources Defense Council pede á EPA para “olhar para o potencial do fracking provocar tremores de terra”. Em 2009, o Wall Street Journal chamou aos tremores de terra “o grande problema da indústria do gás natural”

Texas Barnett Shale

No Texas, o campo Barnett tem cerca de 14,000 poços de gás natural e pelo menos 200 poços para as aguas e resíduos contaminados. Nos anos recentes, uma serie de pequenos tremores de terra foram sentidos em várias zonas do Texas. O  Fort Worth Business declarou: “é claro que os incidentes tem aumentado com o aumento de produção nas ultimas décadas”.

 John Ferguson, professor de geociência na Universidade do Texas, disse: “o processo de extração de gás afeta a pressão interior na terra, o que é o tipo de coisa que perto duma falha, provoca tremores de terra.”

Em Agosto de 2009, investigadores da Southern Methodist University, disseram que resultados preliminares do seu estudo mostra “possíveis ligações” entre poços de injeção e pequenos tremores de terra em Dallas.

Tremores de terra em Arkansas

Desde Outubro de 2010, a cidade de  Guy, em Arkansas tem experimentado centenas de pequenos tremores de terra, algumas das vezes a um ritmo de 3 ou 4 por minuto. Investigadores do ( AGS) Arkansas Geolical  Survey tem investigado estes tremores, dos quais o maior foi de 4.0 de magnitude e mais recentemente um de 4.3, em Fev. de 2011

Nos últimos 6 anos, perto de 3,700 poços de gás natural foram furados para fracking, a maioria numa área onde a cidade de Guy fica no centro. Existem pelo menos 6 poços para resíduos a menos de 500 milhas em volta da cidade. A imprensa local relata que o número de tremores de terra no Arkansas em 2010, mais de 600, quase iguala todos os tremores de terra no Arkansas nos últimos 100 anos.

Em Outubro o website  Arkansas for Gas Drilling Accountability disse: “ temos agora um total de 100 tremores de terra em Outubro. Pensem bem. Fracking causa tremores de terra… tremores de terra podem danificar estorturas de cimento… estorturas de cimento são a linha da frente para nos proteger da poluição da água pelos fluidos do fracking.”

Em fev.  Scott Ausbrooks da AGS disse á AOL News que os tremores de terra “estão a ficar mais fortes” e que ele consegue ver uma “ligação direta” com os poços de injeção.

Mais tremores de terra

No estado de Nova York, centenas de poços estão a ser planeados, incluindo em áreas urbanas.

“ Já existem perfurações em todo o estado de Buffalo”, diz a ativista Pat Carson. “ Tem havido um aumento estável de tremores de terra no estado de N.Y. desde que começaram as perfurações. A indústria planeia perfurar ao longo do  Lake Erie, onde existe uma grande falha.” Se eles a “acordam” pode ser uma catástrofe para toda a região.

A advogada e ativista  Rachel Treichler esta a trabalhar na oposição aos poços para líquidos tóxicos planeados para  Finger Lakes. “ Tivemos 2 tremores de terra associados com poços para desperdícios”, disse ela.

“Nenhuma comunidade é um local próprio para injeções profundas de resíduos tóxicos”. Existem demasiados relatórios sobre contaminação e tremores de terra derivado a este tipo de poços”. Disse.

Em, Fevereiro de 2011, Buffalo City Council baniu o gas fracking e a descarga de aguas toxicas nos limites da cidade e está a alarmar outras cidades para fazer o mesmo.

Oklahoma tem sido atingida por uma serie de terramotos desde Outubro de 2010, incluindo um de 5.1 o segundo maior da história do estado.

Em West Virginia, parte do campo  Marcellus Shale, têm sentido vários tremores de terra desde 2010. Martin Chapman, director da  Virginia Tech Seismic Observatory disse “ Aqui há gato” mais “e tenho fortes suspeitas que esta associado ao gas fracking”. “ alguns geólogos suspeitam que as altas pressões e as aguas residuais lubrificam velhas falhas, permitindo que escorreguem e criem pequenos tremores de terra.

Indução sísmica

Em Maio de 2009, o geólogo de Calvary, Jack Century, presidente da  J.R. Century Petroleum Consultants ltd, deu um seminário sobre indução sísmica induzida pelo homem.

Century está na indústria á décadas, disse que “principalmente, é a injeção de água, mas também é a produção de petróleo e gás que estão a sobrecarregar as falhas na terra”. “Quantidades massivas de líquidos mudam a pressão onde estão as falhas o que as faz mover”. Diz depois de começar atividade sísmica, não pode ser desligada.

O Dr. David Oppenheimer, um sismologista disse: “que o fracking pode certamente gerar tremores de terra, porque é assim que as fraturas são feitas. Dr. Cristian Klose geóloga, investigadora cientifica na Columbia

University disse “o risco de tremores e terra são intensificados pelo hydrofracking.

Dr. Klose também aponta o sistema  CCS (carbon capture and storage) como possível causa de sismos. Disse

“ Enquanto as ondas sísmicas desses tremores de terra podem não ameaçar o publico diretamente, pequenos sismos profundos podem ameaçar a integridade dos reservatórios de C02 que se espera que resistam por 100 a 1000 anos.

Reputação perturbada

A reputação do gas shale como fonte de energia fóssil limpa que poderia durar por um século ou mais, esta rapidamente em queda.  Abrahm Lustgarten disse que uma nova investigação pela EPA mostra que as emissões de gases efeito de estufa do fracking é “quase 9.000 mais elevado que previamente calculado” porque o metano associado ao ciclo de vida da produção de gás. VÊ:  “Methane: Integrity versus Integrity  Management,” Watershed Sentinel, September-October 2010.]

A perfuração e o fracking poe em perigo os lençóis de água, acaba com rios e lagos, e ameaça com terramotos todo por um bom lucro das corporações, que depois deixa as consequências com os cidadãos locais.

 Andrew Gould, CEO da  Schlumberger, disse que a industria de produção de gas natural por fracking é caracterizada pela “força bruta e ignorância” .