Petroquimica e Portugal a Saldo!!!

Como se vende Portugal à industria petrolífera!

Abaixo excertos de uma apresentação ( original: icep – petrochemical-chemical-industry) para a industria petrolífera, para investimento na exploração, tratamento, transformação de petróleo e derivados.

Mais uma vez dá jeito a Crise. Para quem é construído Portugal?

AICEP Portugal Global

Industria química e petroquímica, 2013

Portugal oportunidade de negócio. Porque escolher Portugal?

 Qualidade de força laboral

  • Lei flexível de horário de trabalho, alto nível de educação, alta disponibilidade, parcerias com instituições dos EUA.
  • Industria química e petroquímica.
  • A industria tem sido recentemente muito dinâmica com novas expansões e novas fábricas.
  • Em Portugal a industria têm dois clusters.

Locais:

Em Matosinhos, Estarreja. Com uma área total de 54 ha de química e petroquímica e 290 ha de refinaria.

Têm 2 portos ( Leixões e Aveiro). Ligações auto estrada para todas as grandes cidades em Portugal e Espanha (A1, A29, A25). Ligações ferroviárias a nível nacional.

 Sines. área total 244 ha petroquímica e químicos e 345 ha de refinaria. Ligação á auto estrada A25. Ligações ferroviárias a nível nacional.

 Em Sines operam a Galp, maior refinaria nacional.

A Repsol; Steam Cracker, Polyethylene HD/LD.

A EDP; produção de energia

A Air Liquide; gases industriais.

A Artlant; PET para a industria de alimentação

A Artélia Ambiente; Capex.

Também a Evonik, industries.

A Sonae Industria.

A Recipneu.

 Porque investir em Sines?

Terra disponível: maior terreno industrial disponível na península Ibérica ( 2,000 ha).

Preços competitivos: excelente condições para terra, propriedade e utilidade.

 Cluster petroquímica: synergia com empresas locais – integração de logística e actividade industrial

Utilidades: eletricidade, gás natural ( Sines é o ponto de entrada para o LNG), água e desperdícios líquidos ( agua contaminada)

 Em Matosinhos/Estarreja

O complexo cobre uma área aproximada de 400 hectares. Está ligado ao terminal de petroleiros do porto de Leixões, por um oleoduto de 2 km. A refinaria interconecta várias unidades de processamento. No complexo processam-se produtos aromáticos, importante material para a industria petroquímica, de plásticos, têxtil, fertilizantes, borracha, tinta e solventes. Isto nas mãos da Galp.

A DOW, uma multinacional americana, estabelecida em 1979, produz isocyanates.

A Air Liquide, estabelicida em 1989, multinacional francesa propduz em Estarreja monoxido de carbono, oxygénio, nitrogénio, hidrógenio e argon.

A CUF. A maior empresa química portuguesa: aniline, mononitrobenzene, nitric acid, cholor-alkali e fretelizantes. Em Estarreja desde 1950

A ShinEtsu, empresa japonesa que produz polyvinyl chloride. Foi a primeira joint venture japonesa  na Europa. Em Estarreja desde 1960.

 Porque investir em Estarreja?

O modelo: o projeto industrial inclui um Eco-park focado no desenvolvimento sustentável e um parque de químicos.

Força laboral disponível: universidades prestigiadas na área; Aveiro ( 20km) e Porto ( 50km)

Cluster quimico: Synergias com empresas locais – integração de logística e atividade industrial

Portos marítimos de Aveiro e Leixões (Porto). 2 auto estradas nacionais a 3 km. Ligação á rede ferroviária nacional.

As principais identidades para a industria química e petroquímica são:

Apequimica. AIPQR. Cefic. Pòlo de competitividade e tecnologia das industrias de refinação, petroquímica e química industrial.

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