SEMENTE ERRADA (PARTE 1) – Má Semente Não Pode Dar Bons Frutos

SEMENTE ERRADA- Parte 1

MÁ SEMENTE NÃO PODE DAR BONS FRUTOS!

Mais uma vez a sociedade humana precisa de alterar radicalmente o seu modo de vida, e mais uma vez as necessidades reais de mudanças são manipuladas e assumidas por um grupo de decisores, representantes, legisladores diretamente interessados em manter o progresso e o “desenvolvimento social” e não uma real sustentabilidade igualitária horizontalmente decidida e implementada pelos mais afectados.

O movimento ambientalista desde o seu aparecimento no Ocidente não têm conseguido parar os desastres ambientais, nem novas formas de o piorar, que têm crescido, e que de década para década se tornam mais fatalistas nos relatórios da FAO, Nações Unidas, Banco Mundial, e das próprias ONG’s ambientalistas internacionais que dirigem toda a propaganda politica, económica e da energia verde ao nível global e local através de programas politico-socio-ambientais como por exemplo programas ambientais 2020. Todos os documentos e direito de resposta aos mesmos são escolhidos por um grupo restrito que escolhe os tópicos, os problemas a combater e onde vão ser investidos os dinheiros e seu retorno (raiz de uma campanha “realista e com os pé na terra”) – economia verde- que muito debate tem criado no mundo científico, principalmente por falta de confirmação científica dos dados e mesmo acusações de alteração de dados que levam às decisões politicas ao nível ambiental, como por exemplo o CO2 como principal causador das alterações climáticas e principal responsável pelo aquecimento global. A ciência baseia-se em teorias e confirmação dos dados, mas infelizmente as teorias tem sido postas em prática sem os devidos testes necessários e muitos cientistas defendem que todo o alarmismo em volta do CO2 é exagerado e alterado para fins políticos e econômicos, deixando de fora outros factores mais relevantes para as alterações climáticas, como o ordenamento de território e construção.

Porque deve o cidadão ou habitante comum se preocupar com isto?

Sem dúvida que a sociedade humana terá de resolver o problema do impacto do nosso modo de vida nos próximos anos no ecossistema onde sobrevivemos naturalmente. Não será a primeira e agora será só um passo, mais terão de ser dados. Nunca como antes a informação permite que a população aja por si com conhecimento de fundo sobre os problemas que enfrenta, directamente ou exigindo a quem optou por seguir representantes que os oiça e faça por eles. O equilíbrio ambiental está cada vez mais deteriorado e isto afeta-nos economicamente, socialmente, no bem-estar e na saúde física e mental. Muitas famílias e corporações aperceberam-se dos problemas que criaram, e dos problemas que virão para as gerações futuras e mais uma vez se preparam não para nos ajudar mas sim para se ajudar ao aproveitar o problema para manter o seu império, os seus bancos o seu poder sobre as decisões que nos dizem respeito a todos.

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Como se utilizada a defesa da natureza para controlo social?

De onde vem o inimigo comum conhecido como CO2, Aquecimento Global, Esgotamento de Recursos, Excesso de população?

O mais directo possível é que veio da mesma mentalidade que iniciou os movimentos de conservação, e dos parques nacionais nos EUA e Europa e suas colónias: Superioridade! Mas no mundo tecnológico onde a ciência é a superioridade nada é tão simples.

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Depois dos anos 60, para as massas, nada foi Igual!

Em 1972 o Clube de Roma lança o livro “The Limits to Grow” que assentava em 5 sementes do problema:

  • Esgotamento de Recursos – Consumo de recursos naturais mais rápido do que pode ser restabelecido. Divididos entre renováveis e não renováveis.
  • Produção alimentar
  • Industrialização
  • Poluição
  • População Mundial

A industrialização levou ao aumento da população mundial, que necessitou de mais produção para a alimentar e para entregar produtos para melhorar o bem-estar do cidadão, o que nos invade com mais poluição. É a produção que está a desequilibrar o ambiente, não o nr de pessoas.

O Clube de Roma é conselheiro das Nações Unidas, constituído por cientistas e académicos que utilizaram modelação computorizada com dados calculados para um período de 100 anos para dar a conhecer que se a população (e não a industrialização) continuasse a crescer a este ritmo, ficaríamos sem recursos.

“Na procura de um inimigo que nos una chegámos á ideia que o aquecimento global está nos parâmetros pensados… o verdadeiro inimigo é o próprio homem…” –Clube de Roma.

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Do estudo saiu a slogan: Act Now!

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Um pouco depois em 1975 Margaret Mead da American Medical Association for the Advancement of Science (AAAS) organizou a conferência “The Atmosfere: Endangered and Endangering”. A ela juntaram-se Stephen Schneider que tem esta declaração: “ Até o grupo mais credível internacionalmente, o IPCC (intergovernamental Panel on Climate Change, recusou tentativas de estimativas probalisticas subjetivas de futuras temperaturas. Isto forçou os políticos a adivinharem sobre os vários graus de aquecimento global”; George Woodwell fundador do Woods Hole Research Center nomeado como o think thank internacional em 2013, 2014, 2015 e 2016 pelo IPCC. Mead aplicou o conhecimento do Dr Charles David Keeling’s na monotorização do carbono para desenvolver a teoria que as alterações climáticas estavam associadas a actividades humanas levantando preocupações no senado americano, e John Holdren que como conselheiro para a ciência e ambiente de Barack Obama admitiu o uso da geo-engenharia para combater o aquecimento global devido ao CO2. Todos são seguidores da teoria populacional do padre Malthus de 1798. São considerados Neo-Maltusianos os que se preocupam com o aumento da população e seu impacto nos recursos naturais e degradação ambiental, o termo está muitas vezes interligado com a Eugenia. Todos são também seguidores de Paul Ehrlich que escreveu com a sua mulher em 1968 o livro The Population Bomb, que previa a morte de milhares de pessoas de fome e má nutrição na dec de 70- a Revolução Verde resolveu esse dilema.

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IPCC & Clube de Roma – Eco afins,S.A.!

Maurice Strong do IPCC foi o elo de ligação entre as ideias americanas e a Europa para uma política de governação ambiental mundial através das Nações Unidas. Maurice foi entre outras coisas apoiado por políticos como Al Gore e Tim Wirth. Tim em 1993 declarou como presidente da Fundação das Nações Unidas: “ Temos de nos ver livre deste problema do aquecimento global. Mesmo que a teoria esteja errada, estaremos a fazer a coisa certa em termos de políticas ambientais e económicas.” Maurice foi membro do Club Of Rome (TCOR). Esta ideia do aquecimento global foi a principal bandeira da conferência climática do Rio 1992 (Cimeira da Terra), organizada por Maurice Strong no Programa Ambiental das Nações Unidas (UNEP). Daqui saiu o documento: Agenda 21, que é apresentada no site da Agência Portuguesa do Ambiente como: “constitui um documento orientador dos governos, das organizações internacionais e da sociedade civil, para o desenvolvimento sustentável, visando conciliar a proteção do ambiente com o desenvolvimento económico e a coesão social.” (…) desenvolvido por atores locais em pareceria com os cidadãos e sociedade civil.

A ideia Malthusiana foi expandida do TCOR para o mundo através da Agenda 21 da UNEP, tornando a sobre população no Fruto das suas políticas. O IPCC foi criado para alarmar o homem para o seu impacto nas alterações climáticas através do CO2 produzido pelo próprio homem numa sociedade em expansão industrial.

Margaret Mead escreveu em 1975 na revista Science: “A Population Conference – World Population Plan of Action (Nações Unidas) 1974 resolveu a questão, em Bucareste foi afirmado que o contínuo e descontrolado crescimento da população global pode negar qualquer ganho socioeconómico e fatalmente desequilibrar o ambiente”.

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A política de controlo de população de Mead tem raízes no movimento de eugenia disfarçado com nomes como “Conservação” e “Ambientalismo”. Como anunciou Julian Huxley, Vice presidente da Britain’s Eugenics Society (1933-1944) em 1946: “ mesmo sendo verdade que politicas radicais de eugenia serão por muitos anos politicamente e psicologicamente impossível, será importante para a UNESCO que o problema de eugenia seja examinado com grande cuidado e que a opinião pública seja informada sobre o que está em jogo para o que é hoje impensável se torne finalmente em pensável. Huxley foi mais tarde director geral do programa Educacional, Cientifico e Cultural das Nações Unidas (UNESCO).

Mead e William W. Kellog em 1976 lançaram a ideia que as emissões de CO2 devem ser controladas “ao decidir sobre direitos de poluição a cada nação”.- Uma semente da versão do Cap and Trade de Al Gore.

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Al Gore

É presidente fundador da Generation Investement management (GIM) baseada em Londres que se dedica a investidor dinheiro de instituições e abastados investidores em empresas que estejam a tornar-se verdes. A empresa tem grande influência nas decisões de grandes empresas do mercado de carbono como a Chicago Climate Exchange (CCX) nos EUA e a Carbon Neutral Company (CNC) no Reino Unido. A CCX existe muito devido aos $347,000 doados em 2000 para um estudo sobre a viabilidade de um mercado de créditos de carbono, na sua direção estava Maurice Strong.

Maurice descrevia-se como “um socialista na ideologia, e um capitalista na metodologia.” Foi conselheiro sénior de Kofi Annan secretário-geral das Nações Unidas, conselheiro geral do presidente do Banco Mundial James Wolfensonh e membro da United Nations Fundation, criada por Ted Turner.

Entre muitos outros alguns membros da CCX estão: Ford Motor Company; Amtrak; DuPont; Dow Corning; American Electric Power; Internacional Paper; Motorola; Waste Mangement, juntamente com o Estado de Illianois e New Mexico, Sete cidades e algumas universidades. O seu papel é comprar créditos de carbono á CCX, estando a fazer uma contribuição para se investir em empresas que forneçam formas de energia “alternativa”, “renovável” e “limpa”.

Na fundação da GIM com Al Gore esteve também Hank Paulson ex Ceo da Goldman Sacks. A Goldman Sacks comprou 10% das acções da CCX, a CCX é dona de metade da ECX (European Climate Exchange). Na ECX estão empresas como o Barkleys, BP; Calyon; Endesa; Fortis; Goldman Sachs; Morgan Stanley e Shell. Tem também um contracto com a União Europeia para desenvolver o mercado de carbono, podendo as empresas candidatar-se a subsídios.

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Alguns dos doadores são elementos ligados á Shell Foudation; Whole Foods Market; Nature Conservancy; American Florest and Paper Association; Pew Center for Climate Change, como também a Rockefeller Brothers Fund e a Ford Foundation.

Em Junho de 2006, o Banco Mundial juntou-se á CCX. O B.M. diz que os créditos serão investidos para restaurar 4,600 hectares de terra degradada na Costa Rica. Segundo cálculos da CCX a área restaurada equivale às 22,000 toneladas métricas de emissões produzidas pelas actividades do banco.

O B.M. opera a Carbon Finance Unit que conduz investigações em como desenvolver e comercializar créditos de carbono. O Banco já trabalha com Itália, Holanda, Dinamarca e Espanha para estes comprarem créditos a empresas para serem usados nos países em desenvolvimento. Também gere a Carbon Fund for Europe para ajudar os países a atingir os objectivos do tratado de Kyoto. Todos estes fundos são geridos pela ECX que é metade da CCX criada pela Generation Investement Management (GIM) de Al Gore.

Uma página web afiliada ao The inconvenient Truth convida os Americanos a comprar créditos de carbono de uma empresa nativa americana: A Native Energy  promove energia eólica ao comprar e vender créditos de emissões de carbono para financiar projectos de energia eólica em reservas índias. O fundador da Native Energy foi Tom Boucher, fundador da empresa Green Mountain Energy, parceira associada da CCX..Resultado de imagem para native energy

In 2006 Al Gore estabeleceu o seu grupo de aquecimento global com o nome de Allience for Climate Protection, que tem como um dos doadores a Rockefeller Fundation.

Al Gore dedicou-se á causa quando perdeu as eleições para presidente dos EUA e lançou o documentário The Inconvenient Truth sobre as energias fósseis, o CO2 e o aquecimento global…

Tudo isto começou com um relatório do Club de Roma, que teve como um dos seus impulsionadores David Rockefeller em 1968.

O que é o IPCC? (Painel Internacional para as Alterações Climáticas)

Texto a partir de uma entrevista de Delgado Domingos (2014)

“Uma das mais reputadas vozes nacionais nos campos da Energia e do Ambiente, José Delgado Domingos mostra-se altamente crítico em relação à forma como, em seu entender, a desinformação reina quando o tema são as alterações climáticas e as suas consequências futuras. Um dos percursores das energias alternativas no nosso país, não desvaloriza a importância dos desenvolvimentos científicos, mas aponta o dedo aos que em seu nome se aproveitam de enquadramentos políticos e legislativos pouco esclarecidos e pouco transparentes. E defende que, quando se fala de energia e economia, a última só aceita da parte da primeira aquilo que provar valer a pena. “

O IPCC não faz investigação científica, apenas lê estudos e seleciona partes que vão ser a base do “Sumário para Decisores Políticos”

Este sumário é escolhido por um pequeno grupo que têm ignorado as centenas de críticas e contributos de vários cientistas. Quando redigido o sumário já não é revisto.

Foi aumentado o grau de probabilidade atribuído a certos fenómenos climáticos, mas foi omitido o seguinte: no «Sumário» de 2007 havia 10 fenómenos preocupantes, que o próprio IPCC declarava com probabilidade superior a 95%.

Poderíamos esperar que no relatório de 2013 estes fenómenos continuassem presentes, mas dos 10 que figuravam sete anos antes, apenas 1 figura neste último relatório. Recordemos que aquelas certezas eram para se aplicarem por um século e não duraram 7 anos. O IPCC apresenta um aquecimento global crescente, o que preocupa muitos cientistas, porque não se verifica nenhum aquecimento global nos últimos 15 anos.

No relatório de 2007 alguns autores a quem foi dada credibilidade científica eram alunos Pós Graduação, muitos ligados a grupos ambientalistas, como a Greenpeace. Em 2009 foi criada a InterAcademy Council, um concelho com representantes das mais respeitadas representantes científicas de vários países, para criar regras que o IPCC deveria seguir e não o fez.

“A minha posição é a de que a variabilidade natural foi alterada por acção do homem, em escala muito inferior à considerada pelo IPCC e pelas políticas comunitárias, que atribuem predominantemente tal alteração às emissões de CO2 com origem na utilização de combustíveis fósseis.” D.D.

A acção do homem provoca sem dúvida alterações climáticas como por exemplo o ordenamento de território, que não é tido em conta como elemento responsável por alterações no clima ou o estudo mais detalhado e contínuo das alterações climáticas naturais devido ao excesso de atenção e investimento que se produz no combate ao CO2. Este desviar de investigação e investimento é aproveitado por grupos como o Globe (de Al Gore) uma associação de parlamentares, onde participou Carlos Pimenta, Fundador da GEOTA, entre muitas outras coisas. Al Gore juntamente com um vice-presidente da Goldman Sachs fundaram uma empresa em Londres com representação nos EUA, que negociava a promoção de negócios assentes no terror climático. Este tipo de negócio atrai a banca, a indústria nuclear, os promotores de energia renovável, que ao mesmo tempo financiam grupos ambientalistas concentrados no CO2. Carlos Pimenta é presidente do “Think Tank” português PCS.

“Porque a ideia de que é necessário criar um mercado e desenvolver tecnologias novas ou ainda não amadurecidas, ainda para mais invocando a salvação do Planeta justifica sempre generosos apoios governamentais, à custa dos contribuintes/consumidores.”

“Há muita gente que se sente ameaçada porque manifestar discordância quanto ao aquecimento global lhe põe em causa o emprego, o acesso a bolsas e financiamento de investigação, tanto a nível europeu como nacional.” D.D.

Em Portugal o mercado das renováveis foi primeiro preparado e depois assimilado pelos seus promotores com slogans como : Independência Energética; Salvação do Planeta & criação de emprego. Esse mercado está tão forte que resiste a todas as decisões que levem a movimentos que a realidade necessita.

A Quercus até á pouco tempo a única associação ambientalista a nível nacional, entrando neste jogo pode perder a sua credibilidade perante as massas se continua a ser simplesmente porta-vozes ou altifalantes, de grupos como a Greenpeace ou WWF (World Wild Fund). O Lobby é imenso e oferece carreiras políticas e académicas. O CO2 está em todas as actividades económicas que depende 80% das energias fósseis, e esta é a dificuldade que o sistema tem de equilibrar mantendo a população mal informada e orientada.

Al Gore e o IPCC tornaram o gráfico que mostrava no terceiro relatório sobre alterações climáticas que a temperatura subiu acentuadamente no início da industrialização uma estrela, mas foi desacreditado pela comunidade científica, desaparecendo dos relatórios futuros. Em 2013 já se admitia no relatório que no Hemisfério Norte houve temperaturas comparáveis às actuais. AS indicações paleontológicas nesse ano apontam para que seja assim em todo o planeta.

No seguinte post sobre: Semente Errada!

O relatório Stern, que aparece muitas vezes com um peso semelhante ao do IPCC, é um relatório que nunca sofreu revisão científica antes de ser publicado e não seria aceite pelo IPCC. Foi encomendado pelo governo de Tony Blair, dentro do espírito de afirmação da existência de armas de destruição em massa no Iraque. A grande tese de Stern é a de que o não fazer nada em relação às alterações climáticas saía muito mais caro do que agir” D.D.

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“Os Homens acorrentados às suas actividades do dia-a- dia só podem libertar-se através das suas actividades do dia-a-dia. O problema é que as actividades que acorrentam os homens são historicamente determinadas e a sua reprodução requer uma mera repetição; ao passo que as actividades que os podem libertar têm de ser projectadas, a sua realização exige actos criativos.” Fredy Perlman; “The Revolucionary Project”

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Fracking & Não convencionais? Nem para a Minha Familia! Nem para Nenhuma Outra!!

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