Aquífero de Torres Vedras e Gás Natural?

Aquífero de Torres Vedras e Gás Natural!

Localizacao das captacoes inventariadas

A extração de gás natural vem por AINDA mais em perigo as condições do aquífero de Torres que serve a população e a agricultura de Torres, Cadaval e Alenquer.

Torres têm problemas coma água devido á Agro -Pecuária e Pedreiras, etc, Cadaval com o Aterro Sanitário, e Alenquer que também está em prospecção sísmica de petróleo não está livre de problemas de contaminação.

Segundo um estudo para o Grau de De Grão Mestre em Engenharia Geológica e Minas do IST, Universidade técnica de Lisboa, o aquífero, que alimenta dois rios está com valores prejudicial ao consumo humano, sendo necessário tratamentos químicos das águas para abastecimento publico. As principais causas, Agricultura, criação de animais, industria, aterro sanitário, transito (A8), e domésticos.

imagesAmbos os rios têm zonas protegidas, são local de passagem ou nidificação de aves protegidas. Os tratamentos químicos das águas com cloro ou outros começa a ser fortemente confrontado por cientistas. A exploração de gás e petróleo vêm aumentar todos os problemas que o aquífero de torres já enfrenta. Aumentando mesmo a toxicologia, com metano por exemplo.

A fragilidade do aquífero é real. Com a exploração petrolífera o aquífero poderá ficar para sempre impróprio,  e sem tratamento, ficando a população sem água potável, contaminada.

A Universidade de Lisboa  é onde o presidente da Partex Oil nad Gas,  António Costa Silva é professor, e onde acompanha, dirige e avalia dissertações e doutoramentos em várias áreas.

As ligações entre corporações, educação e politica está mais uma vez demonstrada nesta rede das energias, incluindo gás e petróleo. Nesta “dissertação” retiramos informação  sobre a avaliação, problemas e resoluções do aquífero de Torres Vedras. Problema esses vão ser catastróficos se a exploração petrolífero for em frente.

Dados abaixo retirado de: Torres Vedras

Aquífero de Torres Vedras, 2010

“… I.1 Introdução

As águas subterrâneas são um recurso natural valioso que, enquanto tal, deverá ser protegido da deterioração e da poluição química.

Esta protecção é particularmente importante no que respeita à utilização destas águas para o abastecimento de água destinada ao consumo.

 A qualidade das águas subterrâneas é susceptível de ser afectada pelas actividades antrópicas, principalmente no que diz respeito ao uso e ocupação do solo, particularmente por zonas urbanas, agrícolas, e outras actividades que possam ser origem de descargas de poluentes para o solo.

A contaminação das águas subterrâneas é, na generalidade das situações, persistente, pelo que a recuperação da qualidade destas águas é, normalmente, muito lenta e difícil.

 A protecção das águas subterrâneas constitui, assim, um objectivo estratégico da maior importância, no quadro de um desenvolvimento equilibrado e duradouro.

 I.2 Objectivos

 A actual dependência do abastecimento municipal das Águas do Oeste (AdO), que em caso de rotura de condutas será realizado através das captações municipais de recurso, que na sua maioria exploram o aquífero de Torres Vedras, faz com que seja de grande importância a caracterização da qualidade da água subterrânea dos mesmos e desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão em termos de planeamento e gestão destas águas subterrâneas, como mapas de vulnerabilidade à poluição e definição de perímetros de protecção.

Fotos J.I Candeeiros 001II.1 Enquadramento Geográfico

O aquífero de Torres Vedras ocupa uma área de cerca de 80 km2 e localiza-se no distrito de Lisboa, abrangendo os concelhos de Torres Vedras, Cadaval e Alenquer

O sistema aquífero de Torres Vedras abrange uma área geológica que se estende por quatro cartas geológicas à escala 1/50 000 distintas, 30-A (Lourinhã), 30-B (Bombarral), 30-C (Torres Vedras) e 30- D (Alenquer).

A formação aquífera mais importante é a Formação de Grés de Torres Vedras (Grés com vegetais fósseis, de Torres Vedras e Cercal), datada como pertencendo ao Cretácico Inferior. (Almeida et al, 2000).

A espessura máxima da série sedimentar que suporta o sistema aquífero não deve ultrapassar os 250 m. Segundo os mesmos autores, os furos mais profundos captam fáceis do topo do Jurássico, tornando-as parte integrante do sistema aquífero.

O aquífero Cretácico de Torres Vedras está inserido na Bacia Hidrográfica das Ribeiras do Oeste.

Como se pode observar pela, na área ocupada pelo aquífero de Torres Vedras destacam-se duas linhas de águas principais, o Rio Sizandro e o Rio Alcabrichel, ambos de regime sazonal, sendo que a área correspondente ao aquífero de Torres Vedras tem associado às suas principais linhas de água as sub-bacias hidrográficas do Rio Sizandro e Rio Alcabrichel.

 A profundidade média do nível freático nesse local é de 8,08 m, e dada a sua aproximação ao Rio Sizandro poderá ser um indicador que neste local ocorrem fenómenos de alimentação do rio por parte do aquífero.

 No que respeita à qualidade da água para consumo humano, o SNIRH fornece informação (para a condutividade, nitratos, pH, azoto amoniacal e cloretos, entre outros parâmetros) para 8 pontos de água localizados na área respeitante ao aquífero de Torres Vedras, segundo informação disponibilizada pelos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Torres Vedras (SMASTV), o abastecimento de água em 2009, para o Concelho de Torres Vedras, caracterizou-se pelos seguintes indicadores:

• Número de utentes: 39 963

• Taxa de cobertura do abastecimento domiciliário: 99,7%

• Volume de água fornecida: 4 549 537 m3

• Perdas (diferença entre a água distribuída e a água fornecida): 20,13%

 Controlo da Qualidade da Água e Zonas de Abastecimento

 Os SMAS de Torres Vedras cumprem o dever de abastecer de água a população do Concelho de Torres Vedras, em conformidade com o disposto no Decreto-Lei nº 306/07, de 27 de Agosto

(Monitorização da Qualidade da Água para Consumo Humano).

No controlo da qualidade da água para consumo humano são definidos anualmente o Programa de Controlo da Qualidade da Água de Consumo Humano (PCQA) e o Programa de Controlo Operacional (PCO).

 Indústria, Agricultura e Regadio

Relativamente ao estado químico das águas destinadas à rega, no presente estudo seguem-se os critérios propostos pelo USSLS (United States Salinity Laboratory Staff, 1954). Usando o Diagrama de Riverside.

 Relativamente aos limites impostos pelo Anexo I do referido Decreto-Lei, para a Categoria A1 que requer tratamento e desinfecção, revela parâmetros problemáticos: pH, fluoretos, Ferro total, Manganês, Bário, Hidrocarbonetos totais, oxigénio dissolvido e azoto amoniacal. Batista et al. (2004), efectuaram um estudo de avaliação de ecossistemas agrícolas com vulnerabilidade hidrogeológica, no Ribatejo e Oeste e na Beira Litoral, onde foi avaliada a ocorrência de pesticidas e de nitratos na água subterrânea no período de 1996 a 2000.

Este estudo incluiu 4 captações na região de Torres Vedras, sendo que numa das captações analisadas foi encontrado um valor de pesticida e/ou metabolito superior a 0,1 μg/l. As análises realizadas a este tipo de compostos, na rede de vigilância e no período a que se refere o estudo realizado, não revela valores acima do limite de detecção do aparelho de pesticidas ou seus metabolitos (atrazina, desetilatrezina, alocloro, metalocloro, metribuzina, desetilterbutilazina entre 50o utros), no entanto, a periodicidade destas análises deveria ser maior. A última análise realizada foi feita em 2005, o que se revela insatisfatório dada a intensidade agrícola da região.

Relativamente aos nitratos, Batista et al. (2004) analisaram 10 captações no Concelho de Torres Vedras, tendo uma delas apresentado valores acima dos 100 mg/l de NO3-.

 Análise Temporal por Estação de Monitorização

 Uma vez detectados os parâmetros que podem inviabilizar a qualidade das águas subterrâneas em estudo para consumo humano, foi realizada uma análise temporal destes mesmos parâmetros, para cada estação de monitorização. Esta análise teve em conta também a sazonalidade, observado a variação de cada parâmetro com o período de águas altas (Março/Abril) relativamente ao período de águas baixas (Setembro/Outubro), observando-se um aumento da concentração de alguns elementos nos períodos de chuva mais intensos, devido ao incremento da lixiviação.

Para fins de consumo humano, a legislação vigente recomenda um intervalo entre 6,5 e 8,5 de pH.

As estações AC22, 374/120 e JK14 revelaram valores fora deste intervalo, sendo águas demasiado ácidas. O furo JK14 apresentou uma tendência de descida de pH até atingir um valor abaixo do limite recomendado, na última análise efectuada (2004).

 No que respeita ao Ferro total, as estações JK1B e JK14 encontravam-se, à data da última análise (2004 e 2003, respectivamente), bastante acima do VMA.

O furo AC22 apresenta valores bastante acima do VMA, tendo um pico em 2005, tendo começado a decrescer em 2009.

Acima do VMA estão também os furos 374/130, 374/129, 362/130, mas destes apenas o 374/130 está acima do limite na última análise de 2009.

O furo 362/131 em 2009 já se encontrava acima do VMR.

Verifica-se uma tendência significativa de aumento deste parâmetro no período de águas altas em relação ao período de águas baixas.

 Em relação aos valores de amónia total, a partir de 2006, todas as estações analisadas revelaram uma subida da concentraçãodeste parâmetro. Encontram-se acima do VMR os valores analisados para todas as estações exceptuando o JK14 (que revelou uma descida considerável de 2001 até à última análise em 2003).

O manganês total é outro dos parâmetros com valores problemáticos analisados.

Os furos 374/130, 362/130, 362/131 e AC22 têm estado desde 2005 acima do VMR.

O furo 362/130, no entanto, tem apresentado uma tendência de descida no período 2008-2009, ao contrário dos restantes que apresentam uma tendência de subida de concentração.

 O furo 374/129 esteve acima do limite referido, mas a partir de 2008 a concentração analisada mostrou valores abaixo do mesmo.

Os furos JK1B e JK14, na última análise realizada (2004 e 2003, respectivamente), estavam acima do limite recomendado.

 Relativamente ao Zinco, só o furo AC22 tem valores acima do VMR, na última análise (em 2009), já se encontrava abaixo deste limite. O furo 374/130 na primeira análise realizada a este parâmetro, no período estudado, excedia o VMR, mas nunca mais esteve acima desse limite.

Para o Mercúrio, poucas análises foram feitas para monitorizar este parâmetro. Para o furo JK1B, em 2002 tinha um valor muito acima do VMA, e não voltou a ser analisado.

O furo AC22 em 2007 excedeu o VMR para este parâmetro.

 A monitorização do parâmetro oxigénio dissolvido nos furos 374/129 e 374/130 mostra que estes oscilam entre valores acima e abaixo do VMR. Desde 2005 (1ª análise realizada a este parâmetro), a estação 362/132 esteve sempre acima do VMR.

O furo 362/130 na primeira análise a este parâmetro (2005), estava acima do VMR, mas nunca mais o excedeu.

O furo JK14, aquando da última análise (2004), estava acima do VMR.

 As análises a fluoretos, realizadas apenas em 2009 às estações AC22, 362/130, 362/131, 362/132, 374/129 e 374/130, estavam abaixo do limiar de detecção do aparelho. Uma vez que a legislação vigente recomenda um intervalo de fluoretos de 0,7-1,0 mg/l, todos estes valores estão abaixo do VMR.

A análise a hidrocarbonetos totais mostrou que, no período de Abril de 2005, todas as estações monitorizadas mostravam valores acima do VMA: 362/130, 362/131, 362/132, 374/129 e 374/130.

 O furo AC22, analisado um mês antes, não mostrou valores acima do VMR para hidrocarbonetos. Estes valores podem ter tido origem numa descarga acidental no período analisado.

Só a estação 362/131 tem valores excessivos de Bário, parâmetro poucas vezes analisado. Em 2005 e 2009, este parâmetro excedia o VMA de 0,1 mg/l.

 A classificação das águas conforme o tratamento necessário de acordo com o Decreto-Lei n.º 236/98 é a seguinte:

Classe A1 — tratamento físico e desinfecção.

− Classe A2 — tratamento físico e químico e desinfecção.

− Classe A3 — tratamento físico, químico de afinação e desinfecção.

Pela observação, verifica-se que os furos 362/6 (AC22), 374/130 e 362/130 têm apresentado qualidade abaixo da exigida por lei para produção de água para consumo humano nos últimos 5 anos analisados.

A captação 362/132 ainda que tenha apresentado bons resultados nos últimos anos, em 2009 decresceu para a classe >A3.

A captação 374/129, ainda que tenha sido classificada como A2 em 2006 e 2008, não apresenta, no último ano analisado, uma qualidade suficiente para produção de água para consumo humano.

 Como se pode observar pela, após uma diminuição significativa, tem havido um ligeiro aumento do número de ocorrência de más classificações em parâmetros responsáveis pela qualidade da água, chegando aos 100% no último ano analisado.

 Vulnerabilidade à Poluição

 Uma vez identificados os problemas que dão origem à fraca qualidade da água subterrânea do aquífero em estudo para fins de produção de água para consumo humano, é notória a necessidade da sua protecção, a nível de contaminação.

 Focos de Poluição

 O levantamento dos potenciais focos de poluição foi efectuado através da carta de ocupação de solo CORINE Land Cover (2000), à qual se adicionaram outros pontos críticos, através de informação obtida na Câmara Municipal de Torres Vedras.

Apresentam-se potenciais focos de poluição pontual e difusa para os recursos hídricos subterrâneos inventariados pela CMTV, mas tanto para os dados respeitantes a estes, como para os superficiais, é necessária a finalização dos levantamentos e a realização de um diagnóstico ambiental das actividades identificadas. Adicionou-se o USSLS (United States Salinity Laboratory maioritariamente localizado no Concelho do Cadaval.

Através da observação, verifica-se que, numa primeira análise, os principais focos de poluição de águas subterrâneas presentes na área pertencente ao aquífero em estudo são pedreiras, suiniculturas, actividades ligadas à agricultura, produção animal, caça e  silvicultura, reparação de veículos automóveis, indústrias transformadora e extractiva e espaços urbanos.

De referir a intensa rede viária que atravessa todo o aquífero, nomeadamente um troço da autoestrada A8.

 Agricultura

 A aplicação excessiva de adubos e produtos fitofarmacêuticos nas diferentes culturas agrícolas pode contribuir para a geração de escorrência de águas contaminadas com nitratos e pesticidas que atinjam as linhas de água e águas subterrâneas.

Depósitos de Sucata, Oficinas de Reparação Automóvel e Postos de Abastecimento de Combustível

A potencial contaminação da água (pluvial/doméstica/escorrências) poderá ocorrer por: susceptibilidade de contaminação de águas rejeitadas para a rede pluvial e rede doméstica com hidrocarbonetos, solventes, fluidos de travões, tintas, líquidos de lavagem, detergentes, desengordurantes e outros produtos de limpeza; contaminação de águas superficiais e subterrâneas devido a operações de limpeza de pavimentos, escorrência de resíduos para o solo (em especial metais pesados), derrames, etc.

 Produção Animal

 As indústrias de produção animal incluem Suiniculturas, Boviniculturas e Aviculturas.

Nestas indústrias existem riscos de carácter pontual (descargas directas dos efluentes não tratados nas linhas de água), ou carácter difuso.

As características e perigosidade dos efluentes variam com o tipo de exploração, alimentação, do clima e da estação do ano, da idade e sexo dos animais.

Segundo Santos (2002 in FARINHA et al., 2007), a actividade pecuária intensiva pode levar à degradação da qualidade do ambiente, nomeadamente ao nível dos recursos hídricos, pelas seguintes formas:

− Exportação por via directa ou indirecta de compostos azotados e fosfatados para as massas de água superficial, contribuindo assim para a eutrofização;

Lixiviação de nitratos através dos solos, com posterior contaminação de recursos hídricos subterrâneos;

− Disseminação de microorganismos patogénicos, com efeitos ao nível da saúde pública.

Pedreiras e Areeiros

As indústrias extrativas existentes na área em estudo consistem em areeiros e barreiros, que exploram as formações do Cretácico inferior e do Jurássico superior. Os riscos de poluição vão depender da natureza da exploração, tipo de técnicas aplicadas e fase (expectativa, prospecção e pesquisa, trabalhos preparatórios, exploração, etc.), mas destacam-se os seguintes:

− Descarga de efluentes carregados de sólidos em suspensão;

− Modificação da drenagem superficial;

− Interferência no regime hidrogeológico;

 Adegas

 Sendo a área em estudo uma região tradicionalmente associada à produção vinícola, a instalação de adegas é um foco potencial de poluição a considerar. A carga poluente dos efluentes rejeitados por este tipo de actividade varia em grande medida com a quantidade da água utilizada na adega. Este elevado uso de água é devido principalmente a operações de lavagem de equipamentos e é de carácter sazonal. O efluente é caracterizado por uma elevada carga orgânica e Sólidos Suspensos Totais (SST), produtos de destartarização e de limpeza e ainda outros produtos interveniente na vinificação.

 Aterro Sanitário 

Um dos casos que levantou polémica, aquando da sua construção e nos anos seguintes, foi o Centro de Tratamento de Resíduos do Oeste (CTRO), que engloba o Aterro Sanitário do Oeste (ASO) e localiza-se nos concelhos de Cadaval e Alenquer, estando implantado sobre a zona do aquífero de Torres Vedras.

DSC00321_3_Segundo o edital Nº 08/2002 da Assembleia Municipal do Cadaval, datado de Fevereiro de 2002, no pedido da emissão da licença ambiental (concedida à empresa Resioeste S. A., que explora o aterro), acerca do sistema de impermeabilização, não é referida a colocação de uma barreira geológica artificial na base e nos taludes dos alvéolos do aterro, com pelo menos 0,50 m de espessura, para protecção dos recursos hídricos subterrâneo, como determina a Directiva 1999/31/CE, do Conselho, de 26 de Abril de 1999, sobre deposição de resíduos em aterros. Assim, há que considerar o aterro como uma potencial fonte de poluição, com problemas imediatos ou a longo prazo

 Poluição Pontual das Linhas de Água Superficiais

 De acordo com Plano de Bacias Hidrográficas das Ribeiras do Oeste (PBHRO, 2001), as principais fontes de poluição das linhas de água existentes no Concelho de Torres Vedras são provenientes do sector Agro-Pecuário.

Apesar das instalações (suiniculturas, aviculturas, etc.) não se localizarem por norma imediatamente junto dos rios e ribeiras, noutros concelhos a montante, existem explorações junto às linhas de água poluindo-as. Dado o PBHRO datar de 2001, esta informação poderá necessitar de actualização.

Outros sectores que têm algum peso no concelho são o sector agrícola e as adegas cooperativas.

A EXPLORAÇÃO DE GÁS E PETRÓLEO VÊM PIORAR O ESTADO DAS ÁGUAS E A SUA QUANTIDADE DISPONÍVEL!

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