Arquivo da categoria: TAR SANDS (areias betuminosas)

Tar Sands, União Europeia e alteração climática 2014.

29 de Maio de 2014:

Areias Venenosas

Começa a era dos petróleos super contaminantes

O primeiro grande carregamento de areias betuminosas do Canadá chegou a Bilbao com destino á refinaria de Muskiz. È o começo da era dos “petróleo sujos” na UE, muito mais contaminantes e com muitos mais prejuízos ambientais e sociais do que o petróleo convencional. A Repsol é uma das petroleiras que lucram com esta chegada massiva de areias betuminosas procedentes do Canadá.

O petroleiro Aleksey Kosigin chegou ao porto com 600.000 barris de petróleo procedentes das areias betuminosas de Alberta, no oeste do Canadá. Este é o primeiro carregamento destas dimensões que chega á Europa e o objetivo parece ser provar que a refinaria de Musky está preparada para processar esta particular matéria prima extra pesada. O crude destas areias é mais denso que o convencional e requer tratamentos especiais para ser refinado. O petróleo procedente destas areias extrai-se a céu aberto. Os impactos ambientais e sociais causados nos locais de extração são enormes: desflorestação das florestas, rios contaminados, aparecimento de doenças, lagos tóxicos. È tanta a devastação que produz que fazem parte do impacto humano visível do espaço. E porque o que se obtêm não é diretamente petróleo, mas sim uma espécie de alcatrão muito denso – formado por areia, argila, água e bitumen – os impactos devido a derrames durante o trasporte, seja por terra ou mar, podem resultar em impactos muito mais destrutivos que os causados pelos petróleos mais ligeiros. No que respeita ás emissões de gases efeito de estufa, os estudos da UE concluem que os carburantes de areias betuminosas geram mais 23% de emissões que o petróleo convencional.

Por isso a entrada massiva deste tipo de produtos deitaria por terra o compromisso da UE em reduzir as suas emissões de gases efeito de estufa em 20% até 2020. Com a entrada do carregamento de areias betuminosas está em perigo o compromisso climático da UE. Cede-se ás pressões das petrolíferas norte americanas e do Canadá. Actualmente a UE negoceia acordos comerciais como Canadá (Ceta) e EUA (TTIP) e as espetactivas de beneficios estão por cima de qualquer Directiva ou compromisso social e ambiental.

Mas não são as petrolíferas norte americanas as únicas a lucrar com a chegada massiva deste petróleo à Europa. A Repsol detem 3 das 5 refinarias da UE ( Cartagena, Bilbao e Castela) capazes de processar este petróleo pesado. Grande parte de todo este petróleo em bruto que vai chegar à Europa para ser refinado na UE passará por estas refinarias. Por isso não é de estranhar que o primeiro carregamento que chega á Europa tenha sido comprado pela Repsol.

O Natural Resources Defend Council prevê que as importações de areias betuminosas passem dos 4.000 barris diários que chegaram ao Estado espanhol a uns 700.000 barris em 2020.

Se isto ocorrer a UE certificaria o fim do seus compromissos climáticos e ambientais, a continuidade por um modelo baseado em energias sujas ( sem importar suas origens e impactos sociais) e não renováveis, e uma maior contribuição em acelerar o caos climático e suas devastadoras consequências. Entra-se numa era de super contaminantes por meio de hidrocarburetos não convencionais  de grande impacto como o caso das areias betuminosas, do fracking ( gás de xisto) e das prefurações pré sal maritimas.

Acção contra a entrada das Tar Sands na Europa:

En este enlace pueden verse la fotografía del buque y su localización en el puerto:http://www.vesselfinder.com/es/?mmsi=636013296

Fotografías de la concentración:https://www.dropbox.com/sh/ysbt3j213mbz5r2/AAAjOoB_lPnQZ-sN04TallIqa
Más información: Mariano González,  617650785

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1º carregamento de Tar sands chega á Europa ( Bilbao, Espanha).

Primeira Entrega das devastadoras Tar Sands chega á Europa

Retirado do artigo:

FIRST DELIVERY OF DEVASTATING TAR SANDS ARRIVES IN EUROPE

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Dia 29 de Maio chega a Espanha o primeiro carregamento de Tar Sands canadianas para a Europa. Esta entrega abre as portas para o futuro energético da Europa – a contínua adição do petróleo. São 600.000 barris de petróleo chegaram a Bilbao e foram comprados pela Repsol. È o 1º grande carregamento de Tar Sands para a UE. O petróleo Tar Sands é do mais sujo na industria petrolífera e produz 3 a 5  vezes mais emissões de gases efeito de estufa do que o crude de petróleo “convencional”. È descrito como a “maior bomba de carbono do planeta” pelo cientista James Hansen. A extração de Tar Sands causa poluição e deflorestação, mata a vida selvagem e ameaça as comunidades indígenas canadianas. As Tas Sands são actualmente exploradas em grande escala no Canadá. Grupos ambientalistas declaram que a chegada do navio tanque com o crude Tar Sands é uma violação das acções contra as alterações climáticas da UE  e apelam para que se mantenha fora da Europa este tipo de petróleo.

“As Tar Sands são mortais para o clima e têm de se manter fora da Europa. Apoiar esta industria é preparar um desastre climático” Colin Roche, Friends of the Earth Europe.

Em 2009 a UE acordou em reduzir as emissões dos combustíveis de transporte através da lei conhecida como Fuel Quality Directive. Esta diretiva era para entrar em força em 2010. Devido à passividade da Comissão Europeia, ainda não foi implementada. O governo canadiano levou a cabo um lobbing agressivo contra a lei.

Um relatório da Natural Resource Defense Council baseada nos EUA mostra que a importação de tar sands pode disparar de 4,000 barris por dia (bpd) em 2012 para mais de 700.000 (bpd) em 2020 como resultado dos oleodutos planeados ou em construção nos EUA e no Canadá. Estas importações estão a diminuir e a desacreditar a lei Fuel Quality Directive’s que pretende reduzir as emissões derivadas de combustível em 6%.

Pretende-se que a UE implemente uma lei forte para manter os combustíveis mais poluentes fora da Europa….

 

 

Tar Sands e os Animais em Alberta; Canadá.

O ano está quase no fim e pouco ou nada se falou das Tar Sands do Canadá  em Portugal. Decidimos fazer este trabalho sobre as Tar Sands e o seu impacto na vida animal não humana.

O maior ataque à sobrevivência e direito dos animais é a destruição do seu habitat. Sendo as Tar Sands do Canadá o maior empreendimento industrial do momento é também o maior opressor do habitat selvagem.

As Tar Sands são filhas dos Oil Shale e mães do Fracking, opções da industria do petróleo e gás natural para o futuro. Em Alberta, no Canadá os seus habitantes humanos e não humanos são o primeiro local onde o impacto das oil shale se fazem sentir, espalhando as consequências por todo o mundo.

Viajamos através de um programa do próprio governo de Alberta sobre biodiversidade e Tar Sands.

Depois passamos às reais consequências, e passamos levemente pelas soluções do governo e das corporações. Descrevemos as consequências das quais as corporações se dizem inocentes. 

Documentários:

Petróleo: a esperança do Canadá

Idle No More

Spoil: Tar Sands e os Ursos

 Documento:  Tar sands e os Animais

Connie Hedegaard, Bancos, Diretiva de qualidade do combustivel, em Lisboa.

Connie Hedegaard

images  Nos próximos dois meses, a Comissária Europeia, Connie Hedegaard manterá uma série de diálogos com os cidadãos, as empresas e as autoridades em Portugal e outros quatro países da Europa Oriental e Meridional sobre o modo de acelerar a ação contra as alterações climáticas

 

Hedegaard, apontada para o novo cargo de comissária europeia para o Clima, tem sido criticada várias vezes pela forma como presidia os trabalhos, sendo as vozes mais críticas as dos países em desenvolvimento, que a acusam de favorecer os países ricos nas negociações. copenhagenwinner2014Estes denunciam, nomeadamente, uma “falta de transparência” por ter organizado, no fim-de-semana passado, reuniões ministeriais restritas numa altura em que a maioria dos ministros ainda não tinha chegado a Copenhaga.

Em 2009 disse: entendemos que mais tarde ou mais cedo temos de lidar com o desafio das alterações climáticas, menor o risco de caos e catástrofe; furações, doenças, subida do nível domar, e um enorme numero de refugiados climáticos. Como tal, política ambiental é também política de segurança. Quanto mais reduzirmos a utilização de carvão, petróleo e gás, mais independentes ficamos, menos riscos existem de confrontos sobre energia. Novamente, política de segurança. (…) Quanto mais rápido um país e o seu comercio encontrar novas e inovadoras tecnologias, mais fortes serão economicamente. (…) Lidar com as alterações climáticas não é agenda anti-crescimento, é a única agenda possível no século XXI. (…) Dependência de petróleo e gás estrangeiro simplesmente já não é boa solução. Precisamos de encontrar resposta para fazer implodir o desenvolvimento de energias verdes para livrar as economias da dependência de fontes de energia. Não existe melhor maneira para fazê-lo do que através de um acordo global sobre o clima, que irá estabelecer os passos e certezas que os investigadores requerem.”

Em 2013 disse:

No World Economic Forum em Davos, Cristine Lagarde do FMI e Jim Yong kim do Banco Mundial surpreenderam o mercado e os lideres governamentais com os seus avisos que a recuperação genuína da economia será impossível sem sérias acções ao nível das alterações climáticas. (…) Os competidores europeus mais competitivos começaram a reconhecer que seguir politicas de desenvolvimento de curto prazo, ignorando danos a longo prazo na economia global, é tanto irresponsável e uma estratégica errada para aqueles que aspiram a liderança mundial no sec XXI (…) Paul Polman CEO da Unilever disse que meteorologia extrema custou á sua corporação 250.000 a 300.000 mil dólares. Uma vez vista como uma preocupação para o futuro, acção sobre alterações climáticas  torna-se cada vez mais urgente (…) Mas a Europa não pode construir uma estratégia económica sem energias baratas.(…)

Como Comissária para as alterações climáticas, estou particularmente interessada em ver as 3 instituições financeiras- European Investement Bank, Rthe European Bank for Recosntruction and Development, e o Banco Mundial- juntarem-se com a UE e os parceiros da OECD para tomar um lugar dirigente em eliminar o apoio publico aos combustíveis fósseis. Juntas, estas 3 instituições emprestam mais de 130 biliões de euros anualmente para projetos na Europa e fora, e são uma forte fonte de aconselhamento no desenrolar nos países beneficiários.(…) A industria do futuro, que irá criar postos de trabalho que durarão, são aqueles que usarão fontes eficientes, e que possam pagar os verdadeiros riscos ambientais e de saúde publica das fontes que utilizam (…)

Como provam os discursos de Connie Hedegaard a preocupação das corporações e dos representantes democráticos do povo são em defender os seus investimentos e/ ou cargos na sociedade.

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As Sondagens Eurobarómetro revelaram que a Polónia, a Bulgária, a Lituânia e a Itália têm grande potencial de aumento do nível de ação individual no combate às alterações climáticas.

Os países mencionados na sondagem estão todos relacionados com a exploração de gás natural pela técnica chamada de fracking. Coincidência? Não, o lobbing e o apoio político à industria petrolífera é forte. A lavagem verde que se tenta passar da industria ajuda a que elas explorem, contaminem e violem direitos humanos e dos animais pelo mundo.

Esta técnica vai multiplicar várias vezes os problemas da industria petrolífera e extensões dela mesma. Portugal também é um país onde o fraking se infiltra e quando se der por ele já esta tudo implementado.

Será coincidência que os países mencionados acima estão todos a abrir as portas ao fraking?

Bulgária

(Reuters) – “O Parlamento da Bulgária aliviou a proibição de fratura hidráulica, ou fracking, na quinta-feira para tornar mais fácil a exploração de gás natural não convencional.”

Polónia e fracking

Os resultados das limitadas explorações de gás de xisto na Europa até agora têm sido mistos. No início deste ano, por exemplo, a Exxon Mobil retirou-se da Polónia, uma vez considerada um dos pontos mais promissores de gás de xisto, após a perfuração de apenas dois poços. A empresa disse que os dados recolhidos sugerem que os depósitos não eram comercialmente viáveis.

Lituania

A Lituânia segue a Ucrânia ao dar apoio á exploração de shale gas, num sinal politico que pode libertar a Europa Oeste da energia Russa.

Connie Hedegaard:

Estes diálogos fazem parte da campanha de sensibilização do público lançada a nível paneuropeu pela Comissão Europeia, intitulada «Um mundo que me agrada, com um clima de que gosto». O pano de fundo da campanha é o enorme potencial inexplorado para reduzir as emissões de CO2 através de mudanças de comportamentos. Segundo a investigação realizada pela Comissão, a UE poderia reduzir as emissões de 8-9 % até 2020 — tanto como metade das emissões anuais da Polónia em 2010 — se todos os europeus adoptassem um regime alimentar saudável e adaptassem os seus hábitos em domínios como o transporte e o aquecimento.”

Mais uma vez se culpa o cidadão pelos problemas ambientais do mundo. As corporações investem biliões em equipamento, estudos , lobbing e corrupção para reduzir os estragos quando forçadas, mas o dedo é apontado ao individuo. Apresenta-se a poluição como um problema causado pelo consumidor e não dos produtores, vendedores e defensores. Falam que os europeus tem de aprender a comer para combater as emissões de CO2. O regime alimentar mundial está assente na ciência, e é ela que juntamente com a industria  tem decidido o que se planta, como se planta, o que se come e como. Biólogos, nutricionistas, investidores, criadores e pessoas educadas aprendem que é necessário carne, que a monocultura intensiva é necessária, ora estas são as duas principais causas das emissões de gases efeito de estufa, mas a UE europeia prefere continuar a enganar as pessoas, dizendo que os suas escolhas de vida são responsáveis pela destruição ambiental mundial, e que as corporações fazem o seu melhor para minorar esses maus
comportamentos.

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As campanhas e limites da UE são sempre violados e abandonados e renovados, mas insiste-se na mesma tática: deixar nas mãos das corporações os estudos e controle de informação juntamente com a limpeza lucrativa dos “males da civilização”.

Como pode a UE falar de sustentabilidade ambiental se tudo o que está a obrigar é a destruir para manter a paz social e económica. Com Portugal vendido para petróleo e gás natural se for para a frente a exploração os níveis de poluição aumentarão varias vezes. Iludem-nos com energias verdes e espalham preto, azul e vermelho.

KXL; Petroleo e Comboios. Ecologistas e Green Bastards!!!

As Corporações não estão só a tomar o lugar dos Governos, também estão a comprar os grupos civis de proteção ambiental, direitos humanos, etc…

O que se passa no Canadá e nos EUA em relação às Tar Sands é uma história de encantar para os capitalistas, políticos e alguns grupos verdes…

“Fumo e espelhos”

Obama é um carismático orador e uma cortina de fumo para a industria de petróleo. Utilizando o seu carisma, ele salvaguarda o seu vizinho tóxico , Canadá, protegendo-o do escrutínio do público americano. Por sua parte, o Canada tem tido um papel vital na expansão férrea utilizando a corporativa  Canadian Natural Resources Ltd Board of Records, que inclui D.Griffin, ex embaixador do Canadá, diretor da CIBC, Transalta Corp, Canadian National Railway e um lobbista registado da Nexen Energy Inc, parte da Syncrude.

(…) por um momento, tenta imaginar os verdes progressivos se este mesmo cenário se passasse sobre a administração Bush. Organizações como 350.org teriam um campo petrolífero. Na administração democrática e do presidente negro na Casa Branca, a esquerda dominante nunca teve tão fácil caminho para proteger o capitalismo e os privilégios brancos através da estratégia de discurso. As populações nativas que vivem nos locais envenenados e sofrem todos os dias, são usados para as lindas fotos “Stop XL”, enquanto as minas de petróleo, refinarias e fracking continuam a crescer a um ritmo acelerado. Uma importante questão que deve ser perguntada é : Porque continuam as pessoas a acreditar que ONG como a 350.org/1Sky que são iniciadas e fundadas pela Fundação Rockfeller, Clinton Foundation, Ford, Gates, etc… existam para servir as pessoas em vez das entidades que as criaram) Desde quando esta poderosas elites investem em aventuras que negativamente atingirão a sua habilidade para manter o poder, privilégios e riqueza? Os oligarcas jogam o “ movimento ambientalista” e o seu mais bem intencionado cidadão como um jogo de cartas.”

Oleoduto KXL, e o negócio do transporte de crude… juntamente com a democracia do país da liberdade EUA e o país mais bem visto do mundo ocidental o Canadá…

 Keystone XL: A arte do discurso das ONG/ Parte 1

12 de Abril, 2013.  350. org,  David Susuki Foundation, Foundations,  Greenpeace,  Indigenous net  Enviromental Network ,  Natural Resources Defende Council .  Non-Profit Industrial Complex ,  Pacifism as Pathology,  Pembina institute,  Rainforest Action Network,  Sierra Club,  W hitness &  Aversive Racism

Uma investigação de  Cory Morningstar

Em 2009, a  Berkshire Hathaway, com investimento de  Warren Buffet, anunciou o seu plano para comprar 77.4 % da Burlington Northen santa Fé  (BNSF), que ainda não possuía, por 26 milhões em dinheiro e ações, o maior negócio na história da Berkshire. O negócio, que incluiu o investimento anterior de Berkshire e a divida de 10 biliões de dólares da Burling Northen, de um valor total de 44 biliões. Buffet realçou que foi uma boa aposta nos EUA.

Seria uma aposta que tanto Obama como Hilary Clinton, iriam assegurar não perder.

Existe guerra de classes, claro, mas é a minha classe, a classe dos ricos, que a fazemos, e estamos a ganhar.” Warren Buffett

Fait Accompli

Fait accompli: “ Um facto conseguido, uma acção que se completa antes daqueles afetados por ela possam estar na posição de reverte-la.”

Barack Obama deve gratidão á 350.0rg. Sobre a sua administração, atrocidades grotescas e devastações ecológicas estão a acelerar pelo mundo a uma velocidade sem paralelo – Tudo em nome do povo Americano. Apesar deste fato, a 350.org, Sierra Club, Natural Resources Defence Council, Greenpeace e amigos todos sobressaem “ , para lá do seu dever” ao pintar este regime como limpo, cores patrióticas de vermelho, branco e azul, encobertos em uma verde esmeralda velino, encharcado de slogans PR da indústria de esperança e sentir-se bem com campanhas simbólicas. Na realidade, 350.0rg e outros não querem saber se vão parar as Tar Sands. Pelo contrário, chamam a atenção para um oleoduto que a industria nem precisa.

O Show

“ Existem outros projetos de oleodutos de cerca de 18 biliões de dólares, que estão aprovados, preparados para arrancar, nada no seu caminho, as pás estão no chão e  devem estar prontos em 2015…”

O oleoduto proposto para atravessar Montana, South Dakota e Nebraska provocou uma grande oposição das ONG ambientalistas e ativistas que argumentam que a extração de crude do petróleo Tar Sands aumenta os gases efeito de estufa que causam o aquecimento global. O segundo ponto de contenção é a segurança dos oleodutos, que são propícios a derrames e fugas. Mas esta é a estratégia de relações publicas por parte da 350.org: informação errada brilhantemente executada por design. No caso do KXL um projeto em que a ONG apontam as principais objeções (neste caso a segurança dos oleodutos) enquanto a industria silenciosamente implementa a “solução” que irá ser tolerada pelo publico. O ponto do caso: Os oleodutos das  Tar Sands (e todos os outros) vertem. São difíceis de manter e requerem manutenção contínua. Contaminação das águas, dos solos e de ecossistemas sensíveis são uma realidade e uma preocupação. A principal característica de venda da cisterna apresentadas pela indústria como uma solução é que elas são quase impermeável à punção e vazamentos, tendo sido projetado para saltar, se um trem descarrila. Em resposta, as ONG dentro do complexo movimento não irão lançar artigos com pouca ou nenhuma refutação, efetivamente dizendo ao público que o comboio deve ser uma opção mais segura.

 Anthony Sw ift, advogado do  Natural Resources Defende Council e co.autor de um dos relatórios mais críticos sobre segurança dos oleodutos, onde disse que a opção ferroviária não oferece uma alternativa viável para os oleodutos do Canadá. Disse também que os produtores de Tar Sands querem triplicar o output em 2030, que ultrapassará a capacidade das linhas ferroviárias. Mas o  U.S. State Departement, num relatório sobre keystone, disse “a fiabilidade do transporte ferroviário de quantidades substanciais de crude lucrativo” que dizer isto a negação do projeto “ dificilmente terá um impacto substancial no desenvolvimento das oil sands, ou da quantidade de crude refinado para a área da Costa do Golfo.”

“ Como os grupos anti- pipeline pressionaram a Casa Branca para matar o projeto, a industria do petróleo e caminhos de ferro construiram terminais para petróleo e a comprar tanques para enviar o crude canadiano por comboio. “ Não é necessária permissão – podemos por petróleo a circular por comboio que ninguém se queixa”, disse Sandy Fielden da  RBN Energy. Na campanha contra o keystone XL, a  national Wildlife Federatiom e outros grupos emitiram dois relatórios desde 2011 a criticar a segurança dos oleodutos, apontando que o petróleo canadiano é destruidor. Nenhum relatório menciona o risco de enviar petróleo por comboio. O drama aumenta no negócio de petróleo – caminhos de ferro no Norte da América ilustra a rapidez com que os transportadores se adaptam a novas opções. North Dakota, a produtora de petróleo nr 2 da nação atrás do Texas, envia a maioria do  petróleo por comboio de terminais construidos maioritáriamente nos últimos 3 anos.” 2013

Muitos poucos movimentos ambientalistas quer discutir, quanto menos conhecer, a feia realidade que a campanha para encerrar o Keystone Xl nada tem a ver com o fechar as Tar Sands. Atualmente a verdade é que por detrás dos protestos, temos uma industria férrea à espera de transportar o petróleo que seria para o Keystone XL.

O espetáculo acabou Interessa pouco se o Keystone Xl vai ser construido ou não. Se for aprovado, teremos uma florescente companhia férrea, mais o Keystone XL. A imensa quantidade de petróleo canadiano que circularia no Keystone Xl, continuará a circular para os EUA – por caminhos de ferro através do Minnnesota. Se o Keystone for recusado, Obama ganha credibilidade simbólica e legitimidade agora vindo e sobre o poder do “verde” e sua liderança, que automaticamente se estende à 350.org e seus amigos. (…) Devemos considerar, que a Forbes apontou em 2012 que até os investidores da  Transcanada não perderão:  http://www.goldmansachs.com/our firm/progress/brooklyn-navy-yard/index.html estima que se a Transcanada, que já investiu 1,9 biliões de dólares no projeto de acordo com o Business News Network, cancelasse o projeto, os seus ganhos por acção em 2012 e 2013 irão crescer entre 55 a 105 devido à redução do capital e custos financeiros da Transcanada.

(…) Obama demonstrou inequivocamente a sua imensa lealdade a Warren Buffet. Buffet revitalizou a industria férrea, pensada já morta. O atraso do oleoduto era tudo o que precisava. Os seus investimentos estão seguros. O oleoduto não interferirá com a pegada da firma e a revitalização que conseguiu. Poucos notaram. O complexo industrial não lucrativo está silencioso.

Outra dura lição para a Humanidade

2013; Companhias de energia norte americanas começam a investir mais nos caminhos de ferro que os caminhos de ferro por si próprios:

“ Um grupo de operadores de oleodutos de gás e petróleo liderada pela  Plains American Pipeline anunciaram panos só nos últimos e meses com custos de 1 bilião de dólares em projetos para carris para ajudar a mover mais crude dos campos e refinarias para as costas.  Warren Buffet Burlington  Northern Sante Fé, o maior caminho de ferro dos EUA, gastou 400 biliões em terminais em 2012… produtores e refinarias como a Devon Energy Corp e  Irving Oil Corp dizem que se irão vir ainda mais para os carris apara conseguir mais crude domestico para a refinaria que mais pagar…. mais de 220,000 vagões de petróleo serão enviados em 2012, a maior quantidade desde a segunda guerra mundial, de acordo com as estimativas da  American Association of Railroads. Cerca de 1 milhão de barris por dia serão descarregados em instalações em construção nos EUA. Isto é mais que dobro dos carregamentos atuais, com uma média de 456,000 barris por dia, de acordo com a Railroad Association.”

Claro, todos os novos carris levam a novas refinarias e novos tanques. Em 2013, foi reportado que a  Philips 66 e a  Valero Corp. Planeiam comprar 2,000 e 1,000 vagões. Os esforços da Philips 66 serão focados em mover o  crude Bakken enquanto a Valero utiliza-rá caminhos de ferro para mover oil sands de Alberta. Tais entidades corporativas irão requerer a utilização da Buffet’s Berkshire Hathaway, linha de carris para alcançar os seus objetivos.  Union Tank car Co. está a trabalhar a toda a capacidade para produzir contentores que levem o combustível nos comboios. A Union Tank Co. é propriedade do  Marmon group. Em 2007, 60% da Marmon Holdings foi adquirida pela Buffet’s Berkshire Hathaway, com os restantes 40% a serem adquiridos nos próximos 7 anos. Philips 66 recentemente finalizou um acordo de 5 anos com a  Global Partners LP para enviar 50,000 barris por dia do crude de Bakken para a sua refinaria de New Jersey por comboio num negócio avaliado em 1 bilião de dólares.

March 2013:  Sens. Lautenberg e  Rockefeller introduzem a lei para investimento nos transportadores

“ Investir nas estradas da nação, caminhos de ferro e auto-estradas trará mais trabalho, enquanto empurra a economia e a produtividade, diz Lautenberg, que preside ao  Senate’s  Commerce Subcommitte on Surface  Transportation and Merchant Marine  Infraestruture, Safety e Security. “ esta lei virá estabelecer um novo caminho para o financiamento federal e um aumento de projetos que venham a expandir os caminhos de ferro”. Todas as opiniões “precisam de estar na mesa” para renovar e expandir o sistema ferroviário, portos, auto-estradas, diz Rockfeller, que dirige o

 Senate Commerce Committee.”

Obama e Buffet: o amor continua

O presidente Obama tem sido muito aberto em relação à sua admiração por Warren Buffet, oferecendo-lhe a mais alta honra civil nos EUA em 2011

Em 2012 o Daily Mail, Uk publicou um artigo chamado “ O amor continua: Warren Buffett Time 100, escrito por Barack Obama.” O artigo declara “ A relação pessoal entre o presidente Obama e o financeiro Warren Buffet não é segredo. Obama já deu a Buffet A  Presidential Medal of Freedom, amais condecoração de honra civil no país, e uma política de taxas com o seu nome, Obama foi mais longe e pessoalmente  escreveu uma ode ao conselheiro de investimento com 81 anos na Time Magazine top 100. Obama escreveu um paragrafo dedicado aos valores morais juntamente com os seus processos económicos de Buffet.”

2010: O bilionário Warren Buffet adquire o controlo total da  BNSF Rail

A longo prazo, as noticias de mercado serão boas. No sec XX, os EUA entraram em 2 guerras mundiais e outros conflitos militares dispendiosos e traumáticos; a Depressão, uma dúzia de recessões e pânico financeiros; choques de petróleo, epidemias de gripe, e uma resignação e desagrado com o presidente. No entanto o DOW cresceu de 66 para 11,497 – Warren Buffet, 2008 

(…) Buffet Berkshire Hathaway (NYSE: BRK-B) começou a adquirir a Burlington Northen Sante Fé em 2007.

Com uma rede a valer cerca de 53,5 biliões (2013), Warren Buffett tem sido um  apoiante político influente e proeminente de Baraka Obama desde a campanha presidencial de 2008. Durante o segundo debate de 2008, os candidatos  Jonh McCain e Baraka Obama ambos mencionaram Buffett como um futuro Secretário do Tesouro, No terceiro debate , Obama referiu Buffett como um potencial conselheiro económico. Buffett foi citado como o homem mais rico do mundo em 2008, e terceiro em 2011, uma posição que troca frequentemente com Bill Gates. Em 2012 a Time citou Buffett das pessoas com mais influencia no mundo. Rotulado como um filantropo, o carismático Bufett lidera a diversão, doando biliões da sua riqueza à  Bill e Melinda Gates Foundation. Em 2006, Buffett anunciou que se juntaria ao painel de diretores da Gates Foundation.

Clintons, Warren Buffett,  1SKY/350.org, BERKSHIRE HATHWAY

 http://portaldafilantropia.org/pt/, dizem-nos. Vêm substituir os apoios do estado: em vez de redistribuir riqueza e planeamento democrático, políticas de austeridade estão no processo de despachar com o que eles vêem como uma relíquia irritante da história da classe trabalhadora . No seu lugar somos informados que devemos confiar na caridade dos gananciosos e mais exploradores da sociedade, os lideres capitalistas do nosso país. Um grupo de indevidos com temperamento psicológico é melhor descrito como psicopata do que altruísta..” Michael Barker citando Joel Bakan . A Corporação, 2004

Warren Buffett é um ávido admirador de Hillary Clinton e  apoia na campanha para 2016. A admiração e apoio de Buffett a Clinton ( financeiros e outros) é muito procurada. O atraso do KXL significou biliões de lucros para no investimento de Buffett na industria ferroviária em crescimento.

Buffett começou a “comprar” Obama e Clinton desde 2007. Podemos dizer seguramente que ele “é dono” dos dois. Interessa pouco. Um homem com tanto poder monetário como Buffett tem a capacidade de arrasar a economia americana se eles falharem. Uma coisa podemos ter a certeza não existe nada que Obama e Clinton não façam por Buffett.

Em 2007, Bloomberg noticiou que “ A confiança cega da senadora Hillary Clinton e do presidente Bill Clinton levou-os a investir na Rupert Murdoch´s  News Corp.,  Wal-Mart Stores Inc.,e na Berkshire Hathaway Inc de Buffett.” Clinton dissolveu o fundo no inicio no mês devido ao conflito de interesses visível à luz da sua nomeação democrática para presidente. Os Clintons “ tem entre 15.000 dólares e 50.000 na Burkshire Hathaway.” O fundo representou 5-25 milhões do overall assents que foram avaliados entre 11 milhões a 51 milhões. ABC News noticiou que Bill Clinton era 2 na “ The Most Influential Networking Tycoons” pela Wealth-X que “ estima que a sua rede vale cerca de 30 milhões. No entanto, o valor do seu circulo de influencias é de 227 biliões.

O que o “movimento” ambiental não deseja reconhecer este fato que os Clintons era integral à criação da 1Sky/350.org como os Rockefellers. Na  Rockefeller Family Fund 2007,  relatório anual, fica claro que a 1Sky é uma ONG iniciada pelos Rockefeller. Tais projetos incubadores são comuns dentro de poderosas fundações, no entanto o publico tem pouco conhecimento de tais práticas. (…)

“ A  The Clinton Global Iniciative e a  Power Shift 2007 ajudou-nos a entrar no mapa, e a  EchoDitto doaram tempo para ajudar a lançar o nosso site interativo… de fato, a tragédia de crescimento desta campanha tem sido de tirar o fôlego.” – 1Sky’s (350.0rg) Relatório Anual 2007-2008

Para alguém familiarizado com os Rockefeller e a sua história elitista, classicista e antidemocrática, da mentalidade de exploração e expansão do neoliberalismo sobre a administração de Clinton, isto por si deve ser alarmante, como também as iniciativas políticas de apoio à economia que lançou por exemplo a existência 1Skys/350.org.

Em Abril de 2011. 1Sky e a 350.org anunciaram a sua fusão “oficial”(…).  1Sky Education Fund foi a entidade legal da 350.org. (…) Uma questão óbvia será porque ajudaram os Clintons a criar, participar (via a Clinton Global Initiave), e promover uma ONG que iria, dentro de 3 anos, opor-se ao keystone Xl sobre o olhar da secretária de estado, Hillary Clinton.

“Enquanto muitos executivos de corporações possam ter numerosas características pessoais louváveis o seu compromisso em seguir os interesses da sua classe – à custa das massas humanas – necessariamente significa que eles devem misturar os meios para mascarar a sua ilegitimidade e poder e encorajar ativamente um sentimento de futilidade entre os governados. A criação de ONG, conhecidas como fundações filantrópicas, servem uma função critica para as elites no poder . – Teresa Odendahl 1990,  Bill Clinton Philanthropic Propaganda

O ex presidente Bill Clinton anunciou a campanha 1Sky em Setembro de 2007 na Clinton Global Initiave. Rockefeller Brothers Fund presidido por  Stephen Heinz,  Betsy Taylor, 1Sky Chair, e Jess Fink,  Mission point capital Partners, juntaram-se a Bill Clinton em palco no reconhecimento do dever da Rockefeller Brothers Fund para coma 1Sky. A família Rockefeller contribui no mínimo 1 a 5 milhões para a Clinton Foundation. Bill Clinton é citado como um aliado da 1Sky/350.org no web site sobre a insígnia de “ Pessoa Notável”.

“Junho, 6 a 8 meses depois de estarem instalados achei que eles consistem em vinte reboques pré-fabricados importadas assolada por uma série de problemas, desde bolor, calor intenso e construções deficientes. Mais preocupante, eram fabricados pela mesma empresa,  Clayton Homes, que está a ser processada pelos EUA por fornecer à  Federal Emergency Management agency contentores no acordar do furação Katrina. Amostra colhidos de 12 contentores no Haiti detetaramnpreocupantes valores de substancias cancerígenas em um… as casas Clayton são propiedade da Berkshire Hathaway, a empresa de Buffet, um dos membros do setor privado da Clinton global Iniciative, de acordo com o site da iniciativa.

(…) Em miados de junho, duas das escolas eram da Clinton Foundation, as aulas acabaram nesse verão porque a temperatura nos contentores frequentemente excediam os 100 graus, e um ainda está por abrir com falta de água e saneamento.

Em 2008, o Wall Street Journal noticiou que a Bill & Melinda Gates Foundation deu 22,5 milhões à fundação Bill Clinton. Em Abril, 2011, durante o focus da campanha Stop the Keystone Xl, Gates tornou-se o maior acionista da  Canadian national  rail.

Profissionais verdes com ligações à 350.org/1Sky tem encontros secretos com a casa Branca, algumas vezes isso foi documentado na imprensa.

(…) Enquanto os complexos industriais não lucrativos conseguirem iludir que representam a sociedade civil no que diz respeito a assuntos críticos como as alterações climáticas., a realidade é bem diferente. Pelo contrário, o complexo é simplesmente uma extensão do Estado.  Jesse Tolkan, que na altura era líder do movimento juvenil da 350.org, fala desta realidade nestes termos: “ a minha memória mais viva dos encontros é a ideia de que não se pode falar de alterações climáticas.” Presentes nesta reunião estavam  Bill McKibben Betsy Taylor e  Van Jones da 1Sky/350.org.

A direita neo liberal também está a tomar nota de onde a 350.org recebe o seu apoio financeiro 2013 no  artigo do Financial Post.

“ Pela minha analise da informação da  U.S. Foundation Center e da apresentação de impostos das fundações de caridade americanas, as campanhas McKibbens receberam mais 100 garantias desde 2005 num total de 10 milhões de 50 fundações. 6 dessas era de 1 milhão cada…

Desde 2007, os Rockfellers pagaram 4 milhões através da 1Sky e 350.org, dizem os impostos O  The  Shumann Center deu 1,5 milhões a 3 campanhas de McKibben como também 2,7 milhões para o  Jornalism Program na Middlebury College, em Vermont, onde McKibben está em cima… O que a lista de doadores da 350.org falha ao anunciar que algumas fundações só doam 5,000 ou 10,000 dólares, enquanto 2 doadores não identificados doam metade do orçamento da 350.org . A 350.org recusa a identificar esses doadores.

Durante 2011, a 350.org teve novamente um pagamento de 2 milhões, incluindo 622,000 para consultores.”

2011: Bill Gates- agora o maior acionista individual na CN Rail

Cn tem transportado 10.000 toneladas de crude tar sands todos os dias para o Golfo do México para a Altex Corp. Desde 2011.”

“ Bill Gates e Warren Buffett visitam Alberta oil sands. Dois dos maiores homens mais ricos do mundo, Microsoft coro de Bill gates e o seu amigo, o envestidor americano Warren buffett,

silenciosamente voaram para o nordeste de Alberta (…) – Calvagary Herald, 2008

Bill Gates tem investido ativamente na Canadian Nation por anos (desde 2002) enquanto simultaneamente, a CN tem construido o seu poder através de rápidas aquisições que incluem a  B C rail , posicionando- se como a única empresa de carris no nordeste da British Columbia. Em 2006

O stock dos caminhos de ferro representavam aproximadamente 1,4 biliões do portfólio de investimento de Bill Gates, avaliado em 3,4 biliões. Com este fluxo de dinheiro, a CN aproveitou, adquirindo caminhos de ferro no norte de Alberta como também  Athabasca Northern railway que liga Fort McMurray a Edmonton

Em 2004, Bill Gates tornou-se diretor da Berkshire Hathaway, a única fora da sua, da qual também é diretor. A Bill Gates  Cascade Investemente LLC é a segunda maior acionista da Berkshire e é dono de mais de 5% da classe B de acções.

(…) Em 2001 Canada Globe and mail noticia: “ Bill gates é dono de uma linhas de carris no valor de 3,2 biliões, fazendo dele o maior acionista na Canadian National Railway Co… “ele tem vindo gradualmente a comprar mais ações da CN,  RB Dominion securities Inc. diz o analista Walter Spracklin.”

 

(…) CN nos Média

“ A iniciativa das ramificações geopolíticas e energia da Canadian National Railway pipeline on rails” é um game- changer para o Canadá… Dentro meses, a CN irá enviar 10,000 barris diariamente de produtores de reservas marcadas. O caminho de ferro irá entregar a produção de oil sands através de carris, reduzindo a sua viscosidade com condensados e diluentes.

(…) CN começou a enviar oil sands para a  California de Cold Lake, Alta, para Chicago e Detroit, e crude de Bakken, um plano em crescimento em  Saskatchewan, para o Golfo do México. (…)

“CN continua a trabalhar de perto com clientes de Alberta para capitalizar as oportunidades relacionadas com gás e petróleo”. CN vê potencial para o movimento dos produtos das oil sands como bitumen e crude sintético para refinarias na região da Costa do Golfo, ou eventualmente através dos portos da Costa Oeste para mercados off shore.”

(…) As firmas na teia da sociedade nunca são deixadas ao acaso. Nenhum grupo de pessoas é organizado, disciplinado e unido em proteger a sua perseguição patológica de dinheiro à custa das pessoas e planetas. Por quanto tempo os oligarcas têm estado a planear esta aquisição e expansão dos carris ainda não é clara, mas podemos assumir seguramente 2009 como a luz da aplicação da Transcanada para o Keystone liderada pelas ONG, apresentaram a oportunidade para uma nova

investida e investimento de riqueza, domínio a captura.

2012:  Bill Ackman – agora o maior acionista individual na CP Rail

Talvez não seja surpresa o facto como em 2012, o fundador e CEO do fundo  Pershing Square  capital Management é agora o maior acionista individual na CP (  Canadian Pacific). Juntamente com gates, Clinton e Buffet, Ackman está no  nr 3 dos 50 com mais influencia na rede de indeviduos”, pela Weailth -X, que estima um valor de  influencia de Ackmans de 194 biliões.

350.org

O keystone Xl, proposto pela Transcanada, baseada em Calgary, Alberta, iria inicialmente mover 700,000 barris. 350.org argumenta que petróleo que sai dos EUA irá reduzir o desenvolvimento das tar sands. Mas num sistema capitalista industrializado que depende de um crescimento continuo utilizando estratégicas discursivas.

Não se pense que o complexo industrial não lucrativo não tem pistas sobre a industria dos carris. Pelo contrário. No  Environmental Impact Statement é declarado que “ mesmo na situação onde possa parar o oleoduto por 20 anos, parece que não haveria conflito, e existe capacidade suficiente nos carris para acomodar todo o crude….pelo menos até 2030…. táticas do  Departement of Transportation… conservando a estimativa que os carris fronteiriços do Canada para os EUA podem acomodar comboios crude oil de 1,000,000 barris por dia.

“ Agora cada vez parece mais que o oleoduto pode ter sido um engodo, com pagamentos pela PR – como uma esmola política com os EUA a segurança petrolífera e fornecimento; comum uma distração para cobrir os planos dos caminhos de ferro; e uma diversão para a silenciosa expansão do oleoduto  Kinder Morgan Trans Mountain, que resultou num rápido aumento do tráfico de tanques de petróleo para o terminal de Vancouver Westridge, que resulta em mais de 150 tanques por ano junto das águas Second Narrows. (…)

Wayde Schafer, North Dakota Sierra Club, disse que a decisão de Obama foi apropriada o petróleo que iria para o oleoduto será transportado sem riscos ambientais em comboios ou camiões. “ Não há duvida que o petróleo por carris ou camião é muito mais perigoso que por oleoduto, mas novamente, temos de ter uma resposta adequada e em tempo e temos de encontrar um oleoduto apropriado ou só estamos a procurar problemas” Diz Schafer. Hamns Enid, empresa de petróleo e uma das mais antigas operadoras do North Dakota declara grande parte da produção da empresa é enviada por comboio. Se o keystone Xl não for construido, a produção de petróleo será engolida mas o petróleo domestico será mais valiosos sem a competição do crude Canadiano, disse”.

“ Com uma expansão modesta, caminhos de ferro podem aguentar toda a nova produção de petróleo no oeste canadiano até 2030, de acordo com analises da proposta Keystone XL pelos EUA…A produção de bagões sobre carris já está 3 anos em avanço com empresas como  Greenbrier Cos Inc e  American Railcar industries Inc. que se expandem para encontrar as necessidades para as areias utilizadas na exploração de gás e petróleo, de acorde com Steve Barger, um analista na  Keybank Capital markets Inc, em Cleveland, citando as estatísticas do  Railway supply Institute.

Os caminhos de ferro estão a ser usados em North Dakota ( STOND1) , onde os produtores de petróleo conseguiram um aumento de devido à utilização de técnicas de perfuração em Bakken, uma formação geológica que vai desde o Sul de Alberta até aos US Great Plains.

Durante 2011, a capacidade dos carris na região triplicou quase 300.000 barris dia como uma produção que excedia os oleodutos, de acordo com o relatório do State Departement sobre Keystone.

Artigos publicados em 2012, tornam claro que apesar da 350.org ter protestado para parara Warren Buffett e seus comboios de carvão, não existe nenhum comentário dentro do complexo industrial não lucrativo de enviar petróleo de comboio.

Se completado, o keystone irá acrescentar 830,000 barris por dia, aumentando a capacidade total de 1,1 milhão de barris por diariamente. (…) BNSF Ceo Matt Rose disse que novos carregamentos agora enviam 525,000 barris por dia e espera crescer até aos 700.000 até ao final do ano.. os carregamentos podem chegar ao milhão de barris nos próximos 18 meses.

Petróleo através dos carris está a crescer. Podemos pensar que é um grande desenvolvimento na campanha para parar o XKL. Mas quando procuramos no site da 350.org pelas palavras rail ou BNSF, esta palavras chave aparecem somente em 3 resultados. Todas as 3 focam-se no carvão. A realidade pode ser frustrante quando se mete no caminho de uma grande campanha. Ninguém quer ver a realidade , ou não estão interessados em ouvir nada mais que a sua matéria.

A proliferação das tar sands

Mas vamos ter cuidado para não por palavras na boca das pessoas. Quando a campanha foi oficialmente lançada em Novembro 2010, ficou claro que fechar as tar sands não era a intenção como não o é agora). Em vez, a coligação oficial diz: “ A campanha  No Tar sands Oil é um esforço para parar a expansão das tar sands canadianas, advogando as suas energias limpas alternativas. Stop Xl irá efetivamente substituir o slogan “  Shut Down the Tar Sands” – um slogan claro. Por outras palavras, esta nova campanha é amiga da industria como também uma diversão necessária para distrair a população da raiz dos problemas ecológicos do planeta. (…)

Por detrás da campanha Tar Sands ( incluindo RAN, Greenpeace e a David Suzuki Foundation) são as  organizações que venderam a  Boreal Florest em 2008 e 2010.

Defender a nossa costa capitalista

Não se preocupem – como todo o capitalista, Buffett tem todos os T cruzados. Se ou quando o KXl for aprovado, BNSF irá lucrar desta aventura também. “ Um documento mostra que a BNSF e a Transcanada, Keystone Xl, entreram num acordo em 2008. O acordo dizia que a BNSF transportaria materiais de construção para o oleoduto no Norte da América e para as tar sands de Alberta. E apesar dos tanques não substituírem completamente os oleodutos no norte dos EUA, com uma população adita ao petróleo com uma apetite para o consumo e lixo isto não nada mais visceroso. Mesmo que o Keystone Xl de 5 biliões seja aprovado a procura de crude através de carris irá continuar devido ao fato

1 Demora anos a construir oleodutos

2 O arranque de Buffet e Gates assegura que a industria de comboios controlará o mercado.

Todos os caminhos levam aos carris

“ Estamos a ver uma oposição sem precedentes contra os oleodutos” Nathan Lemphers, analista no Pembina Institute. Também a caminho estão 10.4 biliões para se construir um caminho de ferro com 2,400 km para transportar petróleo de Alberta para o Alaska, onde será enviado para fora via barco.

Buffet não menos que brilhante. Deliberadamente atrasa o KXL como resultado do petróleo aprisionado no Canadá enquanto os EUA expandem a sua necessidade de petróleo. Não é de surpresa que as corporações, via fundações, estão a distribuir milhões de dólares a ONG e grupos de raiz para manter oleodutos como o KXL no ar.

È claro que estamos a testemunhar uma oposição sem precedentes ao projetos para oleodutos; para desviar a atenção do industria férrea. A única questão é, quando vamos perceber que mais uma vez estamos a ser manipulados por aqueles que dizem falar pela sociedade civil, mas atualmente servem para proteger o sistema e, por extensão, os seus fundadores, sem os quais os manipuladores deixariam de existir?

Um sistema de carris nos valor de 4 milhões seria igual a 6 oleodutos. Expandir infraestruturas pode demorar anos, expandir carris é fácil: construir alguns terminais ou comprar mais tanques e maquinas. Um simples comboio pode puxar 110 tanques. O custo estimado para a expansão férrea é 1/10 do capital requerido para as infraestruturas dos oleodutos.

Fumo e espelhos

Obama é um carismático orador e uma cortina de fumo para a industria de petróleo. Utilizando o seu carisma, ele salvaguarda o seu vizinho tóxico , Canadá, protegendo-o do escrutínio do público americano. Por sua parte, O Canada tem tido um papel vital na expansão férrea utilizando a corporativa  Canadian Natural Resources Ltd Board of Records, que inclui D.Griffin, ex embaixador do Canadá, diretor da  CIBC, HYPERLINK  “http://www.transalta.com/”  Transalta C orp, Canadian National Railway e um lobbista registado da  Nexen Energy Inc, parte da  Syncrude.

(…) por um momento, tenta imaginar os verdes progressivos se este mesmo cenário se passa-se sobre a administração Bush. Organizações como 350.org teriam um campo petrolífero. Na administração democrática e do presidente negro na Casa Branca, a esquerda dominante nunca teve tão fácil caminho para proteger o capitalismo e os privilégios brancos através da estratégia de discurso. As populações nativas que vivem nos locais envenenados e sofrem todos os dias, são usados para as lindas fotos “Stop XL”, enquanto as minas de petróleo, refinarias e fracking continuam a crescer a um ritmo acelerado. Uma importante questão que deve ser perguntada é : Porque continuam as pessoas a acreditar que ONG como a 350.org/1Sky que são iniciadas e fundadas pela Fundação Rockfeller, Clinton Foundation, Ford, Gates, etc… existam para servir as pessoas em vez das entidades que as criaram) Desde quando esta poderosas elites investem em aventuras que negativamente atingirão a sua habilidade para manter o poder, privilégios e riqueza? Os oligarcas jogam o “ movimento ambientalista” e o seu mais bem intencionado cidadão como um jogo de cartas.

Retirado da pagina: http://wrongkindofgreen.org/2013/04/12/keystone-xl-the-art-of-ngo-discourse-part-i/

Condensed TimeLine:

June 25, 2006: Buffett pledged to donate most of his wealth to the foundation established by Microsoft Corp. co-founder Bill Gates and his wife, Melinda Gates, as well as other “philanthropic” organizations.

  • 2007: 1Sky (officially merging with 350.org in April of 2011) is created by the Clinton and Rockefeller foundations in collaboration with “progressive greens.”

 

  • 2007: Warren Buffett’s Berkshire Hathaway begins to acquire the Burlington Northern Santa Fe railroad stock.

 

  • 2007: 60% of Marmon Holdings (Union Tank Car Co.) was acquired by Buffett’s Berkshire Hathaway, with the remaining 40% to be acquired in the next five to seven years.
  • Feb 7, 2008, Financial Post quoting Warren Buffett “The tar sands are probably as big a potential source of production 15 to 20 years from now. It would surprise me if the world wasn’t wanting to use 200 million barrels per day [of oil] in 15 or 20 years. The tar sands are the biggest single possibility to fill the gap that, it looks like, will otherwise develop in the next decade or two.”

 

 

  • Aug 19, 2008: Warren Buffett and Bill Gates make a quiet visit to the Alberta tar sands.

 

  • Railway Magazine Nov/08: Burlington’s Manager of Businesses Development, Jane Halvorson, identified an “opportunity to offer rail service as an alternative to pipelines to get the bitumen blend to the refineries.” Depending, she added, on “partnerships with the Canadian railroads.”

 

 

  • Sept 19, 2008: TransCanada submits application to State Department for a Presidential Permit for the Keystone XL tar sands pipeline. The State Department commences the environmental review process.

 

  • Feb 2009: Thousands of citizens, including many who live along the pipeline route, express to the State Department serious concerns about the proposal in public hearings and in written comments.

 

  • April 9, 2009: Game-changer: Canadian oil sands will bypass US for Asia

 

 

  • August 2009: US State Department approves the Enbridge’s Alberta Clipper Pipeline, a key tar sands pipeline. 350.org et al are silent.

 

 

  • Feb 4, 2010: 86 US organizations call on President Obama to reject the pipeline.

 

  • June 19, 2010: Midwestern Crude Oil Moving In Unit Trains Again

 

  • July 14, 2010: Obama Meets With Buffett to Discuss Economy, Jobs

 

  • Nov 5, 2010: COALITION LAUNCHES NATIONWIDE ADVERTISING CAMPAIGN CALLING FOR OBAMA TO STOP OIL PIPELINE [“The No Tar Sands Oil campaign is an effort to stop the expansion of the Canadian tar sands, advocate for its clean up and propel new energy alternatives“][Emphasis added.]

 

 

  • Feb 7, 2011 – CN, CP push for a “pipeline on rails”

 

  • Feb 15, 2011: Obama Honors Buffett, Bush With “Medal of Freedom”

 

  • April 24, 2011: Bill Gates largest shareholder in Canadian National | “Bill Gates owns a $3.2-billion train set, making him the largest shareholder in Canadian National Railway Co.”
  • July 28, 2011: Rail makes a comeback in moving oil around the US

 

  • Summer 2011, Tar Sands Express – Enbridge Northern Gateway Pipeline or the Railway? Or Both?

 

  • Summer 2011: Is the Real Gateway Pipeline on Rails?

 

  • August 23, 2011: Obama Talks to Buffett About Economy in Preparation for Speech

  • Sept 21, 2011: Buffett to host high-profile fundraiser for Obama ($35,800 per person)

 

  • Nov 3, 2011: Oil aboard! Railroads shipping more Alberta crude

 

  • Jan 8, 2012: Gates and Buffett All Aboard With Railroads

 

  • Jan 20, 2012: More ND oil will be railed with no US pipeline

 

  • Jan 23, 2012: Demise of Keystone XL Means More Bakken Shale Gas Flarin

 

  • Jan 23, 2012: Buffett’s Burlington Northern Among Pipeline Winners

 

 

  • January 2012: BNSF expects shales, domestic intermodal and other promising sectors to propel 2012 traffic beyond GDP-growth levels

 

  • Feb 1, 2012: Buffett Railroad Boosts Capital Plan to $3.9B

 

 

  • Feb 3, 2012: Warren Buffett Exposed: The Oracle of Omaha and the Tar Sands

 

  • March 1, 2012: Buffett Poised to Win Bet on U.S. With Burlington

 

  • March 24, 2012: BNSF Galesburg Yard’s New Tracks Are In Service | “Okay, it’s time to reveal the big secret.”)

 

  • April 18, 2012: The love affair continues: Warren Buffett’s Time 100 tribute is written by… Barack Obama

 

  • May 2, 2012: BNSF plans $202 million capital program in Nebraska

 

  • May 17, 2012: How Bill Ackman drove in the last spike at Canadian Pacific Railway

 

 

  • June 27, 2012: Southern Pacific Resource Corp. completes arrangements to transport and market bitumen via CN to the U.S. Gulf Coast

 

  • Aug 8, 2012: Oil shipments are Albany-bound – North Dakota crude will be shipped by rail to port, loaded on barges

 

  • August 16, 2012: Keystone XL pipeline construction begins amid protests

 

  • August 21, 2012: Railways ship bitumen to relieve pipeline bottlenecks

 

  • Sept, 2012: Shale Oil and Gas: Revitalizing Inland Transportation Networks

 

  • Sept 4, 2012: BNSF Expands Bakken Oil Transport Capacity to One Million Barrels per day

 

  • Sept 10, 2012: How Bill Ackman drove in the last spike at Canadian Pacific Railway

 

  • Oct 8, 2012: Warren Buffett And Carl Ichan Are Investing In Fuel Refiners

 

  • Oct 8, 2012: Oil On the Tracks: How Rail Is Quietly Picking Up the Pipelines’ Slack

 

  • Nov 6, 2012: CN Rail, CP Rail surging with crude oil moving by trains

 

 

  • Nov 10, 2012: Rail’s new oil rush: Calgary firm will ship via CN to U.S

 

  • Nov 17, 2012: Former Clinton and Bush Cabinet Members, Now Oil and Gas Lobbyists, Expect Keystone XL Green Light

 

  • January 3, 2013: UPDATE 1-U.S. petroleum rail shipments up nearly 50 pct in 2012

 

  • January 3, 2013: Buffett Like Icahn Reaping Tank Car Boom From Shale Oil

 

  • Jan 6, 2013: Questions loom over railway to Alaska to ship Alberta tar sands oil

 

 

  • Jan 14, 2013, North American energy companies are starting to invest more in railroad terminals than the railroads themselves

 

  • Jan 22, 2013: Railroads hauling oil plant their flags in pipeline territory

 

 

 

  • Feb 6, 2013: Crude loves rocking rail – The year of the tank car

 

  • Feb 16, 2013: Oil Aboard! Tar Sands Industry Eyes Nexen Rail Alternative to Stalled Pipelines

  • Feb 18, 2013: Price differentials boost rail transport of blended bitumen

 

  • Feb 27, 2013: Threats to the Environment and the XL Keystone Project: “It’s Not About Oil Pipelines, It’s About Tar Sands”

 

  • March 01, 2013: Lautenberg and Rockefeller introduce transportation investment

 

bill

 

  • March 3, 2013: Canadian crude oil finds a new pathway through Minnesota

 

  • March 5, 2013: Buffett Says Gloat Like Rockefeller When Watching Trains

 

  • March 6, 2013: If Buffett Were Canadian, He’d Want This Stock (Canadian National)

 

  • March 6, 2013: Still Months from a Decision, Keystone XL Debate Rages On

 

  • March 7, 2013: Berkshire’s Oil Hauling Railroad Tests Switch to Natural Gas

 

  • March 9, 2013: Buffett Wins Big From Railroad Crude Shipments

 

 

 

Retirado da pagina:  http://wrongkindofgreen.org/2013/04/12/keystone-xl-the-art-of-ngo-discourse part-i/

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Yes, we can!

Desculpem os erros…

….

Apoio a Idle No More (parem as Tar Sands)

O Canadá é dos principais paises que faz lobbing na Europa para a legalização das Tar Sands em território europeu, para alargar o mercado. Os povos indígenas são os principais prejudicados. Os “acordos” centenários entre o Governo canadiano e o povo local estão a   ser violados. As suas terras são vendidas à industria do petroleo sem os consultar ou informar. Hoje os rios estão contaminados, as terras destruidas e o ar carregado de toxinas, os cancros aparecem e aumentam a um ritmo alucinante. Tudo para a exploração das Tar Sands, no Canadá.

O que se passa no Canadá é um exemplo, existem casos por tudo o mundo, Africa, America Central, Asia, etc…, as mesmas corporações, os mesmos métodos.

IDLE NO MORE é um grupo criado por mulheres para unir as tribos indias canadianas contra a exploração Tar Sands, acreditam na união internacional pela conservação das suas raizes e modos de vida.

Em Portugal também esta em causa a saúde, os direitos e uma sociedade sustentátel e justa com o fracking. No Canadá, as explorações, estavam como estão em Portugal hoje , “em estudo”,  “sem certezas”, hoje os povos enfrentam o fim do seu modo de vida em parceria com a natureza, morrem de cancro e ficam sem água potável e terra saudável, o mesmo pode acontecer em Portugal com o investimento fracking.

Clic: apoio a idle no more

Desmatamento for Oil

elsalvador

canada-tar-sands

 

 

 

tarsandsDESMATAMENTO

Começamos a perceber a escala da indústria tar sands, que foi rotulada como o maior projecto industrial na terra, quando olhamos aos valores da quantidade de terra usada. As cicatrizes e lagos tóxicos criados pela extracção na região podem ser vistas do espaço. As fontes de Alberta ficam sob uma área maior que Inglaterra, indicando a vasta área que pode ser afectada se o projecto for em frente. Existem também depósitos de tar sands na vizinha Saskatchewan que ainda não está em desenvolvimento.

Só 20% do betume é superficial o suficiente para ser minado. Os restantes 80% requerem extracção e métodos de produção in situ, normalmente usando vapor injectado nos reservatórios. Menos dramático visualmente do que a destruição causada pelas minas, a produção in situ tem um grande impacto devastador na floresta e na vida selvagem onde está localizada. Linhas sísmicas de exploração redes de gasodutos e oleodutos, centros de energia e produção de vapor, tanques de colher produtos, poços e estradas significam que na maioria dos projectos nunca se esta mais longe 250 metros de uma construção da industria.

A fragmentação da floresta põe ameaça a vida selvagem, que tem sofrido uma queda acentuada nas áreas afectadas pelas tar sands. O tipo de floresta destruída pela extracção in situ tem sido descrito pelo Pembina institute, como “morte por mil cortes”.

A área total que pode ser afectada se os projectos forem em frente é de 13.8 milhões de hectares.

Área total de extracção tar sands é de 14.076,000ha, Inglaterra tem 13.039,500ha.

 

RECUPERAÇÃO DAS TERRAS: facto ou fantasia?

As empresas e o governo canadiano apontam para planos e experiencias com reclamação de terras para dizer que o impacto pela minagem será recuperado. Até hoje existem poucas provas que isso possa acontecer. Muitos da terra minada são habitats alagados muito difíceis de recuperar.

E.A. Johnson professor de biologia e co-autor do relatório científico por detrás das reclamações nos locais de exploração de tar sands, disse:

Restaurações são geralmente em pequenos projectos, poucos hectares, mas agora somos confrontados com paisagem na qual a reconstrução tem de começar com centrais modelo e depois o solo… Tem de se reconstruir a drenagem, o fluxo da “groundwater” , e isto são coisas para a qual existe pouco conhecimento. Não é tão claro para mim que toda a gente possa entender a complexidade de todo isto.”

 

 

 

 

 

Keystone XL

KEYSTONE XL

Muitas das refinarias da Costa do Golfo estão preparadas para processarem crudes pesados e tem trabalhado por muitos anos tendo como fontes o México e a Venezuela. O crude Mexicano está em declínio e as refinarias estão nervosas com a estabilidade da produção na Venezuela e o negócio bilateral que o país assumiu. Conselheiros para a Transcanadá, a companhia que propõe construir e operar o Oleoduto Keystone XL, calculam que as refinarias servidas pelo Xl podem processar cerca de 14 milhões b/d de petróleo pesado em 2017. Algumas dessas refinarias, incluindo a Valero Port Arthur aumentaram ou estão a aumentar a sua capacidade de produção. Consequentemente o mercado potencial para as tar sands entregues pelo XL está actualmente a aumentar.

A maior barreira para a expansão do crude tar sands processado na USGC é a corrente falta de capacidade do oleoduto. O oleoduto XL é a resposta para a indústria, e a proposta tem um apoio considerável da indústria. Aprovação já foi garantida no Canadá, e o processo está para votação nos EUA. A TransCanadá espera que o processo esteja pronto a meio de 2010. Se for aprovado e apoiado financeiramente a construção pode começar no final de 2010 e pode estar ao serviço em 2012-2013.

O XL tem a capacidade de bombear 500.000 b/d pelas 1,980 milhas desde Hardistry, Alberta para Nederland, Texas com a possibilidade adicional de ir até Houston. Abastecer também Texas City e Lake Charles, Louisiana.

O crude tar sands será a primeira fonte de petróleo para o XL. Os produtores de tar sands que se comprometeram a fornecer o oleoduto inclui a Canadian Natural Resources Limited e EnCanadá Corporation. A Shell e ConocoPhilips estão a apoiar o plano.

Na outra ponta do oleoduto, diz a Transcanadá, que as refinarias da Costa do Golfo nos EUA já assinaram um acordo onde se comprometem num contracto de longo termo para entregar 380.000 b/d desde o XL. Diz-se que a Valero é a que mais se comprometeu e os que passaram como seus executivos têm frequentemente referido o seu apoio ao Keystone XL. A refinaria em Port Artur provavelmente receberá a maior fatia; mais de 80% dos seus 310.000 b/d é configurado para petróleos pesados. A Valero está comprometida com várias companhias de petróleo canadianas para entregarem tar sands via keystone, incluindo pelo menos 100.000 b/d só da CNRL.

As 15 refinarias que terão acesso ao XL juntas contam cerca de metade da capacidade do USGC, aproximadamente 4,3 milhões b/d. Incluem a Shell, que está a trabalhar numa expansão que fará dela a maior refinaria nos EUA com um significante crescente de petróleos pesados.

Se o XL for construído, a proporção de crude tar sands que vai ser processado por estas refinarias certamente irá aumentar. A julgar pelas declarações da Valero sobre o seu compromisso para com o oleoduto XL, parece que a sua cadeia de fornecimento será significativamente preparada para as tar sands. As nossas pesquisas mostram que a refinaria de Port Artur trabalha 9,5% crude tar sands, e pode vir a trabalhar 80% com o XL em operação.

Uma preocupação para os europeus deve ser a possibilidade de não só a Valero vir a dominar o processamento das tar sands nos EUA, como a Valero ser a maior exportadora para a Europa e ter planos para aumentar o seu comércio.

Economia Suja Tar Sands

O preço económico das tar sands

Até, recentemente, as tar sands eram muito dispendiosas eram tecnicamente difíceis de explorar para torna-la comercial a nível global, e ainda é o caso dos preços terem de ser altos e os custos baixos para ser rentável. São a fonte mais cara de petróleo do mundo.

 Análises mostraram que um preço de $70 a $100 é necessário para a produção ser rentável, e para a extracção in situ que requerem poços mais fundos os valores sobem. O investimento actual é lento devido aos altos custos de exploração, ampliado pelos efeitos nos preços do petróleo e da dificuldade de obter crédito. No entanto, o comercio ainda é instável, mas com empresas europeias como a Shell, Statoil, Total e BP a investirem nas tar sands. No caso da Shell, as tar sands representam cerca de 1/3 das suas fontes globais, enquanto a BP pretende investir $5 Biliões, trocando 50% da sua refinaria em Toledo por 50% do projecto Sunrise da Husky Energy´s.

Existem questões sérias sobre a viabilidade económica a longo termo do desenvolvimento das tar sands. Analistas e investidores perguntam-se se as empresas estão a levar adequadamente os preços futuros do carbono, regulamentos para baixo carbono, e os preços voláteis do petróleo. De acordo com a IEA, é muito provável que um preço mandatário para as emissões de carbono seja introduzido: mesmo sobre o cenário conservador “450 Scenário”, a IEA estima que o preço do carbono em países industrializados subirá para os $50 por tonelada em 2020 e $110 em 2030. Isto acrescentará $5 a 11$ ao preço médio de produção de barril de tar sands, isto ameaça a estabilidade financeira de muitos projectos tar sands.

As resoluções de investidores introduzida no 2010 AGM´s da Shell e da BP pergunta por “claridade em relação às declarações macro – económicas da Shell e BP em decidir aplicar capital na aquisição e desenvolvimento de tar sands. Os investidores também citaram análises do Deutsche Bank sugerindo que os preços do petróleo podem reduzir a procura, permitindo uma reviravolta permanente para produtos de energias mais eficientes e petróleo mais eficiente e substituição.

Os custos ambientais e de segurança energética do petróleo não convencional

Companhias petrolíferas como a Shell declaram que a Carbon Capture e Storage (CCS) e melhoramentos de eficiência irão reduzir as emissões de gases efeito de estufa da produção de tar sands. No entanto investidores e ONG questionam publicamente a viabilidade das declarações da Shell. Devido tanto á natureza da tecnologia CCS e as implicações económicas de o tornar possível a uma escala comercial que reduza as emissões de gases efeito de estufa, os custos serão proibitivamente altos a custo de $110 a $290 por tonelada.

As estimativas mais recentes apontam para que mais de US$379 serão investidos nas tar sands do Canadá no período até 2025. Para atingir, por exemplo, o investimento (20% da necessidade eléctrica em 2020 e 34% em 2030) necessário para aumentar de 11 Bn de euros em 2008 para pouco menos de de 25Bn euros anualmente até 2030.

Canadá e Tar Sands (Diplomacia suja)

DIPLOMACIA DE PETRÓLEO SUJO

O Governo do Canadá força a venda das tar sands

Destaque:

Tar Sands

Politica interna – Tar Sands a todo o custo

  • Muita conversa e pouca acção
  • Poluidores pagadores
  • Falta de apoio para a ciência climática
  • Ataque do governo à sociedade civil e First Nation
  • Custo interno devido à não ação

Canadá e o mundo, desprezam a acção climática

  • O Canadá retira-se dos comittes internacionais sobre o clima
  • Estratégia de adopção de Tar Sands

( Pan-European Oil Sands Advocacy Strategy)

(United States Oil Sands advocacy Strategy)

  • Tentativa de expander o Mercado Tar Sands: Keystone, Trilbreaker e Northern Gateway

Introdução sobre Tar Sands:

 

Podes já te ter cruzado com uma mochila com a bandeira do Canadá cozida, apesar de descobrires que o dono não tem passaporte canadiano, mas reconhece a “Marca” Canadiana. Os canadianos são considerados um povo simpático, amigo, e em alguns casos uma potencia média e honesto nas mediações, que tem um papel construtivo a nível global.

A Reputação internacional do Canadá está enraizada na história. O 14º primeiro-ministro, Lester B. Pearson, ganhou o prémio Nobel da paz pelo seu papel na crise do Canal Suez. O Canadá espalhou o protocolo Montreal, que marcou a utilização de substâncias do uso de gases de ozono. O Canadá liderou o tratado de Ottawa que baniu as Minas. O Canadá foi dos primeiros países a assinar o tratado de Quioto. Como país, o Canadá foi constantemente chamado para mediar zonas em conflito, e foi dos primeiros países ocidentais a impor sanções ao Apartheid na África do Sul.

Hoje, no entanto, as coisas estão a mudar. O governo quer por o Canadá como uma “Superpotência Energética”, que significa extrair e exportar rapidamente o petróleo mais intenso em gases efeito de estufa do mundo. Isto está a levar a uma política interna e externa numa nova direcção. Internamente, o governo canadiano falhou em introduzir políticas que regulam os gases efeito de estufa do sector do petróleo, eliminou apoio federal para energias renováveis e ciência climática, continua a subsidiar os sectores do petróleo, carvão e gás, e marcou as First Nations, organizações ambientalistas, e mesmo a oposição oficial no Canadá que os paelidou de, “Radicais”, “Extremistas”, e mesmo “Terroristas”. Esta retórica hostil é usada contra todos que desafiem a rápida expansão das tar sands e infra-estruturas associadas.

Internacionalmente, o governo canadiano abandonou o tratado de Quioto depois de anos apontado como um líder nas negociações internacionais sobre o clima. Os governos do Canadá e de Alberta, junto com a indústria do gás e petróleo, estão agora a colaborar com a “Oil Advocacy Strategy” que tenta diminuir ou eliminar outras leis da política climática. Apesar de tudo os valores do povo canadiano não mudou – eles continuam enraizados no respeito pelo ambiente partilhado, pacíficos e comunitariamente saudáveis. Portanto há esperança para que o Canadá volte a ter um papel construtivo no mundo.

Como sabem, futuras explorações de tar sands irá aumentar drasticamente a quantidade de gases efeito de estufa produzidos pela América do Norte. Irá também inevitavelmente reverter a mudança climática, para um caminho impossível. Mas tu podes escolher. Podes usar o poder que tens para parar a expansão das tar sands e levar o Canadá novamente ao caminho certo, para cumprir a sua parte na protecção da camada de ozono. Esta decisão requer escolhas difíceis, mas com o tempo – e para o bem do futuro dos cidadãos que não tem palavra nas decisões que se tomam hoje – isto é o que está certo fazer.” –  Nobel da Literatura numa carta ao primeiro ministro Harper, Setembro 28, 2011.

O Canadá está entre o top 10 dos mais poluidores em : capita (8º), absoluto (7º), e historicamente (10º). A província de Alberta, a casa das Tar Sands, terá a emissão mais alta por capita do mundo, 69 toneladas de dióxido de carbono por pessoa. Apesar de ser a casa do maior projecto industrial petrolífero do planeta, não existe regulação federal de protecção para os gases de efeito de estufa poluentes das tar sands, um sector que está projectado para aumentar as emissões do Canadá em 100% em 2020.

Alem de não haver regulamentos para limitar as emissões das Tar sands, o governo canadiano parou o apoio às energias renováveis como também acabou com as iniciativas federais para eficiência energética através de programas federais como politicas para ecoEnergy. Ao mesmo tempo existem subsídios e regalias fiscais, com dinheiros públicos, de pelo menos 1,3 biliões de dólares anualmente para o sector do gás e petróleo no Canadá.

Existe um aumento da preocupação dentro do Canadá e fora sobre o falhanço do governo canadiano em relação ao impacto das tar sands. Até á data, o Canadá falhou a implementar acções em relação a este assunto, com constantes ataques á ciência climática, sociedade civil, e partidos da oposição no parlamento.

Muita conversa e pouca acção

O actual governo canadiano anunciou dois planos para as mudanças climáticas em 2007 e 2008 que nunca foram implementadas, e depois em 2009 anunciou um plano para harmonizar a acção sobre mudança climática com os EUA. O governo harmonizou regulações sobre veículos com os EUA, mas analises mostram que isto pouco ou nada vai mudar.

A opção “Segue os EUA” foi susbtituida por uma premissa que segue sector por sector uma aproximação reguladora para a redução dos gases efeito de estufa. Em 2010 o governo federal anunciou um novo objectivo para 2020 que pretende reduzir as emissões canadianas abaixo dos níveis de 1990. Isto faz do Canadá o único país a voltar das negociações das Nações Unidas sobre mudanças climáticas em Copenhaga, mais fraco a nível de reduzir as suas emissões

“ Como é possível que enquanto o resto do mundo está a tentar reduzir as emissões, especialmente da produção de energias fosseis, e o Canadá tem estes planos para expandir drasticamente as tar sands? Difícil de engolir” Miguel Lovera, negociador do Paraguai na Convenção da mudança climática nas Nações Unidas, em Dezembro de 2009.

Poluidores pagadores

O primeiro-ministro Harper, juntou-se aos líderes do G20 em Pittsburg em 2009 num comité sobre os subsídios dos combustíveis fosseis. Na preparação para o encontro dos G20 em Toronto, o primeiro-ministro recusa uma recomendação do departamento de finanças do Canadá para ter atenção aos mais de 800 milhões de dólares “perdidos” em subsídios para a industria do gás e petróleo, que favorecem a exploração e desenvolvimento de novos projectos tar sands. Harper escolheu a opinião não recomendada pelo departamento que foi criado para dar a aparência de colaboração sem levar a cabo novas acções.

O governo federal deu passos para “phase-out” subsídios menores ao sector do gás e do petróleo, mas continuam bem longe de acabar com o subsídio de 1.3 biliões ao sector.

“Não sei se notaram, mas estão a dar-se bem sozinhos. Então em vez de se subsidiar energias de ontem, vamos investir nas de amanhã”. Presidente Obama sobre as companhias de petróleo, Janeiro de 2011.

“O mercado da energia pode-se dizer que sofre de apêndice devido aos subsídios aos combustíveis fosseis. Tem de ser removidos para uma energia economicamente saudável… também se está a reduzir a combatividade das energias renováveis”. Fatih Birol, Economista chefe na Agencia Internacional de Energia, Janeiro, 2012

Declínio do apoio governamental para a ciência climática

No inicio de 2099, os média canadianos encontraram restrições ao contactar os cientistas climáticos do governo. O governo actual implementou politicas de comunicação que proíbe entrevistas com especialistas a não ser que as linhas de comunicação tenham sido anteriormente aprovadas pelo departamento, e dependendo do assunto, do escritório do primeiro-ministro. Estas restrições levam a 80% de quebra sobre as notícias sobre mudanças climáticas baseadas em estudos dos cientistas do governo, á já um ano.

Em, Janeiro de 2012, 6 cientistas de renome escreveram uma carta aberta a condenar a “prisão” dos cientistas, acusando o governo de querer esconder dados importantes das investigações, incluindo o acompanhamento das mudanças climáticas e ambientais.

“O primeiro-ministro mantêm bem o controlo da informação. Penso que para assegurar que o governo não seja embaraçado por descobertas cientificas que vão contra a informação do governo. Suspeito que o governo federal prefere que os seus cientistas não discutam as suas investigações, o que diz bem quanto sério o desafio da protecção do ambiente é.” Professor Thomas Pedersen, Universidade de Victoria, 2012.

O governo canadiano também instigou um declínio estável no apoio á investigação ambiental no Canadá que foi complementado por um aumento na aparência com negação dos problemas climáticos e posições cépticas em secções formais do governo.

“ Tenho de admitir que o que leio diz-me que não há consenso entre os cientistas. Existem muitos pontos divergentes e diferentes maneiras de pesquisa a acontecer. Uma das coisas que estou a começar a ver agora são alguns estudos que mostram que vamos para um período mais frio, que pode ser muito mais problemático para o Canadá que o aquecimento global. O nosso país esta na parte fria”. Greene Raine, senador canadiano.

 O governo ataca a sociedade civil e as First Nations

O governo canadiano recentemente iniciou uma retórica agressiva progressiva para atacar aqueles que criticam as tar sands e infra-estruturas relacionadas como os oleodutos.

Em Janeiro de 2012, o ministro dos recursos naturais, Joe Oliver, escreveu uma carta aberta aos canadianos que foi publicada no maior jornal do Canadá. Esta carta apontava que os “ grupos ambientais e outros grupos radicais desviam o sistema regulatório para atingir os objectivos da sua agenda radical”. Seguiu acusando estes grupos de serem controlados por grupos multinacionais americanos que querem atingir a economia canadiana pelos seus próprios interesses. Esta linguagem também foi usada pelo primeiro-ministro numa resposta oficial em resposta a um inquérito de cidadãos relacionado com o desenvolvimento dos oleodutos.

Pouco depois da publicação da carta, uma fonte disse que uma fundação foi ameaçada que os seus apoios de status de caridade estavam em risco se continuassem a financiar grupos que se oponham á extensão do modelo actual das tar sands. Esta retórica do governo foi ainda mais longe perpetuando a inclusão de organizações ambientalistas na sua nova estratégia anti – terrorismo.

Como parte da Oil Sands Advocacy Strategy, tornado publica através do acesso a informação legislativa, criada juntamente com, “Os bons aliados” (industria das tar sands) e o governo de Alberta – o governo federal também criou um gráfico identificando, “ grupos aborígenes” como “adversários” dos seus planos energéticos. No mesmo gráfico, identificam a Canada´s National Energy Board, uma organização que supostamente é neutra e independente reguladora do sector da energia, como aliado. First nations, muitas das quais têm vozes preocupadas sobre o impacto ambiental e desenvolvimento das fontes de subsistência e violação dos direitos humanos, alarmando para a destruição total do seu habitat, é radical.

Canadá no mundo – desacreditar a acção climática

O Canadá abandona os comités internacionais ambientais

“ O protocologo de Quioto não só é um pilar do regime climático internacional, mas um acordo legal sob a UNFCCC e que qualquer tentativa de países em desenvolvimento casualmente porem-se de lado da existência legal enquanto apelam a um novo acordo legal põem seriamente em questão a sua credebilidade e sinceridade em responder á crise climática”. Declaração conjunta dos ministros do Brazil, Africa do sul, India e China em resposta à retirada do governo canadiano do protocolo de Quioto, Fevereiro de 2012.

Em Dezembro de 2011, o Canadá tornou-se o primeiro país a formalmente abandonar o tratado de Quioto, o único acordo internacional para combater o aquecimento global. O anuncio veio 2 semanas depois dos média reportarem, no primeiro dia da conferencia das Nações Unidas para o clima em Durban, a intenção do Canadá de abandonar o protocolo. A recusa do governo em confirmar ou desmentir os rumores enquanto continuava a negociar o futuro do protocolo de Quioto em Durban levou muitos países a questionar publicamente o governo canadiano sobre a boa fé das negociações.

“ Fiquei estupefacto e perturbado com os comentários do meu colega canadiano. Estou perturbado por descobrir que um acordo legal assinando o protocolo da convenção, negociada só á 14 anos atrás está agora mandada para o lixo. Países que assinaram o protocolo estão a retirar-se sem uma desculpa diplomática. Jayanthi Natarajan, Ministro do ambiente da Índia, numa declaração nas nações unidas em Durban, na conversação sobre o clima da qual teve uma ovação de pé, Dezembro de 2011.

“ Existe uma percepção amplamente espalhada no mundo em desenvolvimento da necessidade do pagador culpado ( ser culpado de violação de um acordo climático internacional)”, Ministro do ambiente canadiano Peter Kent durante as conversações em Durban.

A posição canadiana é desoladora. Estamos muito frustrados, estamos tristes e é uma situação desconfortável. È um facto cientifico que a influencia induzida pelo homem (nos países industrializados) tendo a qualidade de vida de hoje é importante e isto é um novo conceito de responsabilidade histórica. Devem assumir a liderança”. Senyi Nafo – representante do grupo africano em Durban, 2011.

Os paises questionaram o governo do Canadá sobre a sua honestidade e transparência. A apresentação anual do Canadá das suas emissões na United Nations Framework Convencion on Climate Change (UNFCCC) omitiu um relatório que previamente alertava para as emissões das tar sands. Esta omissão não passou despercebida e o governo canadiano foi sujeito ás censuras durante a apresentação do plano de acção para as mudanças climáticas do Canadá durante a negociação das N.U.

“ Também reparei que o meu colega do Canadá não referiu as tar sands nem mesmo uma vez de passagem. Isto é um assunto bastante referido na imprensa, e sei que existem alegações da imprensa que as emissões deste sector não foi incluído no inventário do Canadá.” Peter Betts, negociador da UE e director do departamento de energia e mudança climática do Reino Unido em resposta à apresentação do governo do Canadá, Junho de 2011.

O governo canadiano deixou Durban com o 15º prémio consecutivo “Fossil of the year”, dado por uma plataforma de mais de 700 organizações da sociedade civil de mais de 90 países ao país que mais subestimou as negociações sobre mudanças climáticas. Este “amargo” no tratado das N.U. foi depois de poucos meses do governo canadiano perder a sua campanha por um lugar no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Foi a primeira vez que o Canadá quis um lugar e não conseguiu, e a impopular escolha em mudanças climáticas foi citada como uma razão para a perda do lugar.

“ O Canadá esta efectivamente de má fé nesta negociação, desacreditando todo o acordo. Pelo menos todos estão atentar atingir os objectivos do acordo de Quioto. O Canadá não está a fazer absolutamente nada”  Saleemul Hud, (IPCC), 2009.

“ O protocolo de Quioto foca-se no dióxido de carbono, que é essencial á vida, ao contrário de outros poluentes… O protocolo de Quioto é essencialmente um esquema socialista para sugar dinheiro á custa de nações produtoras”. Primeiro Ministro Stephen Harper em 2002

A estratégia tomada pelas tar sands: Atacar mudanças climáticas de países estrangeiros e politicas de energias limpas de fora.

O governo canadiano estabeleceu em 2009 a Oil Sands Advocacy Startegy. Não existiu informação pública sobre esta estratégia; como resultado a informação nesta secção foi retirada do documento obtido através do acesso a informação legislativa. A estratégia foi desenvolvida pelo governo do Canadá em consulta com o governo de Alberta e a indústria de petróleo e é orientada pelo Departamento dos Negócios estrangeiros e negócios internacionais com uma colaboração próxima com Natural Resources Canadá. A estratégia inclui burocratas federais, diplomatas e políticos com participação de oficiais eleitos do governo Alberta, políticos e trabalhadores civis como também representantes das empresas.

“ O que esta a ser discutido a nível internacional é a reputação do Canadá como país…A liderança canadiana será vista como um poster de criança como fonte não ouvida a nível ambiental” Antigo primeiro-ministro do Canadá, Jim Prentice, 2010

Esta estratégia parece ter sido formalizada a seguir a uma serie de intreferencias do governo canadiano, o governo de Alberta e a industria do petróleo na California Low Carbon Fuel Standart, Secção 526 da U.S. Energy Independence and Security Act que requer que contractos de agencias federais para evitar combustíveis com alto ciclo de efeito de estufa, emissões de gases superior ao dos petróleo convencional, uma intervenção na European Union Fuel Quality Directive

A estratégia está dividida em pelo menos 2 assuntos: United States Oil Sands Strategy e a Pan European Oil Sands Advocacy Strategy. A estratégia foca-se em melhorar a imagem da indústria fora de fronteiras e assegurar que não se fecham portas às tar sands do Canadá.

“ O Canadá não interfere ele próprio na politica domestica de outras nações. Nós esperamos a decisão e eventual consideração” Ministro do Ambiente , Peter kent, 2012

A estratégia Pan European Tar Sands Advocacy

De acordo com documentos internos, a estratégia foi lançada em Janeiro de 2010 em embaixadas do Canadá na Europa. A Canadian High Commission em Londres é a “Líder da equipa”, e nos membros incluem-se embaixadas na Normay, Belgica, França, Alemanha.

Está fortemente focado em colaborar com a industria, partilhar comunicações e iniciativas com o governo do Canadá, Alberta e industria do petróleo para dar uma imagem limpa das tar sands. A estratégia também inclui lobbing nas decisões da Europa sobre os que decidem fortalecer ou enfraquecer as políticas para os combustíveis que vão reflectir as provas científicas das emissões de gases das tar sands no rótulo nos combustíveis de transporte da Europa.

O objectivo central da estratégia na Europa inclui:

  • “Proteger e avançar com os interesses canadianos relacionados com tar sands, emitir interesse na Europa, incluindo a marca Canadá na Europa
  • Defender a imagem do Canadá como um produtor de energia responsável e defensor do ambiente incluindo nas mudanças climáticas
  • Assegurar um mercado não discriminatório para os produtos derivados das tar sands.

Num esforço para garantir estes objectivos a equipa iniciou pelo menos 110 encontros entre oficiais do Canadá e tomadores de decisões na Europa num esforço para enfraquecer a Directiva de Qualidade do Combustível em 2010.

A D.Q.C., é uma peça importante na estratégia da Europa para diminuir o efeito de estufa que pretende reduzir as emissões do transporte ao requerer aos fornecedores um caminho cada vez menos intenso em carbono. O Canadá, reconhece que “ Enquanto a Europa não é um importante mercado de produtos derivados das tar sands, o regulamento/legislação europeu como a DQC , tem o potencial de criar impacto na industria globalmente.”

Mitos e factos da Directiva de Qualidade dos Combustíveis

A estratégia também inclui:

  • Viagens das tar sands com homens de decisão europeus na qual, “è importante que os visitantes tenham a oportunidade de conhecer ONG,´e First Nations (para fortalecer a credibilidade da visita) como também visitas ao mais alto nível à Europa
  • Sessões de treino para lobbing para diplomatas canadianos em Londres com a industria com um custo de $54,000 por uma secção de 2 dias.
  • Recomendação para audiências com uma firma profissional de relações públicas para ajudar a limpar a imagem das tar sands na Europa como também fornecedor de material de promoção.
  • Reconhecer a importância de defender as tar sands no contexto da contínua Canadian European trade Agreement (CETA)
  • Cooperação entre empresas, incluindo encontros “regulares” entre chefes de missões europeias e: Statoil, Shell, Total, BP, Royal Bank of Scotland, e empresas de petróleo canadianas.
  • Encontros entre oficiais de alto nível e de ministros com os Mèdia europeus.
  • O primeiro encontro anual da equipa Pan European tar sands em Londres que inclui a participação de: “missões chave na Europa, o Departamento de negócios estrangeiros e mercado internacional, natural Resourses of Canadá, Enviromental Canadá, o Governo de Alberta, participação sénior da Associação de produtores de petróleo canadiana, Shell, Statoil, Total, Royal Bank of Scotland, e …

A estratégia foi construída e moldada em volta relações publicas ao criar uma melhor mensagem, e assegurar que as politicas em outras jurisdições não afectem o capacidade do Canadá em vender tar sands intensiva de carbono, mesmo que isso requeira forte lobbing na tentativa de diminuir ou evitar politicas contrárias. Não á menção do governo do Canadá para tomar acções concretas para reduzir os impactos ambientais e humanos das tar sands

O chamado regulamento para as emissões de gases efeito de estufa foi decidida numa reunião da indústria.

“ Quanto mais cedo o governo canadiano for capaz de rolar informação antecipando a nova regulação em carvão e tar sands, melhor o Canadá poderá mostrar que está a tomar acções” Relatório da Pan European Oil sands”

“Esperamos um duro Lobbing por parte da indústria do petróleo, existem muitas empresas europeias envolvidas na produção de tar sands. E nós não. A parte mais activa foi o governo canadiano”. Membro do Parlamento Europeu Kriton Arsenis, sobre o lobbing do governo Canadiano contra a DQC, 2011.

A estratégia também inclui a importância de enfatizar a relação do Canadá e um forte processo de consulta com First nations, enquanto o mesmo documento caracteriza “Grupos Aborígenes” como “adversários”.

Identifica a necessidade de colaboração efectiva com organizações não governamentais para construir uma forte politica, e depois identifica grupos semelhantes como adversários.

“ O Canadá tem feito lobbing na Comissão e membros de estado para evitar a separação dos valores do combustível derivado de tar sands. Levantou o assunto no contexto das negociações EU Canadá sobre Free Trade Agreement”. 2010, Comissão europeia.

A Pan.European Oil Sands Advocacy Strategy segue intervenções do mais alto perfil e lobbing de Ministros e legisladores canadianos durante a consulta inicial para a implementação da DQC. O Canadá foi o único país fora da UE a intervir nas consultas, e o ministro do ambiente de Alberta, Rob Renner, publicamente falou sobre o lobbing canadiano que tentava enfraquecer a politica Europeia.

Em Fevereiro de 2012 a votação para determinar o destino do alto valor de carbono de combustíveis não teve maioria nem contra nem a favor da politica, deixando a decisão nas mãos dos ministros publicamente responsáveis. Esta decisão foi uma clara indicação que a discussão cientifica tornou-se politica. Países onde o lobbing do Canadá esteve mais focado, EUA, Reino Unido, Norway, França, Alemanha e Holanda todos se abstiveram de votar seja contra ou a favor da implementação proposta.

The United States Tar Sands Advocacy Strategy

Depois de falhar a implementação do plano para as mudanças climáticas em 2009, o governo canadiano anunciou, “è do melhor interesse económico tanto do Canadá como dos EUA harmonizar as políticas para a mudança climática.” Referia-se a North American vehicle standart´s que tinha sido anunciada, o Clean Energy Dialogue como também planos para um sistema Cap – and- Trade continental.

O governo do Canadá decidiu deixar totalmente o plano nas mãos da administração dos EUA:

“ A economia Norte americana está integrada ao ponto que não faz sentido nenhum seguir sem harmonizar e alinhar uma linha de princípios, politicas, regulamentos e limites. Só adaptaremos um regime Cap and Trade se os EUA derem sinal de fazer o mesmo. A posição do Canadá de harmonização aplica-se com o regulamento.

Nos meses que se seguiram á harmonização, os EUA reconheceram o “real” desafio associado com as tar sands, incluindo poluição do ar, uso de água, e desafios sociais resultantes do rápido crescimento e o “impacto deste crescimento noutros investidores na região.” Preocupações foram levantadas na estratégia para, “um numero de iniciativas reguladoras e legislativas nos EUA e Europa que marquem o petróleo de areia que pode potencialmente restringir o acesso do mercado canadiano a mercados internacionais.”

Para ir de encontro a estes problemas associados com os “desafios reais” das tar sands, a estratégia mais uma vez é relações públicas e lobbing em vez se proporem politicas significativas para resolver este assunto. Documentos internos do governo assinalam a forte pressão dos lobbistas juntamente com o governo de Alberta na decisão nos EUA e “consultores e homens de negócios com influência”

A estratégia dos EUA, treinou líderes de missões em Ottawa em 2010, antes de os enviar como lobbistas para oficiais dos EUA nas respectivas regiões. Este treino mostrava desafios, incluindo o, “impacto social (saúde dos aborígenes), mas não fez nenhuma referencia a provas como recentemente o Governo de Alberta que apresentou um estudo que identificava uma subida de 30% de cancros nas comunidades First Nations que vivem abaixo dos locais de exploração das tar sands

O governo canadiano iniciou o seu lobbing pro-tar sands nos EUA através de intervenções contra a California´s Low Carbon Fuel standart e Section 526 dos U.S. Energy Independence and Security Act. Ambas as  politicas para um caminho de combustíveis menos intenso de carbono  foi de encontro um criticismo idêntico por parte do governo do Canadá e Alberta como da indústria do petróleo. Documentos obtidos pela Climate Action Network Canadá têm mostrado o desenvolvimento e comunicações conjuntas do governo e industria através da tar sand advocacy startegy, com o governo canadiano actuando em conjunto com a industria tar sands.

Num e-mail, obtido através do acesso à informação, oficiais do Canadian High Commission em Washinton D.C. pede ao governo canadiano para desenvolver uma estratégia de comunicação que apele ao respeito para o desenvolvimento de energias naturais e manutenção nacional do ambiente.

O governo canadiano de facto deferiu a sua decisão para os EUA para ser definida a aproximação do continente ás mudanças climáticas que não correu conforme se esperava quando o presidente Obama rejeitou a construção do Keystone XL, um oleoduto que o primeiro ministro Harper chamou de “a complete nobrainer”. Esta decisão foi baseada, entre outras coisas, nas preocupações com o impacto no clima das tar sands. A tar sands advocacy estrategy dos EUA faz referência ao Keystone XL, mas esta secção dos documentos estão fortemente “trabalhadas”.

Tentar expandir o mercado das tar sands: keystone XL, Trailbreaker e Northern Gateway

Não é claro quanto sustentável as acções destes grupos ambientalistas será em DC. Pode ser que as suas acções sejam uma sem seguimento… No entanto, parece que neste caso os grupos preparam-se para uma campanha contínua e sustentável”. Oficial canadiano, 2006

MAPA DO OLEODUTO

Para a expansão da produção das tar sands os planos da indústria necessitam de oleodutos para tirar as tar sands de Alberta. O antigo ministro da energia e actual ministro das finanças, Ron Leipert comentou que “algo me mantém acordado de noite, é o medo que iremos ficar bloqueados por betume”.

Alberta retira actualmente cerca de 1,9 milhões de barris por dia de output de tar sands. Existem , no entanto, projectos em construção ou á espera das permissões necessárias para expandir este numero até 4,1 milhões de barris por dia, enquanto uns adicionais 4 milhões de barris por dia estão em varias fases de aprovação.

Keystone XL

Segundo a proposta da Transcanada, o Keystone XL irá transportar betume diluído por 2,673 km desde Alberta até as refinarias do Texas donde pode ser exportado. Se construído, vai ter a capacidade de transportar 830,000 barris de petróleo por dia, o que representa cerca de metade da actual produção output das tar sands. Parece crucial para parar a extensão das tar sands, e como batalha sobe o Keystone XL aqueceu em Junho de 2011. O ministro de então de Alberta, Liepert avisou um patrocinador da indústria que “ Se não formos em frente com estes oleodutos, o nosso pior risco é que Alberta ficará em 2020 bloqueada com betume.”

Para assegurar a construção, o governo do Canadá e de Alberta investiram anos nos bastidores com , lobbing agressivo, incluindo meia página no Washinton Post, como também com espaço em billboard na Times Square que diz “Um bom vizinho empresta um bocado de açúcar. Um grande vizinho apresenta 1,4 milhões de barris de petróleo por dia.”

Apesar destes esforços, foi o público que se levantou e desafiou o forte lobbing da indústria e do governo.

“ Não temos o dinheiro para competir com estas corporações, mas temos os nossos corpos, e muitos de nós vamos usa-los. Vamos, no dia do trabalhador, na marcha para a Casa Branca, arriscando prisão.

Em resposta a esta pressão de uma campanha sem precedentes por ambientalistas e comunidades afectadas, o Departamento de Estado dos EUA anunciou em Novembro de 2011 que revisões adicionais eram necessárias para um estudo á volta da rota em Nebraska Sandhills

Os apoiantes do oleoduto no congresso atacaram a proposta para um alivio de taxas forçando o presidente Obama a tomar uma decisão em 60 dias. Em Janeiro de 2012, Obama rejeitou o Keystone XL por não ser do interesse nacional.

O primeiro Ministro Harper “expressou o seu profundo desapontamento com a noticia”

Enbridge Northern Gateway

Depois da rejeição do Keystone XL o oleoduto e tanque E.N.G. tornou-se um ponto quente nas discussões sobre energia no Canadá.

Esta proposta de oleoduto com cerca de 1,172 km e tanque está desenhado para transportar 525,000 por dia de um terminal perto de Edmonton atravessando os Rockies até Kitimat na costa B.C., onde cerca de 200 super tanques anualmente levarão o petróleo dos EUA para a Ásia.
O projecto tem oposição massiva das First Nations, grupos ambientais, e trabalhadores pescadores e outras indústrias locais que dependem de água pura. Mas o governo federal, juntamente com a indústria petrolífera deram a entender que estão dispostos em tornar a proposta do oleoduto “a maior batalha ambiental que o Canadá já viu” para poder entrar num novo mercado: China

Novos oleodutos foram tema quando o primeiro-ministro Stephen Harper foi á China em 2012 e plagiou para puxar o Enbridge´s Northern Gateway como “prioridade nacional”

A ideia de um oleoduto para aceder ao Mercado da China tem um “Quid-pro-quo para o investimento chinês nas tar sands foi salientado por Ron Liepert quando o disse ao Bloomberg News que: “se não conseguirmos maneira de levarmos rapidamente o produto para a Ásia, o investimento vai secar. Os chineses querem ver as coisas a acontecer. Se queremos continuar abertos ao investimento asiático… claramente precisamos de diversidade. Se queremos estar onde queremos daqui a 10 anos, vamos precisar de vários oleodutos”

Nas palavras de um ex – diplomata e hoje lobbista “ è tempo do Canadá jogar a carta da energia e anunciar o caminho rápido para um novo oleoduto para o Pacifico, e encorajar o investimento asiático no nosso petróleo. Os Americanos, especialmente aqueles preocupados com a segurança nacional, receberão a mensagem.”

A realidade é que o mercado Chinês não pode ser acedido facilmente ou rapidamente. Existem questões se os Chineses têm a especialização de refinaria necessária para transformar o betume em combustível. E existe uma forte oposição a qualquer oleoduto por parte dos Firts Nations na British Columbia, que  acabará de certo em tribunais que levam anos a resolver.

A oposição aos oleodutos está enraizada com os impactos de derrames de oleodutos ou tanques de petróleo. O oleoduto Enbridge proposto irá atravessar centenas de rios e nascentes e passara a Great Bear Rainforest – região de floresta intacta reconhecida globalmente pelos seus rios , salmão, lobos, ursos e outros animais selvagens.

Enbridge Trailbreaker Pipeline

Um dos projectos de oleodutos menos falado correntemente em revisão é um projecto que reverterá a corrente de um oleoduto já existente que serve as refinarias de Montreal, Quebec to Sarnia, Ontário.

A proposta é mudar a direcção da corrente para trazer as tar sands do oeste para este. Pela primeira vez na mesa em 2008 pela Enbridge, o projecto original levaria ¼ de um milhão de barris de petróleo tar sands de Alberta para Montreal onde algum do betume é refinado. O projecto também permitiria que algum do betume continuasse para Portand, Maine onde será embarcado e enviado por tanques para o mundo.

A recessão força a Enbridge temporariamente parar o projecto em 2009. Em 2011, a Enbridge voltou, mas com uma aplicação para só uma sub secção do oleoduto. Esta aproximação foi criticada por grupos ambientais como uma tentativa de enfraquecer a habilidade da National Energy Board para rever o que será uma peça de um projecto muito mais extenso. Dimensões diferentes do projecto já estiveram nos tribunais de Quebec á quase 3 anos.

The ‘Rest of Canada’

O Canadá apoia acções para as mudanças climáticas, e a realidade é que a maioria dos canadianos vive na província com ambições ambientais mais profundas do que o governo federal. Na falta de liderança federal, províncias e câmaras locais tomaram a dianteira, recusando ser deixados de parte na corrida para energias limpas futuras.

A província de Quebec comprometeu-se, com o seu próprio caminho, atingir os objectivos semelhantes ao tratado de Quioto e pôs em acção a primeira North America Carbon Tax.

Bristish Colombia também implementou uma taxa de carbono como também um plano agressivo para reduzir as suas emissões. Ontário adoptou o Green Energy Act, um dos mais ambiciosos projectos da legislação no continente para encorajar o desenvolvimento de energias limpas. Ontário também se comprometeu acabar com toda as instalações a carvão para electricidade até 2015, enquanto outras províncias como a Nova Scotia também se movem para acabar com o carvão.

O Quebec foi lider na Western Climate Iniciative e provavelmente será seguido por Ontário e Manitoba enquanto províncias estão a entrar na Regional Greenhouse Gas iniciative com os estados da New England. A cidade de Vancouver tem um plano para reduzir as suas emissões em 80% em 2050 (baseado nos níveis de 1990)

Existem desafios para as províncias que decidiram mostrar liderança. Falha federal para apoiar energias limpas em Ontário enquanto continuam a subsidiar as tar sands em Alberta cria condições difíceis para o desenvolvimento de energias limpas.

O governo federal uniu a economia canadiana ás tar sands como o desenvolvimento no Canadá da “Dutch Disease”, onde o preço do dólar canadiano sobe com o preço do petróleo, eliminando trabalho de fabrico em Ontário e Quebec enquanto o dólar canadiano faz as suas exportações internacionais mais caras a que os preços são marcados fora do mercado internacional.

Não só os canadianos querem acção para mudanças climáticas, mas também aumentam o entendimento da natureza insustentável das tar sands e que o debate está a revelar o pior do governo. Um estudo recente mostra que os canadianos sentem fortemente que as tar sands estão a um impacto negativo na reputação internacional do Canadá.

CONCLUSÃO:

“ Existe uma impressão geral que o Canadá não está verdadeiramente comprometido com o mundo…no fim, não é a nossa posição, é como nos comportamos. A influencia é uma “marca” e esgotámos a sua importância. Diplomata retirado do Canadá, Jeremy Kinsman, que foi embaixador ou alto comissário em 15 países, 2009..

O governo canadiano falhou na regulamentação da indústria das tar sands, combinado com as suas relações públicas e diplomáticas ofensivas para promover as tar sands desafia a ciência e os esforços de boa fé de outros países para parar o aquecimento global. Depois de mais de 6 anos de promessas de acção climática sem avançar, a credibilidade ambiental do Canadá está degradada. O governo canadiano junta esforços com o governo de Alberta para enfraquecer as políticas de energias limpas deve ser vista como uma extensão da industria do lobbing.

A atmosfera não adere a fronteiras políticas. Hoje as tar sands são responsáveis por emissões globais semelhantes a de países como a Suíça, e existem projectos pata dobrar o projecto nos próximos 8 anos. As consequências deste desenvolvimento intensivo de carbono como as tar sands levará a crise climática a uma catástrofe. Enquanto países investem em energias limpas e tomam atitudes para abandonar as energias fosseis como as tar sands, é claro que esta parte da equação para proteger o nosso ecossistema partilhado deve criar pressão para outros fazerem o mesmo. Este é especialmente o caso dos países desenvolvidos como o Canadá que tem o historial significante na responsabilidade do problema, e tem a capacidade e os recursos para agir primeiro e mais rápido para consertar o que fez.

Entretanto, províncias do Canadá, municípios, First Nations, e cidadãos estão a trabalhar para alcançar melhores condições do clima comum, mostrando que os valores de empatia e igualdade está vivo no Canadá e  querem ser novamente o líder ambiental a nível global.