Petróleo, Banco Mundial e Petrogal (Galp) nos anos 80! E Hoje?

A “Crise” abre as portas ao investimento, fechando oportunidades de mudar para melhor. Para o séc XXI Portugal quer ser produtor de Petróleo. Porquê? talvez este documento te ajude a perceber.

Nunca nenhum País conseguiu pagar a sua divida ao FMI, estando para sempre dependente de empréstimos. O FMI empresta dinheiro a Ditaduras, que não tinham dividas, mas tinham recursos, como o caso da Bolívia, África do Sul ou Somália, que depois da intervenção do FMI ficaram com dividas de milhares de milhões de dólares, que serão para sempre. Liberdade de resolver por si mesmo, é proibido como se viu no caso da Grécia…

O que nos espera? o Mesmo que a Argentina, ou Venezuela, tudo para eles, problemas para nós?

Portugal desde 1963 aceita empréstimos do Banco Internacional. Quando vai parar?

Fica a saber o que os Portugueses não podiam saber na altura. E Hoje que te deixam saber? Nada o acordo Transatlântico (TTIP) é disso exemplo. Passaram mais de 30 anos e fazem o mesmo. Existe mais informação, mais liberdade, mais órgãos institucionais e ONG de acção/combate/vigilância. Então o que falta?

Relatório e recomendação do presidente do Banco Internacional para a reconstrução e desenvolvimento aos directores executivos sobre uma proposta de empréstimo à Petróleos de Portugal, E.P. com a garantia da República de Portugal para um projecto de exploração petrolífera. Junho de 1981

Original: Banco Mundial e Petrogal, 1981. (REPORT AND RECOMMENDATION OF THE PRESIDENT OF THE INTERNATIONAL BANK FOR RECONSTRUCTION AND DEVELOPMENT TO THE EXECUTIVE DIRECTORS ON A PROPOSED LOAN TO PETROLEOS DE PORTUGAL, E.P. WITH THE GUARANTEE OF THE REPUBLIC OF PORTUGAL FOR A PETROLEUM EXPLORATION PROJECT) 1981

O projecto apresentado foi para melhorar a estratégia de exploração e as suas capacidades para a exploração petrolífero e assistir o país na avaliação de depósitos de petróleo. O projecto incluiu, dois estudos sísmicos com 850 km e alguma 3-D Seismic e 3 poços de exploração a uma profundidade de 2500 a 3000 metros e também um plano estudado para a PETROGAL. Juntamente vinha um explorador sénior, e um geofísico do petróleo, com um serviço completo de perfuração para melhorar o programa de exploração (Made in USA).

Inserimos primeiro a parte especialmente dedicada ao petróleo para iniciar a apresentação do estudo do Banco Mundial sobre Portugal:

Sector do Petróleo

A importação de petróleo em 1973 era de 100 milhões, que subiu para 2 biliões em 1980. A estratégica energética para os anos 80 deve incluir uma intensa exploração de petróleo. A indústria, transporte e geração de energia são os maiores consumidores de energia, contando para cerca de 75% a 80% da energia utilizada.

Consumo de Petróleo

Portugal importou 7,62 milhões de toneladas de crude e 1.34 milhões de toneladas de petróleo. Portugal não tem reservas de petróleo comercialmente viáveis. No entanto, duas áreas são de considerar para petróleo e gás: a Bacia Lusitânica, que será o foco do projecto proposto, e a Bacia do Algarve. 60 dos 110 poços de exploração descobriram petróleo. 45 destes apresentaram heavy/viscous oil. As amostras não se encontram distribuídas aleatoriamente nas secções geológicas, todas são encontradas no Middle Jurassic ou no Upper Jurassic, diminuindo o local dos estudos. O desenvolvimento dos depósitos de heavy oil pode também ser económico á luz do preço do petróleo, e avanços técnicos no processo de recuperação por estimulação. Na bacia do Algarve apesar dos 3 poços no offshore terem dado seco, recentes descobertas de gás na Fronteira espanhola mudaram o modo como se via a bacia por parte das petrolíferas.

Desde 1939 foram perfurados 90 poços on shore, não existiram poços de exploração no onshore nos últimos 17 anos, até recentemente. As explorações offshore iniciaram-se em 1973 e incluiu 21, 000 milhas de estudos sísmicos e 23 poços, o ultimo foi completado em 1979. Para reconhecer a necessidade de esforços de exploração o governo melhorou os incentivos para atrair empresas petrolíferas estrangeiras. Em 1978, houve uma larga promoção dos blocos onshore. A Petrogal foi a única empresa que respondeu no início e ganhou a licença dos blocos 48-49-50 na bacia lusitânica em 1978. Meses depois foram emitidas duas licenças adicionais, uma à Petrogal nos blocos 45-46-47 e outra a uma joint venture liderada pela Sceptre Resources Ltd, no bloco 43. Mais tarde já em 80 a Union Texas, subsidiária da Allied Chemical, no on shore da bacia lusitânica e à Esso, que recentemente assinou um acordo para explorar no deep offshore algarvio junto á fronteira espanhola.

A Petrogal encorajou o governo a procurar companheiros para a procura de petróleo para fortificar a sua própria capacidade técnica na exploração, entrando numa joint venture com a Shell na sua primeira licença. Passados 2 anos a Shell desistiu, por só ter 25% da concessão. A Petrogal por não conseguir encontrar outro parceiro requereu um empréstimo para 2 concessões ao Banco Mundial em Abril de 1980.

Os lucros gerados da venda de produtos de petróleo têm sido os maiores contribuidores ao mecanismo financeiro públicos, e ao Fundo de Abastecimento, fundo criado em 1947 para estabilizar os custos de vida ao subsidiar comodidades, maioritariamente alimentação, alguns combustíveis, e apoio à agricultura.  

Serve os mesmos objectivos básicos:

Estratégia de empréstimo do Banco e seu papel no sector de energia

O Banco Mundial emprestou dinheiro a Portugal 6 vezes

  • Empréstimo Nos. 362-PO (1963) e 452-PO (1966) para 2 barragens
  • Empréstimo Nos. 363-PO (1963); 412-PO (1965), e 453-PO (1966) para 3 centrais termoeléctricas   
  • Empréstimo No. 1301-PO (1976) para o sector de investimento de energia.
  • A empresa Publica de energia, Energias de Portugal (EDP) desenvolveu-se como uma empresa eficiente
  • Empréstimo 1875-PO (1980), para modernização o equipamento das barragens
  • Assistência a Portugal (relatório 2883-PO) para rever as prioridades de investimento do sector de energia, no apoio á diversificação de esforços, conservação de energia, e exploração petrolífera.
  • O Banco está a considerar apoios futuros que dão prioridade às barragens, depois do desenvolvimento institucional da EDP,e a finalização do sexto projecto energético

História de Exploração e Potencial de petróleo

As actividades de exploração da Petrogal sobre o projecto cobrirá 6 blocos no onshore da bacia Lusitânica, já foram perfurados 58 poços de exploração nestes blocos, 51 dos quais foram Shalow Test e 7 teste de profundidade até mais de 2000 metros. Shalow heavy oil foram descobertos em 41 poços, e foi de 91% de heavy oil e 55% de Lith Oil encontrados até agora.

É certo que foi originado petróleo na bacia Lusitânica, os blocos da Petrogal foram considerados os mais promissores na parte onshore da bacia.

Nenhum poço foi conclusivo, num país como Portugal, tornou-se viável, tanto economicamente como tecnicamente. Melhorar a chance de sucesso na procura de petróleo nas complexidades geológicas da bacia da Lusitânica, no entanto, requer um programa de exploração com tecnologia com recentes avanços para se poder determinar a relação entre estrutura e estratigrafia e permitir a melhor seleção dos locais a perfurar. Os depósitos de heavy oil requerem mais avaliação acompanhando os preços do petróleo e os avanços técnicos para recuperar heavy oil. 6 dos 8 depósitos conhecidos de heavy oil em Portugal estão localizados nos blocos da Petrogal. Ambos os depósitos terão cerca de 18 km 2. As reservas estimuladas são cerca de 150 milhões de barris, sendo 30 milhões recuperados através de termal stimulation.

O Pedinte:

Petróleos de Portugal, E.P. (Petrogal) foi estabelecida como empresa pública em março de 1976, uma junção da SACOR, SONAP, PETROSUL, e CIDLA. A sua principal actividade é a refinaria. A Petrogal detém e dirige 3 refinarias (Sines, Porto e Lisboa). A exploração onshore em Portugal sob a concessão de dois acordos assinados em 1978 e 1979, e financiado em parte pelo projecto proposto, representa a primeira acção de exploração da Petrogal, apesar da SACOR ter já estado envolvida na prospeção de petróleo.

Impacto Ambiental

Muito pouco, e não recuperáveis, danos devem acontecer. Os estudos sísmicos utilizarão vibradores em vez de explosivos, causando pouco ou nenhum impacto nas estruturas em redor. Sérios problemas na perfuração, não deverão acontecer, se foram seguidas boas práticas. Práticas apropriadas serão seguidas para a descarga e armazenamento dos lixos tóxicos derivado dos testes, e outros lixos das operações normais de perfuração. A Petrogal assegurou que iria tomar todas as precauções de segurança, incluindo a imediata colocação de fundos requeridos para assegurar serviços especializados internacionais em caso de explosões, fogo, ou derrame.

Projecto de exploração e petróleo

O quê se espera da exploração de petróleo

  • Duas áreas em Portugal são consideradas geradoras de gás e petróleo. A Bacia lusitânica e a Bacia do Algarve
  • A Bacia Lusitânica cobre uma área onshore e offshore do Porto a Sines.
  • A Bacia do Algarve acupa o offshore como também o onshore. Continua para este até Espanha, onde foi encontrado gás no offshore

Bacia Lusitânica

As perfuração de exploração onshore em Portugal começaram na bacia lusitânica em 1939 e continuou até 1963. A Petrogal era a única com direitos, mas de quando a quando arranjava parceiros, principalmente empresas francesas e a Mobil. Desde 1963 os poços de exploração on shore limitaram-se a shalow testes com objectivos no Heavy Oil. Só 27 dos 90 poços onshore foram mais fundo que 1,000 metros, só 10 destes foram abaixo dos 2.000, e só um penetrou para lá dos 3.000. No entanto não houve nenhum trabalho de exploração nos últimos 17 anos. Contratos no offshore para exploração foram deixados no início para empresas de fora em 1973. Entre 1974 e 1978, foram perfurados 20 poços de exploração na bacia lusitânica. Os operadores incluíram a Shell, Sun, Esso, e Texano. Foram realizados testes de profundidade dos 2.00 aos 4.000 metros.

Foram assinados 4 contractos na área onshore da bacia lusitânica, duas concessões da Petrogal e duas de empresas estrangeiras.

Poucos depois foi acordado um contracto com a Canadiana, Sceptre, Bow Valley, e Siebens. A Sceptre iniciou as perfurações, no que foi o primeiro deep test no onshore desde 1963 em Outubro de 1980. Foi completada uma negociação com a Union Texas, subsidiária da Allied Chemical, para uma área adicional no onshore, ainda em 1980. 55% dos poços de exploração perfurados na bacia Lusitânica encontraram gás ou petróleo.

Foram perfurados 90 poços no onshore da bacia lusitânica. 20 poços de exploração foram perfurados no offshore. Dos 110 poços de exploração, 60 encontraram amostras de petróleo e gás. 45 destes consistia em heavy oil na área de Torres Vedras e Monte Real. 15 poços profundos encontraram petróleo, 4 poços offshore Figueira da Foz e 11 onshore.  

A melhor amostra dos poços profundos foi no Barreiro, encontrando lith oil. Outra amostra foi em Arruda, Vila Franca de Xira também com bom Lith oil. Não se encontrou quantidade de gás significante.

Bacia do Algarve

É mais bem desenvolvida no offshore, mas chega ao onshore. Na bacia existem depósitos do Mesozoic e no Tertiary. A estortura mesozoica é parecida com a da bacia Lusitânica. A este na parte espanhola, no Tertiary foram encontradas 5 estruturas produtoras de gás. A Esso assinou recentemente um contracto para o deep offshore, encostado á fronteira espanhola, para estender a área produtiva a oeste, parta Portugal. O principal objetivo é gás no offshore a 200-880 metros de profundidade. Os 3 poços perfurados no offshore do Algarve anteriormente não encontram petróleo ou gás.

De Seguida passamos ao de leve pelos estudos da economia e da situação politica de Portugal, e de que forma o banco Mundial poderia assegurar o retorno do dinheiro emprestado.

A ECONOMIA

  • Foi entregue um relatório intitulado “ An Updating Report on the Portuguese Economyaos Directores executivos em 1978
  • Os bancos, companhias de seguros, companhias de energia, as grandes empresas de transporte e os grandes grupos industriais foram nacionalizados de 1974 a 1975
  • A actividade dos sindicatos foi legalizada.
  • A revolução trouxe um rápido aumento do consumo privado no período de 1977
  • A revolução gerou uma séria deterioração do lucro e posição financeira geral do sector privado

As dificuldades da economia portuguesa no período pós revolução foram:

  • O aumento dramático do preço do petróleo no final de 1973
  • O retorno de mais de 500.000 mil Portugueses das colónias a Portugal
  • A necessidade da Europa devido á recessão levou à procura de mão-de-obra imigrante Portuguesa
  • Os lucros de 348 milhões de dólares em 1973 tornaram-se um défice que em 1977 atingiu 1,500 milhões de dólares.
  • Em 1977 um consumo por capita aumentou 10% desde 1973, com a conta de comércio externo e do orçamento doméstico em défice, o nível de inflação era de 27%. O desemprego estava acima dos 300.000 mil
  • Foi implementado um programa de austeridade em 1976 e 1977 mas o seu impacto foi reduzido pela contínua expansão do crédito, principalmente no financiamento do défice do governo.

Em 1978 o governo adoptou um programa para reduzir a sua balança de pagamentos com final em Abril de 1979. As medidas tomadas foram:

  • A desvolarização do escudo em 6, 5% e uma contínua depreciação do escudo a um ritmo de 1.25% por mês.
  • 5% de aumento nos níveis de empréstimos e nos níveis de depósitos
  • Um aumento dos impostos
  • Limites em subsídios através do aumento do preço da água, electricidade, gás e transporte, e bens essenciais de consumo
  • Restrições contínuas no aumento dos ordenados

As medidas resultaraao reduzir o défice de 1,500 milhões para 800 milhões de dólares. A continuação de medidas semelhantes em 1979 levou a melhores resultados, com um lucro de 150 milhões de dólares, com a exportação a crescer 27% e com a importação a 6%. O défice voltou a aumentar em sequência da subida do preço de petróleo durante esse ano e o aumento de 60% de imigrantes. Nos anos 80 a política voltou-se para o controlo da inflação e uma percentagem de 6% na reavaliação foi implementada.

O recordar as curtas fases de estabilização do país atrasou as políticas para resolver os problemas estruturais que Portugal enfrenta, alguns criados pelos eventos exacerbados de 1974/75: Portugal depende bastante de energia importada, a dependência da subida de importação de alimentos, um sector agrícola do passado, um sector industrial alargado que necessita de forte proteção e uma fraca estrutura de impostos. Apesar da crescente confiança na economia portuguesa e estabilidade politica, o investimento foi muito desapontante nos recentes anos.

Uma estratégia de crescimento para os anos 80

O sucesso das políticas de estabilização a curto prazo em 1978 e 79 deve ser a base do aumento da economia portuguesa para a próxima década. Enquanto não forem tomadas acções que prejudiquem os recentes ganhos económicos, uma política de expansão parece agora viável.

A dependência da importação por parte de Portugal pode aumentar com o aumento da abertura à competição da Comunidade Económica Europeia (CEE), que será aumentada pelo alto preço da importação de produtos do petróleo, só este factor acrescenta cerca de 1.000 milhões de dólares á contas da importação de petróleo, aumentando o défice em 50% em relação a 1979.

No caso da agricultura, a aceitação das políticas da CEE aumentará o preço para os consumidores, mas ao mesmo tempo cria uma rede de oportunidades à agricultura. A resposta necessária é modernizar e aumentar o investimento na fruta e legumes fora de época. Modernizar a agricultura tradicional é desejável mesmo sem a CEE.  

O último grande plano em Portugal foi levado a cabo em 1976, com uma proposta para 1997-1980, no entanto, não foi implementado.  

O sector privado será provavelmente o maior contribuidor para o crescimento económico previsto para os anos 80, com uns esperados 60% do investimento para cumprir as metas para o equilíbrio da balança financeira portuguesa. O governo recentemente estabeleceu sistema de incentivo ao investimento privado e criou condições para compensar os proprietários de comércio e industria privados em 1974/75.

O crescimento na agricultura tem sido lento o que leva a um aumento da importação. O melhoramento passa por corrigir as deficiências inerentes ao anterior da revolução, reorganizar o Ministério da Agricultura e Pescas. O problema passa pela agricultura familiar, e falta de educação e treino de trabalhadores agrícolas e de fazendeiros, que têm sido reduzidos. O Crédito ao sector rural não têm sido adequado ou orientado para a produção e o mecanismo do crédito agrícola necessita de ser revisto. A aplicação de fertilizantes é fraca. O problema piorou desde 1974 devido às reformas agrárias. 

Ajuda externa e apto para crédito

Agências multilaterais e bilaterais responderam bem á necessidade de ajuda externa. Com o ouro como financiador, o Banco de Portugal têm obtido empréstimos de curto prazo para equilibrar os pagamentos ao Banco Internacional Settlements (BIS) e bancos Europeus. A meio dos anos 80 a assistência do FMI a Portugal era de cerca 180 milhões de dólares. A CEE, o Banco de Investimento Europeu, European Free Trade Association (EFTA), entre outras agências investiram  em Portugal nas concessões de emergência. A contribuição dos bancos foi suportada por 14 países, com os EUA, Alemanha e Japão na frente.

Em grande parte devido às suas reservas de ouro, o Governo e os grandes bancos como grandes empresas conseguem atrair empréstimos de médio termo. O esforço do governo em estimular o investimento estrangeiro resultou num acordo de 600 milhões de dólares pela Renault, coma promessa de mais investimentos. O Banco Mundial e a CEE/EIC terão de continuar a ter um papel vital na ajuda a Portugal.

Operações do Banco Mundial em Portugal

  • O primeiro empréstimo foi no período de 1963-66, e estava concentrado no sector de energia. 55 Milhões de dólares param 3 projectos thermais e 2 barragens.
  • O banco respondeu às necessidades de Portugal na identificação, preparação e financiamento de projectos
  • Esta proposta de empréstimo irá financiar o 19º  projecto do banco no País. O 14º depois do retomado do empréstimo em 1976. As operações desde 76 envolviam um projecto de energia, 2 auto estradas, 3 projectos financeiros industriais, 2 projectos de educação, e créditos para fornecimento de água, agricultura, cultura, floresta, fertilizantes e projectos de indústria mecânica

Os principais objectivos do empréstimo à indústria, é a reforma estrutural, promoção de exportação, criação e emprego e promover investimentos na poupança de energia.  

A proposta de empréstimo irá ajudar Portugal a desenvolver a sua habilidade a aceder a potenciais locais para a produção e petróleo onde for encontrado. É o objetivo do banco Mundial contribuir para o esforço de Portugal e dar conselhos para reformas institucionais que são cruciais para os objetivos de longo termo de Portugal.

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