Arquivo da categoria: Mohave Oil and Gas

Porto Energy ( Mohave Oil nad Gas Corp), Concessão do Barreiro e Oracle energy Corp.

Porto Energy ( Mohave Oil and Gas Corp), Concessão do Barreiro e Oracle energy Corp.

A corporação que dá a cara no Barreiro é a Oracle, mas na verdade esta corporação não estaria a apostar na prospecção de gás e petróleo na península de Setúbal, se não fosse a Porto Energy a interceder por ela junto do governo português, a partilhar estudos, informação, técnica e mercado.E principalmente ter recomeçado as prospecções em 2007.

Ambas são corporações em ascensão e ambas querem reinar no Petróleo e Gás europeu, e importantes concessões em África. O petróleo e gás que procuram é semelhante. Outro laço de notar é a ligação à industria petrolífera de Alberta e British Columbia no Canadá. Mais uma vez se reforça a ideia de a técnica de fractura hidráulica ser necessária, mais cedo ou mais tarde, para manter o seu negócio.

 A Mohave aposta tudo na zona oeste de Portugal ( Torres Vedras, Alcobaça, Peniche, Zambujal,etc), mas colabora em troca de % de participação em várias zonas do país.

 A Porto Energy é um empresa internacional de gás e petróleo empenhada na exploração de crude oil e gás natural em Portugal. A Porto é também a Mohave Oil and Gas Corporation ( uma corporação texana com escritórios em Portugal). A empresa detêm 100% de interesse em 7 concessões, na Bacia lusitânia, em Portugal. A empresa já identificou fontes petróleo e gás convencional e não convencional.

VISION AND STRATEGY”

A Porto quer perfurar em Pré sal e avaliar as Lias de petróleo leve no on shore de Portugal. Vai procurando coligações para correr mais riscos e poder ter mais gastos. A empresa utiliza técnicas modernas como informação 3 D seismic, como perfuração horizontal e Underbalance. Estão focados em oportunidades de curto prazo em ambas as extrações, convencional e não convencional para valorizar os  accionistas ( sendo um deles, José Berardo).

A Porto Energy é a única corporação que já extraiu gás do sub solo, largando uma chama de 5 metros, em Aljubarrota e quer o mesmo resultado na concessão do Barreiro. Uma maneira de evitar a extracção de gás na península de Setúbal  e na Costa Vicentina, é parar a Mohave em Alcobaça e noutras áreas de Portugal.

Oracle Energy Corp.

A Oracle Energy Corp. que opera na concessão do Barreiro, á qual chama  “ Property”, que foi garantida em Fevereiro de 2013, cobre uma área de 211, 000 acres ( 855 km2), situadaOracle-Website-Portugal-signing-rev-Des-art-2013-02-12-3 no sul  Bacia Lusitânia.

O período de exploração estende-se até 2021, e será para estudos, desde estudos Geológicos , até airborne gravity, passando pelos estudos sísmicos, onde irão gastar mais de 300.000 euros.

Também reforçou o acordo de 2011, entre a Oracle e a Mohave Oil and Gas Corp. A Mohave vem ajudar na obtenção das concessões junto do governo português. Em troca de um máximo de interesse de 25%, a Mohave ganha o direito de participação  na Concessão do Barreiro.

No relatório NI 43-101 Technical Report, aceite pela TSX-V, da Chapman Engineering Ltd., são apresentadas 2 das 3 areas de gás e petróleo esperadas na “property”; Triassic Pre Sa; Lower Jurrasic não convencional. O terceiro não aparece no relatório devido á pouca informação recolhida.

O relatório apresenta como melhor estimativa a formação de Silves, a melhor fonte será na camada Lias, dada que estamos no  inicio dos estudos e seriam necessárias grandes infraestruturas para explorar totalmente estas fontes consideráveis.

O reservatório de Silves, é semelhante a áreas de produção como a de Gás em Hassi R, Mel Algéria e de Sair, o maior campo petrolífero na Libia, como também de muitos campos de petróleo Do Mar do Norte. Mais perto que estes, será o campo Lias de Ayoluendo na Bacia Basque-Cantabrian no Norte de Espanha.

O Chairman da Oracle, Nasim Tyab relembrou que “ A propriedade” do Barreiro oferece uma forte âncora para a corporação e espera-se que contribua para o crescimento da Oracle.

O Oracle é uma corporação canadiana de gás e petróleo com concessões na Europa e África. A corporação têm uma equipa com 150 anos de experiência combinada em exploração de gás e petróleo, na economia e finanças, e em relações governamentais.

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Ian B. McMurtrie- Chairman da Porto Energy ( Mohave Oil and Gas)

Ian B. McMurtrie – Chairman da corporação ( Porto Energy “Mohave Oil and gas”) que reiniciou em 2007 a exploração de gás e petróleo em Portugal)

indexEstá ligado a 17 Conselhos de administração em 3 organizações diferentes através de 5 diferentes industrias.

Vice presidente da Exploração na Rally Energy Ltd. Desde 2007 opera como subsidiária da National Oil Prodution Company S.A.E., com sede no Egipto, que por sua vez é subsidiária da Logria Holding Ltd.

Têm sido vice presidente executivo da Exploração e Desenvolvimento no Bankers Petroleum Ltd, desde Janeiro de 2008. Serviu como vice presidente da exploração da Rally Energy Corp. de 2004 a 2008. Tem sido conselheiro na Rally Energy Corp. desde finais de 2003. È também presidente da Cawdor Investements Ltd. Tem sido Chairman da Porto Energy Corp  (Mohave Oil nad Gas) desde Janeiro de 2011 e tem sido seu diretor desde Setembro de 2007. È um Non Independent Director of Bankers Petroleum Ltd, desde Abril de 2011. Foi director  da Stealth Ventures Inc desde 2003.

McMurtrie iniciou a sua carreira na Texano Exploration Canada Ltd. È doutorado em geologia.

A Albania é o ponto estratégico dos planos da Banker Corp. A Corporação opera no campo Patos – Marinza, perto da cidade de Fier no centro sul da Albania. O seu campo de 44,000 acres de heavy oil é o maior campo on shore no continente europeu.

Tem uma licensa de 25 anos acordados com a Albpetrol Sh.A e a National Petroleum Agency of Albania. Desde que tomaram conta das operações em 2004, a produção aumentou de 600 barris de petróleo por dia (bopd) para uma média de 18,541 bopd em 2013. Em 2008 a corporação acordou planos para a utilização de poços verticais e horizontais, como também a iniciação de waterflood development e thermal programas, para aumentar a produção em 2008 e depois. Também retêm todos os direitos no campo Kuvoca na Albânia. Tem também uma licença num bloco de 185,000 acres como o nome Block F, para gás natural.

Desde 2004, investiu 1 milhão de US dólares, para melhorar a protecção do ecossistema local, saúde e segurança, contribuindo para a economia da Albânia.

Rally Energy

Descrição da corporação e seus projectos

A Rally está baseada em Calgary, com interesses no Egipto, Pakistão e Canadá. A seu foco está no campo issaran , no Egipto e no Golfo de Suez. Tem também 22, 5 % de interesses na concessão Safed koh, No Paquistão.


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A corporação está registada na Toronto Stock Exchange (RAL) e na Frankfurt Stock Exchange (RLE.F). O maior acionista da Rally é a Startegic Capital Partners Inc.

As operações no Egipto são conduzidas segundo o acordo com a Egypt’s General Petroleum Company

 No Paquistão, a Rally participa no campo Safed Koh, em Punbaj. A operadora do projecto é a Dewan Petroleum  Pvt. Ltd, com sede em islamabad.

È este tipo de pessoas que se quer a dirigir o Futuro? Os interesses económicos e profissionais de pessoas como Ian confrontam-se com as necessidades das populações locais. Basta observar os locais dos interesses petrolíferos do Chairman da Porto Energy, para saber que tipo de futuro está a ser organizado para a zona da Extremadura portuguesa pela Porto Energy. È este o progresso que defendes? São estas guerras que consideras pela paz?

Não à Porto Energy! Não à guerra petrolífera!

Joe Berardo, acionista da Mohave Oil and Gas pressionado pela Banca Portuguesa.

Joe Berardo acionista da Mohave Oil and Gas que espera ter 500 milhões de barris de crude em Portugal está em processo litigioso com a banca portuguesa que reclama 400 milhões de Berardo de um empréstimo. Um dos processos opõe a Metalgest ao BBVA de que Berardo é dono, segundo o próprio a “situação está resolvida”. Dos processos com a CGD, BCP e ao BES, não faz comentários.

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A vida empresarial de Joe é bem conhecida e variada, os “casos” de Berardo com a Banca e Governo também. “A MetalGest, “holding” do empresário Joe Berardo, terá falhado no pagamento de serviços financeiros fornecidos pelo BBVA. O “Diário de Notícias” noticia que o banco avançou com uma penhora à empresa.” 08-11-2012

“A CGD tem vindo a executar as garantias dadas pelo empresário madeirense nos empréstimos que contraiu no banco público para saldar encargos em mora.

Segundo o Correio da Manhã, Joe Berardo tem quatro empréstimos no banco público – dois da Metalgest e dois da Fundação Berardo – num valor total próximo dos 350 milhões de euros. Para assegurar o pagamento desses créditos, o também comendador deu como garantias acções, parte delas do BCP, que têm desvalorizado. Depois de pedir um reforço das garantias, o banco público começou a vender os títulos dados como penhora. Ao que o CM apurou, os quatro empréstimos de Berardo estavam inicialmente garantidos por cerca de 185 milhões de acções do BCP que foram reforçados para cerca de 230 milhões de títulos. Desde o início de 2011, a CGD já lhe executou 80 milhões de acções para fazer face aos encargos com empréstimos.” 09-11-2012

Nem o retiro “Buddha Eden” que mandou construir, o livra das “perseguições”.

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Não sabemos se algum deste dinheiro foi usado para investir na Mohave Oil and Gas, mas decerto Berardo espera pagar o empréstimo, ou parte dele, com o lucro do investimento na exploração de gás natural (fracking) em Portugal. Depois da notícia do abandono do poço em Aljubarrota por “ não ser economicamente rentável” por parte da Mohave, Berardo é pressionado pelos empréstimos que contraiu a banca, que hoje nos obriga a pagar os seus negócios. O Investimento em energias fósseis em Portugal só vem piorar a vida dos portugueses na saúde, na economia, no direito á agua e á terra. As quantias faladas em Portugal são irrisórias quando comparadas com o investimento exterior. Muito está em jogo, e como prova a politica europeia e mundial hoje, nós povo não fazemos parte dos melhores planos.

Mohave anuncia abandono do poço Alcobaça #1

                                                         

 

MOHAVE ANUNCIA ABANDONO DO POÇO ALCOBAÇA #1.

 A Mohave depois de investir milhões, de injetar milhares de litros de água com centenas de químicos nocivos misturados, podendo ter deixado rastos de resíduos nucleares, anuncia o abandono do poço que diziam ter uma reserva de 8.000 de barris de petróleo equivalente por dia durante 20 anos. O poço instalado a 700 metros do mosteiro, onde dos trabalhos deixaram marcas na infraestrutura do mosteiro e nas casas em redor. Os trabalhos de perfuração atingiram os 3,240 metros, encontrando gás enclausurado abaixo da camada de sal, mas segundo a Mohave “as areias reservatório são insuficientes para um sucesso comercial.”

Estão a ser realizados os procedimentos para abandonar o poço e libertar o equipamento alugado à escocesa KDA Deutag. Num comunicado a empresa diz: “ os esforços destes últimos 2 meses, permitiram perfurar quase 1.000 metros, incluindo uma coluna de 300 metros de gás natural, mas em quantidade aquém do esperado. Mais uma vez a empresa faz referência às reservas da costa do Brasil e Angola, como sendo das “mais espetaculares descobertas a nível mundial.”

O ministro da economia Álvaro Santos Pereira, visitou o estaleiro umas semanas antes do anúncio da Mohave em abandonar os trabalhos. Na ocasião anunciou: “ Um plano de desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos por parte da Mohave e da Galp, envolvendo um investimento de 230 milhões de euros nos próximos 5 anos e a criação de 200 postos de trabalho diretos e 1,400 indiretos.”

A Mohave ainda detem 7 concessões na faixa litoral entre Torres Vedras e Figueira da Foz, tanto em terra como em mar. A Mohave é uma empresa sediada em Houston, EUA, portanto uma pergunta deve ser feita.

Será Portugal um ponto da estratégia de reservas de petróleo dos EUA?

A demanda da procura/oferta e sua influencia nos preços, tem influencia?

Um ponto para começar a resposta pode ser este:

EUA anuncia que as suas reservas de petróleo aumentam quase 5 vezes mais que o esperado.

Questões que deixamos:

  • Onde foram buscar os milhares de litros de água que utilizaram para fazer o poço?
  • Que químicos utilizaram para ajudar nos trabalhos de encaminhamento gás para a superfície?
  • Que tipo de areia foi utilizada e onde foram buscar?
  • Onde estão os milhares de resíduos tóxicos resultantes das operações?
  • As águas dos rios e aquíferos foram analisadas?
  • Os materiais abandonados, com o desbaste do tempo são perigosos?
  • Vai haver algum tipo de acompanhamento do poço, para confirmar se existe contaminação dos solos, água ou ar? Por quanto tempo?

 

Os jornais regionais apontam Pataias como o próximo ponto de estudo. Mas em Torres Vedras as coisas estão mais avançadas.

Relatório das elites americanas sobre energia:


http://www.newamericancentury.org/global- ENERGETIC AMERICA

CEO, presidentes e diretores da Porto Energy

 

BOARD OF DIRECTORS

Ian McMurtrie, Chairman 2 3

È vice presidente Executivo, do desenvolvimento e exploração na Bankers Petroleum LTd. Foi vice presidente, na Rally Energy Corp, de 2004 a 2008. Também é presidente da Cawdor Investements LTd. Iniciou a sua carreira na Texano Exploration Canadá Ltd . Recebeu um B.S.C.  em geologia da Quenn´s University em 1970.

Joseph Ash, Director, Presidente and CEO 4

O sr. Ash foi empregado da Devon Energy Corporation de 2001 a Maio de 2010, servindo em operações domésticas e operações internacionais. Recentemente, o sr. Ash foi Vice Presidente  sénior da Devon e exploração VP, nas divisões offshore, onde liderou a sua equipa á descoberta de 3 matérias em águas profundas do Brasil e Angola. Foi previamente diretor no Special Projects e antes disso, serviu na Devon Internacional no departamento de exploração e desenvolvimento de negócios. Juntou-se á Devon quando esta adquiriu a Santa Fé Energy. O sr. Ash foi empregado na Santa Fé de 1997 a 2001. Ahs iniciou a sua carreira em 1985 na Mitchell Energy Corporation, onde foi responsável pela exploração e desenvolvimento dos projetos na Costa do Golfo até 1997. Tem um bacharelato em geologia da Standorf University e fez trabalho de graduação na University of Texas.

Dr. William J. F. Roach, P. Eng. 3

William tornou-se Chefe executive na NewCo Oilsands. Antes disso, serviu como CEO da Calera e foi presidente e CEO da UTS onde liderou a equipa executiva da corporação e foi responsável por maximizar o crescimento do volume de oportunidades dos acionistas da UTS. A UTS foi vendida á Total. William tem 25 anos na direção do design, construção e entrega de capitais nacionais e internacionais intensivos derivado dos projetos de gás e petróleo. Trabalhou internacionalmente para a Shell, British-Borneo, e Husky Energy na costa este do Canadá.

Agustin Llana, Director 1

Llana é um homem de negócios independente e trabalha á 35 anos com a Royal Dutch Shell B.V. Mais recentemente, de 2006 a 2008 foi presidente na Shell Espanha, Portugal e Gilbratar. Era também director da General Manager do Gás e Renováveis para a Shell Energy Europe (SEE) B.V. na Ibéria. Foi responsável pelo primeiro LNG cargo fora da Europa, gasodutos/LNG e negociou acordos de compra. Lançou a entrada da Shell no mercado de gás na Espanha.

Gerald Romanzin, Director 1 2 4

Romanzin é um homem de negócios independente de Calvary que serve como diretor da Crescent Point Energy Corp., Petrowest Energy Services Ltd. E Trimac Transportation Services Inc. Foi responsável no Trimac Income Fund e membro do comité para Titan Funds Incorporated.

Formalmente, serviu como diretor da FET Resources Ltd. Ketch Resources Ltd, Ketch Resources Found, Condence Energy inc, Kereco Energy Ltd, e Flowing Energy Corporation. Foi vice president executive da TSX Venture Exchange. Foi analista financeiro com a Alberta Securities  Commission por 4 anos até se juntar á Alberta Stock Exchange em 1987. Foi vice presidente na Alberta Stock Exchange até mudar para a TSX Venture. Romanzin tem um bacharelato em Comércio da University of Calvagary e é membro do Institute of Chartered Accounstants of Alberta.

Gregory Turnbull, Director 2 3 4

Turnbull trabalha no escritório em Calvary da McCarthy Tétrault LLP, antes estava na Donahue LLP. Durante a sua carreira serviu como diretor na Action Energy Inc, Baytex Energy Ltd, Barrington Petroleum Ltd, Brandon Energy Ltd, Castle Rock Petroleum Ltd, Cypress Energy inc, Flagship Energy inc, Flowing Energy Corp, Hawk Oil inc, Hawk energy inc, Kensington Energy Ltd, Lexxor Energy inc, Mannville Oil&gas Ltd, Newquest Energy ltd, Petrostar  Petroleums inc, Pinnacle Resources Ltd, Seventh Energy Ltd, Spire Energy Ltd, Storm Energy Inc, Tri Ex Oil & Gas Ltd, Trigas Exploration Ltd, Trimox Energy Inc., Twin Energy Ltd., Vitreous Environmental Group Inc. and Westward Energy Inc. Mr. Turnbull is currently serving as a director of Crescent Point Energy Corp., Heritage Oil plc, Storm Exploration Inc., Hawk Exploration Ltd., BNP Resources Inc., Canadian Superior Energy Inc., Sunshine Oilsands Ltd. and Seaview Energy Inc. Mr. Turnbull received a BA. (Honours) degree from Queen’s University in 1976 and an LLB from the University of Toronto in 1979.

Patric Monteleone, Director, Executive Vice President 1

Monteleone fundou a empresa em 1993 e foi seu presidente e chefe executivo durante a fase de exploração. Previamente foi vice presidente da Heritage Exploration and Prodution company de 1989 a 1993, supervisor geologic com a Tenneco Exploration and production Company de 1982 a 1989, trabalhou na Occidental Petroleum and production Company de 1981 a 1982 e geologista senior na British Petroleum de 1973 a 1981.

1 Audit Committee
2 Compensation Committee
3 Reserves Committee
4 Corporate Govern Committee

Bem provada a ligação da extracção de gás natural em Portugal e as Tar Sands do Canadá.

Como se pode ver, todos os intervenientes nesta corporação, tem um passado no mínimo duvidoso a nível de protecção dos meios naturais e violação dos direitos humanos. Agora que as explorações chegam aos países que dela mais necessitam e usufruem, os meios como as corporações iniciam e mantêm os seus negócios começam a levantar sérios problemas à industria do petróleo. Agora não é só  negro, o Índio, as populações dos países subdesenvolvidos que sofrem directamente com as sequências da extracção de matérias primas para energia, agora o Branco Ocidental também começa a sentir que afinal para as corporações todos somos “inferiores”. A destruição da camada de ozono, a poluição das águas, a perca de terrenos, o aparecimento de doenças, o sentir a falta de apoio das forças de segurança, dos políticos, e a sentir a pressão do FMI, do bem comum, sentira sua falta de controlo sobre os bens mais essenciais, começa a unir o povo e a fazê-lo pensar. Quem são estes que não pensam em mim? Porque fazem isto? Para receber bem hoje, quem fica a perder amanha?

As corporações que aparecem no curriculum destes “senhores” já foram quase todas condenadas a pagar estragos ambientais, sociais e muitas responderam por apoio a milícias e governos ditatoriais. Podemos ver também que alguns trabalham na industria do petróleo e das energias renováveis.

Portugal para eles é um gráfico, números, tabelas, boe’s, barris, palmadinhas nas costas e um paraíso para destruir e investir.

As tar sands Canadianas são a principal fonte de combustível do exercito americano, seu principal cliente o Pentágono. A destruição de terras indígenas, a expulsão dos povos a morte de animais por falta de alimento e o perigo de extinção real…

As Corporações e a “nova politica mundial” apoiam o crescimento da economia. O povo pede o crescimento da verdade e da oposição a esta governação. Não ao Gás natural, Não ás novas energias extremas, não ás energias para as massas…!