Arquivo da categoria: Mohave Oil and Gas

Porto Energy ( Mohave Oil nad Gas Corp), Concessão do Barreiro e Oracle energy Corp.

Porto Energy ( Mohave Oil and Gas Corp), Concessão do Barreiro e Oracle energy Corp.

A corporação que dá a cara no Barreiro é a Oracle, mas na verdade esta corporação não estaria a apostar na prospecção de gás e petróleo na península de Setúbal, se não fosse a Porto Energy a interceder por ela junto do governo português, a partilhar estudos, informação, técnica e mercado.E principalmente ter recomeçado as prospecções em 2007.

Ambas são corporações em ascensão e ambas querem reinar no Petróleo e Gás europeu, e importantes concessões em África. O petróleo e gás que procuram é semelhante. Outro laço de notar é a ligação à industria petrolífera de Alberta e British Columbia no Canadá. Mais uma vez se reforça a ideia de a técnica de fractura hidráulica ser necessária, mais cedo ou mais tarde, para manter o seu negócio.

 A Mohave aposta tudo na zona oeste de Portugal ( Torres Vedras, Alcobaça, Peniche, Zambujal,etc), mas colabora em troca de % de participação em várias zonas do país.

 A Porto Energy é um empresa internacional de gás e petróleo empenhada na exploração de crude oil e gás natural em Portugal. A Porto é também a Mohave Oil and Gas Corporation ( uma corporação texana com escritórios em Portugal). A empresa detêm 100% de interesse em 7 concessões, na Bacia lusitânia, em Portugal. A empresa já identificou fontes petróleo e gás convencional e não convencional.

VISION AND STRATEGY”

A Porto quer perfurar em Pré sal e avaliar as Lias de petróleo leve no on shore de Portugal. Vai procurando coligações para correr mais riscos e poder ter mais gastos. A empresa utiliza técnicas modernas como informação 3 D seismic, como perfuração horizontal e Underbalance. Estão focados em oportunidades de curto prazo em ambas as extrações, convencional e não convencional para valorizar os  accionistas ( sendo um deles, José Berardo).

A Porto Energy é a única corporação que já extraiu gás do sub solo, largando uma chama de 5 metros, em Aljubarrota e quer o mesmo resultado na concessão do Barreiro. Uma maneira de evitar a extracção de gás na península de Setúbal  e na Costa Vicentina, é parar a Mohave em Alcobaça e noutras áreas de Portugal.

Oracle Energy Corp.

A Oracle Energy Corp. que opera na concessão do Barreiro, á qual chama  “ Property”, que foi garantida em Fevereiro de 2013, cobre uma área de 211, 000 acres ( 855 km2), situadaOracle-Website-Portugal-signing-rev-Des-art-2013-02-12-3 no sul  Bacia Lusitânia.

O período de exploração estende-se até 2021, e será para estudos, desde estudos Geológicos , até airborne gravity, passando pelos estudos sísmicos, onde irão gastar mais de 300.000 euros.

Também reforçou o acordo de 2011, entre a Oracle e a Mohave Oil and Gas Corp. A Mohave vem ajudar na obtenção das concessões junto do governo português. Em troca de um máximo de interesse de 25%, a Mohave ganha o direito de participação  na Concessão do Barreiro.

No relatório NI 43-101 Technical Report, aceite pela TSX-V, da Chapman Engineering Ltd., são apresentadas 2 das 3 areas de gás e petróleo esperadas na “property”; Triassic Pre Sa; Lower Jurrasic não convencional. O terceiro não aparece no relatório devido á pouca informação recolhida.

O relatório apresenta como melhor estimativa a formação de Silves, a melhor fonte será na camada Lias, dada que estamos no  inicio dos estudos e seriam necessárias grandes infraestruturas para explorar totalmente estas fontes consideráveis.

O reservatório de Silves, é semelhante a áreas de produção como a de Gás em Hassi R, Mel Algéria e de Sair, o maior campo petrolífero na Libia, como também de muitos campos de petróleo Do Mar do Norte. Mais perto que estes, será o campo Lias de Ayoluendo na Bacia Basque-Cantabrian no Norte de Espanha.

O Chairman da Oracle, Nasim Tyab relembrou que “ A propriedade” do Barreiro oferece uma forte âncora para a corporação e espera-se que contribua para o crescimento da Oracle.

O Oracle é uma corporação canadiana de gás e petróleo com concessões na Europa e África. A corporação têm uma equipa com 150 anos de experiência combinada em exploração de gás e petróleo, na economia e finanças, e em relações governamentais.

Anúncios

Ian B. McMurtrie- Chairman da Porto Energy ( Mohave Oil and Gas)

Ian B. McMurtrie – Chairman da corporação ( Porto Energy “Mohave Oil and gas”) que reiniciou em 2007 a exploração de gás e petróleo em Portugal)

indexEstá ligado a 17 Conselhos de administração em 3 organizações diferentes através de 5 diferentes industrias.

Vice presidente da Exploração na Rally Energy Ltd. Desde 2007 opera como subsidiária da National Oil Prodution Company S.A.E., com sede no Egipto, que por sua vez é subsidiária da Logria Holding Ltd.

Têm sido vice presidente executivo da Exploração e Desenvolvimento no Bankers Petroleum Ltd, desde Janeiro de 2008. Serviu como vice presidente da exploração da Rally Energy Corp. de 2004 a 2008. Tem sido conselheiro na Rally Energy Corp. desde finais de 2003. È também presidente da Cawdor Investements Ltd. Tem sido Chairman da Porto Energy Corp  (Mohave Oil nad Gas) desde Janeiro de 2011 e tem sido seu diretor desde Setembro de 2007. È um Non Independent Director of Bankers Petroleum Ltd, desde Abril de 2011. Foi director  da Stealth Ventures Inc desde 2003.

McMurtrie iniciou a sua carreira na Texano Exploration Canada Ltd. È doutorado em geologia.

A Albania é o ponto estratégico dos planos da Banker Corp. A Corporação opera no campo Patos – Marinza, perto da cidade de Fier no centro sul da Albania. O seu campo de 44,000 acres de heavy oil é o maior campo on shore no continente europeu.

Tem uma licensa de 25 anos acordados com a Albpetrol Sh.A e a National Petroleum Agency of Albania. Desde que tomaram conta das operações em 2004, a produção aumentou de 600 barris de petróleo por dia (bopd) para uma média de 18,541 bopd em 2013. Em 2008 a corporação acordou planos para a utilização de poços verticais e horizontais, como também a iniciação de waterflood development e thermal programas, para aumentar a produção em 2008 e depois. Também retêm todos os direitos no campo Kuvoca na Albânia. Tem também uma licença num bloco de 185,000 acres como o nome Block F, para gás natural.

Desde 2004, investiu 1 milhão de US dólares, para melhorar a protecção do ecossistema local, saúde e segurança, contribuindo para a economia da Albânia.

Rally Energy

Descrição da corporação e seus projectos

A Rally está baseada em Calgary, com interesses no Egipto, Pakistão e Canadá. A seu foco está no campo issaran , no Egipto e no Golfo de Suez. Tem também 22, 5 % de interesses na concessão Safed koh, No Paquistão.


index
tar_sands_before_after

A corporação está registada na Toronto Stock Exchange (RAL) e na Frankfurt Stock Exchange (RLE.F). O maior acionista da Rally é a Startegic Capital Partners Inc.

As operações no Egipto são conduzidas segundo o acordo com a Egypt’s General Petroleum Company

 No Paquistão, a Rally participa no campo Safed Koh, em Punbaj. A operadora do projecto é a Dewan Petroleum  Pvt. Ltd, com sede em islamabad.

È este tipo de pessoas que se quer a dirigir o Futuro? Os interesses económicos e profissionais de pessoas como Ian confrontam-se com as necessidades das populações locais. Basta observar os locais dos interesses petrolíferos do Chairman da Porto Energy, para saber que tipo de futuro está a ser organizado para a zona da Extremadura portuguesa pela Porto Energy. È este o progresso que defendes? São estas guerras que consideras pela paz?

Não à Porto Energy! Não à guerra petrolífera!

Joe Berardo, acionista da Mohave Oil and Gas pressionado pela Banca Portuguesa.

Joe Berardo acionista da Mohave Oil and Gas que espera ter 500 milhões de barris de crude em Portugal está em processo litigioso com a banca portuguesa que reclama 400 milhões de Berardo de um empréstimo. Um dos processos opõe a Metalgest ao BBVA de que Berardo é dono, segundo o próprio a “situação está resolvida”. Dos processos com a CGD, BCP e ao BES, não faz comentários.

JoeBErardo.fw_

A vida empresarial de Joe é bem conhecida e variada, os “casos” de Berardo com a Banca e Governo também. “A MetalGest, “holding” do empresário Joe Berardo, terá falhado no pagamento de serviços financeiros fornecidos pelo BBVA. O “Diário de Notícias” noticia que o banco avançou com uma penhora à empresa.” 08-11-2012

“A CGD tem vindo a executar as garantias dadas pelo empresário madeirense nos empréstimos que contraiu no banco público para saldar encargos em mora.

Segundo o Correio da Manhã, Joe Berardo tem quatro empréstimos no banco público – dois da Metalgest e dois da Fundação Berardo – num valor total próximo dos 350 milhões de euros. Para assegurar o pagamento desses créditos, o também comendador deu como garantias acções, parte delas do BCP, que têm desvalorizado. Depois de pedir um reforço das garantias, o banco público começou a vender os títulos dados como penhora. Ao que o CM apurou, os quatro empréstimos de Berardo estavam inicialmente garantidos por cerca de 185 milhões de acções do BCP que foram reforçados para cerca de 230 milhões de títulos. Desde o início de 2011, a CGD já lhe executou 80 milhões de acções para fazer face aos encargos com empréstimos.” 09-11-2012

Nem o retiro “Buddha Eden” que mandou construir, o livra das “perseguições”.

3147366

Não sabemos se algum deste dinheiro foi usado para investir na Mohave Oil and Gas, mas decerto Berardo espera pagar o empréstimo, ou parte dele, com o lucro do investimento na exploração de gás natural (fracking) em Portugal. Depois da notícia do abandono do poço em Aljubarrota por “ não ser economicamente rentável” por parte da Mohave, Berardo é pressionado pelos empréstimos que contraiu a banca, que hoje nos obriga a pagar os seus negócios. O Investimento em energias fósseis em Portugal só vem piorar a vida dos portugueses na saúde, na economia, no direito á agua e á terra. As quantias faladas em Portugal são irrisórias quando comparadas com o investimento exterior. Muito está em jogo, e como prova a politica europeia e mundial hoje, nós povo não fazemos parte dos melhores planos.

Mohave anuncia abandono do poço Alcobaça #1

                                                         

 

MOHAVE ANUNCIA ABANDONO DO POÇO ALCOBAÇA #1.

 A Mohave depois de investir milhões, de injetar milhares de litros de água com centenas de químicos nocivos misturados, podendo ter deixado rastos de resíduos nucleares, anuncia o abandono do poço que diziam ter uma reserva de 8.000 de barris de petróleo equivalente por dia durante 20 anos. O poço instalado a 700 metros do mosteiro, onde dos trabalhos deixaram marcas na infraestrutura do mosteiro e nas casas em redor. Os trabalhos de perfuração atingiram os 3,240 metros, encontrando gás enclausurado abaixo da camada de sal, mas segundo a Mohave “as areias reservatório são insuficientes para um sucesso comercial.”

Estão a ser realizados os procedimentos para abandonar o poço e libertar o equipamento alugado à escocesa KDA Deutag. Num comunicado a empresa diz: “ os esforços destes últimos 2 meses, permitiram perfurar quase 1.000 metros, incluindo uma coluna de 300 metros de gás natural, mas em quantidade aquém do esperado. Mais uma vez a empresa faz referência às reservas da costa do Brasil e Angola, como sendo das “mais espetaculares descobertas a nível mundial.”

O ministro da economia Álvaro Santos Pereira, visitou o estaleiro umas semanas antes do anúncio da Mohave em abandonar os trabalhos. Na ocasião anunciou: “ Um plano de desenvolvimento e produção de hidrocarbonetos por parte da Mohave e da Galp, envolvendo um investimento de 230 milhões de euros nos próximos 5 anos e a criação de 200 postos de trabalho diretos e 1,400 indiretos.”

A Mohave ainda detem 7 concessões na faixa litoral entre Torres Vedras e Figueira da Foz, tanto em terra como em mar. A Mohave é uma empresa sediada em Houston, EUA, portanto uma pergunta deve ser feita.

Será Portugal um ponto da estratégia de reservas de petróleo dos EUA?

A demanda da procura/oferta e sua influencia nos preços, tem influencia?

Um ponto para começar a resposta pode ser este:

EUA anuncia que as suas reservas de petróleo aumentam quase 5 vezes mais que o esperado.

Questões que deixamos:

  • Onde foram buscar os milhares de litros de água que utilizaram para fazer o poço?
  • Que químicos utilizaram para ajudar nos trabalhos de encaminhamento gás para a superfície?
  • Que tipo de areia foi utilizada e onde foram buscar?
  • Onde estão os milhares de resíduos tóxicos resultantes das operações?
  • As águas dos rios e aquíferos foram analisadas?
  • Os materiais abandonados, com o desbaste do tempo são perigosos?
  • Vai haver algum tipo de acompanhamento do poço, para confirmar se existe contaminação dos solos, água ou ar? Por quanto tempo?

 

Os jornais regionais apontam Pataias como o próximo ponto de estudo. Mas em Torres Vedras as coisas estão mais avançadas.

Relatório das elites americanas sobre energia:


http://www.newamericancentury.org/global- ENERGETIC AMERICA

CEO, presidentes e diretores da Porto Energy

 

BOARD OF DIRECTORS

Ian McMurtrie, Chairman 2 3

È vice presidente Executivo, do desenvolvimento e exploração na Bankers Petroleum LTd. Foi vice presidente, na Rally Energy Corp, de 2004 a 2008. Também é presidente da Cawdor Investements LTd. Iniciou a sua carreira na Texano Exploration Canadá Ltd . Recebeu um B.S.C.  em geologia da Quenn´s University em 1970.

Joseph Ash, Director, Presidente and CEO 4

O sr. Ash foi empregado da Devon Energy Corporation de 2001 a Maio de 2010, servindo em operações domésticas e operações internacionais. Recentemente, o sr. Ash foi Vice Presidente  sénior da Devon e exploração VP, nas divisões offshore, onde liderou a sua equipa á descoberta de 3 matérias em águas profundas do Brasil e Angola. Foi previamente diretor no Special Projects e antes disso, serviu na Devon Internacional no departamento de exploração e desenvolvimento de negócios. Juntou-se á Devon quando esta adquiriu a Santa Fé Energy. O sr. Ash foi empregado na Santa Fé de 1997 a 2001. Ahs iniciou a sua carreira em 1985 na Mitchell Energy Corporation, onde foi responsável pela exploração e desenvolvimento dos projetos na Costa do Golfo até 1997. Tem um bacharelato em geologia da Standorf University e fez trabalho de graduação na University of Texas.

Dr. William J. F. Roach, P. Eng. 3

William tornou-se Chefe executive na NewCo Oilsands. Antes disso, serviu como CEO da Calera e foi presidente e CEO da UTS onde liderou a equipa executiva da corporação e foi responsável por maximizar o crescimento do volume de oportunidades dos acionistas da UTS. A UTS foi vendida á Total. William tem 25 anos na direção do design, construção e entrega de capitais nacionais e internacionais intensivos derivado dos projetos de gás e petróleo. Trabalhou internacionalmente para a Shell, British-Borneo, e Husky Energy na costa este do Canadá.

Agustin Llana, Director 1

Llana é um homem de negócios independente e trabalha á 35 anos com a Royal Dutch Shell B.V. Mais recentemente, de 2006 a 2008 foi presidente na Shell Espanha, Portugal e Gilbratar. Era também director da General Manager do Gás e Renováveis para a Shell Energy Europe (SEE) B.V. na Ibéria. Foi responsável pelo primeiro LNG cargo fora da Europa, gasodutos/LNG e negociou acordos de compra. Lançou a entrada da Shell no mercado de gás na Espanha.

Gerald Romanzin, Director 1 2 4

Romanzin é um homem de negócios independente de Calvary que serve como diretor da Crescent Point Energy Corp., Petrowest Energy Services Ltd. E Trimac Transportation Services Inc. Foi responsável no Trimac Income Fund e membro do comité para Titan Funds Incorporated.

Formalmente, serviu como diretor da FET Resources Ltd. Ketch Resources Ltd, Ketch Resources Found, Condence Energy inc, Kereco Energy Ltd, e Flowing Energy Corporation. Foi vice president executive da TSX Venture Exchange. Foi analista financeiro com a Alberta Securities  Commission por 4 anos até se juntar á Alberta Stock Exchange em 1987. Foi vice presidente na Alberta Stock Exchange até mudar para a TSX Venture. Romanzin tem um bacharelato em Comércio da University of Calvagary e é membro do Institute of Chartered Accounstants of Alberta.

Gregory Turnbull, Director 2 3 4

Turnbull trabalha no escritório em Calvary da McCarthy Tétrault LLP, antes estava na Donahue LLP. Durante a sua carreira serviu como diretor na Action Energy Inc, Baytex Energy Ltd, Barrington Petroleum Ltd, Brandon Energy Ltd, Castle Rock Petroleum Ltd, Cypress Energy inc, Flagship Energy inc, Flowing Energy Corp, Hawk Oil inc, Hawk energy inc, Kensington Energy Ltd, Lexxor Energy inc, Mannville Oil&gas Ltd, Newquest Energy ltd, Petrostar  Petroleums inc, Pinnacle Resources Ltd, Seventh Energy Ltd, Spire Energy Ltd, Storm Energy Inc, Tri Ex Oil & Gas Ltd, Trigas Exploration Ltd, Trimox Energy Inc., Twin Energy Ltd., Vitreous Environmental Group Inc. and Westward Energy Inc. Mr. Turnbull is currently serving as a director of Crescent Point Energy Corp., Heritage Oil plc, Storm Exploration Inc., Hawk Exploration Ltd., BNP Resources Inc., Canadian Superior Energy Inc., Sunshine Oilsands Ltd. and Seaview Energy Inc. Mr. Turnbull received a BA. (Honours) degree from Queen’s University in 1976 and an LLB from the University of Toronto in 1979.

Patric Monteleone, Director, Executive Vice President 1

Monteleone fundou a empresa em 1993 e foi seu presidente e chefe executivo durante a fase de exploração. Previamente foi vice presidente da Heritage Exploration and Prodution company de 1989 a 1993, supervisor geologic com a Tenneco Exploration and production Company de 1982 a 1989, trabalhou na Occidental Petroleum and production Company de 1981 a 1982 e geologista senior na British Petroleum de 1973 a 1981.

1 Audit Committee
2 Compensation Committee
3 Reserves Committee
4 Corporate Govern Committee

Bem provada a ligação da extracção de gás natural em Portugal e as Tar Sands do Canadá.

Como se pode ver, todos os intervenientes nesta corporação, tem um passado no mínimo duvidoso a nível de protecção dos meios naturais e violação dos direitos humanos. Agora que as explorações chegam aos países que dela mais necessitam e usufruem, os meios como as corporações iniciam e mantêm os seus negócios começam a levantar sérios problemas à industria do petróleo. Agora não é só  negro, o Índio, as populações dos países subdesenvolvidos que sofrem directamente com as sequências da extracção de matérias primas para energia, agora o Branco Ocidental também começa a sentir que afinal para as corporações todos somos “inferiores”. A destruição da camada de ozono, a poluição das águas, a perca de terrenos, o aparecimento de doenças, o sentir a falta de apoio das forças de segurança, dos políticos, e a sentir a pressão do FMI, do bem comum, sentira sua falta de controlo sobre os bens mais essenciais, começa a unir o povo e a fazê-lo pensar. Quem são estes que não pensam em mim? Porque fazem isto? Para receber bem hoje, quem fica a perder amanha?

As corporações que aparecem no curriculum destes “senhores” já foram quase todas condenadas a pagar estragos ambientais, sociais e muitas responderam por apoio a milícias e governos ditatoriais. Podemos ver também que alguns trabalham na industria do petróleo e das energias renováveis.

Portugal para eles é um gráfico, números, tabelas, boe’s, barris, palmadinhas nas costas e um paraíso para destruir e investir.

As tar sands Canadianas são a principal fonte de combustível do exercito americano, seu principal cliente o Pentágono. A destruição de terras indígenas, a expulsão dos povos a morte de animais por falta de alimento e o perigo de extinção real…

As Corporações e a “nova politica mundial” apoiam o crescimento da economia. O povo pede o crescimento da verdade e da oposição a esta governação. Não ao Gás natural, Não ás novas energias extremas, não ás energias para as massas…!

Mohave Oil and Gas Corporation

Mohave Oil and Gas Corporation, a wholly-owned sub of  Porto Energy Corp [TSX-V (PEC)], owns five concessions covering 1.4 million acres (1 acre = 0, 404 hectares) in Portugal.

 Porto Energy Corp. é uma companhia internacional de gás e petróleo decidida a explorar crude de petróleo e gás em Portugal, incluindo a avaliação da descoberta de gás. Através de sua subsidiária, Mohave Oil and Gas Coporatiorn (uma corporação do Texas com escritórios em Portugal) a companhia detêm interesses em 5 concessões na Portugal´s Lusitania basin, totalizando 5,844 km2.  Através dos seus esforços para exploração até hoje a companhia identificou 7 grandes “exploration trends” (tendência para exploração. durante as suas concessões e gerou mais de 45 prospecções.

 Mohave Oil and Gas Corporation

Moradas: 11000 Richmond Ave, Ste 585, Houston Texas, 77042,USA e Praça do Príncipe Real, 11 R/C.B Código postal 1250 – 184 Lisboa tel: 213461385

Mohave Oil and Gas Corporation, a wholly-owned sub of  Porto Energy Corp [TSX-V (PEC)], owns five concessions covering 1.4 million acres (1 acre = 4,046.8564224 m2) in Portugal.

Porto Energy Corp. é uma companhia internacional de gás e petróleo decidida a explorar  crude de petróleo e gás em Portugal, incluindo a avaliação da descoberta de gás. Através de sua subsidiária, Mohave Oil and Gas Coporatiorn (uma corporação do Texas com escritórios em Portugal) a companhia detêm interesses em 5 concessões na  Portugal´s Lusitania basin, totalizando 5,844 km2. Através dos seus esforços para exploração até hoje a companhia identificou 7 grandes “exploration trends” (tendência para exploração. durante as suas concessões e gerou mais de 45 prospecções.

WELCOME

 http://www.youtube.com/watch?v=8CipAL9_QrY

Energy visit http://www.portoenergy.com.

 

A Porto Energy Corp. Tem virtualmente 100% dos interesses em 5 concessões localizadas em 6,000km2 de terra em Portugal Lusitania bacin. A empresa descobriu até hoje 2 sistemas de hidrocarbonetos. Através de técnicas modernas de exploração e técnicas desenvolvidas nunca usadas em Portugal, uma equipa de manutenção experiente, e estruturas estáveis de gás e petróleo e a Porto Energy esta bem colocada para se tornar uma companhia de produção de gás e petróleo na UE.

CONCESSÕES

Rio Maior – 2

2 Concessões foram garantidas em Agosto de 2007 e cobre aproximadamente 314,812 net acres. A área contêm 3 “trends” (tendência para petróleo), mas a empresa está a utilizar o 2-D de pesquisa para identificar locais para programas de trabalho futuros.

São Pedro de Moel – 2

Agosto de 2007 cobre aproximadamente 251,059 net acres. Mais de 90% desta concessão fica off-shore em águas relativamente baixas menos de 75 metros. Esta concessão contêm 3 trends e 4 perspectivas bem definidos. A empresa encomendou 1000km2 3-D seismic (vigilância) sobre as áreas de perspectiva. A companhia irá utilizar os dados sísmico para oportunidades com baixo risco.

Cabo Mondego – 2

Agosto de 2007 cobre aproximadamente 272,557 net acres. Aproximadamente 30% da área fica off shore e fica em águas menos fundas que os 75 metros.

Torres Vedras – 3

Agosto de 2007- área aproximadamente com 305, 738 net acres. Reservatórios abaixo dos 400 metros (área alvo). Contem 3 possibilidade e 39 perspectivas. Iremos nos focar num onshore no recife Jurassic onde o principal produto é petróleo. Uma observação 3 –D em 80km2 foi completada e pretendemos instalar poços de exploração.

A empresa acredita que existe mais potencial de se repetirem as descobertas.

Aljubarrota – 3

Agosto de 2007 uma área de 299,986 net acres. Contem 4 locais possíveis e 11 perspectivas . A empresa acabou uma observação 3-D seismic para avaliar O Gás de Aljubarrota e explorar prespectivas Rhodochosite, ambos contem gás natural como a principal fonte de hidrocarbonetos.

A descoberta do Gás foi possível devido a observações sísmicas

 The Aljubarrota Gas Discovery Prospect was defined using 2-D seismic surveys as well as data acquired from four wells that were drilled between 1999 and 2005. A 160 km² 3-D seismic survey was recently completed and the Company intends to re-enter the Alj-4 to collect engineering and geologic data for a future horizontal development.

The sub-salt Rhodochrosite Prospect was identified based on data from wells that were previously drilled in addition to data acquired from 2-D seismic surveys which were performed in 1981 and 1996. To better identify target areas, a new 3-D seismic survey will be utilized to drill the exploration well.

A companhia canadiana Mohave Oil & Gas, que se encontra na região oeste há vários anos atrás de Petróleo, aponta 2011 como o ano do início da exploração.

O início da exploração de petróleo na região Oeste chegou a ser avançada para este ano, mas remetida para 2011.

Segundo  Joe Berardo, parceiro da companhia canadiana, em declarações ao Correio da Manhã, na origem deste atraso esteve a necessidade de adaptar a “ tecnologia de poços direccionais e horizontais, que deverão ser instalados numa primeira fase nos concelhos de Alcobaça e Torres Vedras.

Ainda de acordo com o empresário, está confirmada a existência de “petróleo em Portugal”, faltando, nesta altura, “encontrar a solução mais económica para o extrair”.

As estimativas da Mohave Oil & Gas apontam a existência de reservas de 500 milhões de barris (159 litros cada) barril de crude no subsolo português, valor que responderia às necessidades do País ao longo de cinco anos. O valor destas reservas está estimado entre os mil milhões de euros e os 35 mil milhões de euros.

A empresa previa, numa primeira calendarização avançada, que a perfuração dos primeiros poços, em Aljubarrota (Alcobaça) e em Torres Vedras, começasse em Maio.

A Mohave está em Portugal desde 1993. Já investiu mais de 40 milhões de euros na prospecção de petróleo e de gás. As quatro concessões que a empresa detém vigoram até 2015.

 

A Pesquisa de Petróleo em Portugal

EM RESUMO …

Apesar de alguns trabalhos de pesquisa terem sido realizados ( mapa) ao longo dos anos nas bacias sedimentares portuguesas, pode considerar-se que estas se encontram subavaliadas. Mesmo a bacia Lusitânica, a mais pesquisada das bacias portuguesas, com uma densidade de sondagens da ordem de 2,4 por 1000 km2, é disso um bom exemplo.

Os resultados das sondagens foram muitas vezes encorajadores e não existem dúvidas da presença – pelo menos em algumas das bacias – de todos os componentes (rochas mãe maduras, reservatórios selados e armadilhas) necessários a potenciais acumulações económicas de petróleo. Contudo, ainda não existe produção em Portugal.

As bacias “tradicionais” (Porto, Lusitânica e Algarve) continuam a estimular a pesquisa com a procura de novos objectivos que permitam obter descobertas comerciais, como é comprovado pelo continuado interesse das companhias que continuam a achar que vale a pena investir na pesquisa em Portugal.

As áreas de fronteira – as bacias mais profundas e exteriores para Oeste e Sul da plataforma continental – apresentam novas oportunidades de pesquisa, particularmente tendo em conta os termos contratuais e um regime fiscal muito favoráveis.

HISTÓRIA DA PESQUISA

As primeiras sondagens de pesquisa foram efectuadas no início do século passado. Estas eram, na maioria, pouco profundas e localizadas junto a ocorrência de rochas impregnadas por petróleo à superfície (seeps), no onshore, Norte e Sul da bacia Lusitânica.

 Em 1938 foi emitido um alvará de concessão para pesquisa de petróleo e substâncias betuminosas, abrangendo as bacias Lusitânica e do Algarve. Por várias vezes houve transmissão dos direitos desta concessão, que se manteve activa até 1968.

Durante o período de vigência da concessão foram adquiridos, no onshore da bacia Lusitânica, cerca de 3264 km de sísmica de reflexão, na maioria mono-canal, levantamentos de gravimetria e um pequeno levantamento magnético perto de Lisboa.

Nesta bacia foram ainda efectuadas 78 sondagens de pesquisa, das quais apenas 33 atingiram profundidades superiores a 500 m. Muitas destas sondagens apresentaram fortes indícios de petróleo e algumas atingiram produção sub-comercial. Durante este período, na bacia do Algarve, apenas foram efectuados levantamentos de gravimetria.

Depois do abandono desta concessão, sob nova legislação de petróleo, as áreas de prospecção e pesquisa, onshore e offshore, foram divididas em blocos, tendo por base uma malha regular e postos a concurso internacional. Do concurso resultou a assinatura de 30 contratos para áreas no offshore, em 1973 e 1974. O último destes contratos terminou em 1979. Durante este período foram realizados cerca de 21237 km de levantamentos sísmicos de reflexão multi-canal, gravimétricos e magnéticos. Para além destes levantamentos foram efectuadas 22 sondagens, 5 das quais na bacia do Porto, 14 na bacia Lusitânica e 3 na bacia do Algarve. Todas as sondagens foram fechadas e abandonadas, embora algumas tenham apresentado muito bons indícios de petróleo e duas delas,  Moreia-1 e  14 A-1, produziram pequenas quantidades de óleo em teste com broca.

Depois de 1979, a pesquisa abrandou consideravelmente no offshore. Todavia, em 1978 ressurge o interesse pelo onshore. Assim, de 1978 a 2004, foram atribuídas 39 áreas, das quais 23 concessões no onshore da bacia Lusitânica (duas destas abrangem lotes no onshore e no offshore), 15 concessões no offshore (11 na bacia do Porto, 3 na bacia do Algarve e 1 na bacia Lusitânica) e 1 licença de avaliação prévia no deep-offshore da bacia do Algarve. Durante este período foram efectuadas 28 sondagens, das quais 23 no onshore da bacia Lusitânica e 5 no offshore (3 na bacia do Porto e 2 na bacia do Algarve). Também em muitas destas sondagens foram encontrados bons indícios de petróleo, sobretudo óleo. Foram ainda adquiridos cerca de 36000 km de sísmica convencional, dos quais cerca de 27600 no âmbito de campanhas de sísmica multi-cliente – cerca de 4600 km pela GSI em 1984 e cerca de 23000 km pela TGS-NOPEC de 1999 a 2002.

Na sequência do levantamento sísmico e gravimétrico no deep-offshore realizado pela TGS-NOPEC em 1999-2002, foi lançado, em 2002, o Concurso Público para Atribuição de Direitos de Prospecção, Pesquisa, Desenvolvimento e Produção de Petróleo no Deep-Offshore. O grupo formado pelas empresas  Repsol-YPF (Espanha) e  RWE-Dea (Alemanha) candidatou-se aos blocos 13 e 14, que foram adjudicados em 2005.

No final de 2006, apenas uma companhia operava em Portugal, Mohave Oil & Gas Corporation, detentora de 2 concessões no onshore da bacia Lusitânica. Na região de Alcobaça, a Mohave encontrou fortes indícios de gás em duas das sondagens realizada e, na região de Torres Vedras, tem realizado um conjunto de sondagens, com recuperação de óleo em fracturas e iniciou testes de produção. A empresa adquiriu ainda 760 km de sísmica no offshore e 224 km no onshore. Esta sísmica e estas sondagens já foram consideradas nos totais atrás referidos.

Em 2007 houve um significativo incremento na prospecção e pesquisa de petróleo em Portugal com a assinatura de 12 novos contratos de concessão:

– a 1 de Fevereiro de 2007, 3 contratos de concessão com as empresas  Hardman Resources Ltd.,  Petróleos  de Portugal – Petrogal S.A. e  Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation, em consórcio ( “Hardman / Galp /  Partex), para as áreas Lavagante, Santola e Gamba, no deep-offshore da bacia do Alentejo ( mapa).

Desde 25 de Março de 2010, por transmissão de posições contratuais, estas áreas são detidas pelas empresas  Petrobras International Braspetro B.V. e Petróleos de Portugal – Petrogal S.A., em consórcio (“Petrobras / Galp”);

 

  • a 18 de Maio de 2007, 4 contratos de concessão com as empresas Petrobras International Braspetro B.V., Petróleos de Portugal – Petrogal S.A. e Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation, em consórcio (“Petrobras / Galp / Partex”), para as áreas Camarão, Amêijoa, Mexilhão e Ostra, no deep-offshore da bacia de Peniche ( mapa) e

 

  • – a 3 de Agosto de 2007, 5 contratos de concessão com a empresa Mohave Oil & Gas Corporation, para as áreas Cabo Mondego-2, S. Pedro de Muel-2, Aljubarrota-3, Rio Maior-2 e Torres Vedras-3, no onshore e offshore da bacia Lusitânica ( mapa).

 

Em 2008 o consórcio Hardman / Galp / Partex realizou uma campanha sísmica 2D de 3.307 km na bacia do Alentejo ( mapa) de modo a complementar e apertar a malha da sísmica previamente adquirida na área – a campanha sísmica da TGS-NOPEC registada entre 2000-2002.

Ainda em 2008 o consórcio Petrobras / Galp / Partex realizou uma campanha sísmica 2D de 8.615 km na bacia de Peniche ( mapa) de modo a complementar e apertar a malha da sísmica previamente adquirida pela TGS-NOPEC, entre 2000-2002, nessa área.

A Mohave Oil & Gas Corporation prossegue o processo de aquisição, no onshore, de duas campanhas de sísmica 3D.

Contactos: Teresinha Abecasis; (Chefe da DPEP); email:  teresinha.abecassis@dgge.pt Telef.: +351 21 7969753

Virgilio Cabrita da Silva; (Consultor E&P); email: virgilio.cabritadasilva@dgge.pt Telef.: +351 21 7954871

Endereço

Divisão para a Pesquisa e Exploração de Petróleo; Avenida da República 45, 5º Esq., 1050-187 Lisboa Telef.: +351 21 795 4871

 

Fax:  +351 21 795 4926

D.G.E.G. / D.P.E.P. MAR E TERRA EXPLORADOS PARA PETROLEO OU GÁS EM PORTUGAL.

Big conference, spectacular setting

Conjugate Margins Are (Again) in the Spotlight

By SUSAN R. EATON, EXPLORER Correspondent

Foram feitas descobertas comerciais nas margem norte e central atlântica com interesse industrial nos estudos multi disciplinares das placas tectónicas, sistemas de petróleo e mapas de fontes de rocha. A segunda conferência da margem norte e central Atlântida – co patrocinada pela  AAPG e AAPG’s da região da Europa, entre outros – será no dia 29 de Setembro a 1 de Outubro em Lisboa, Portugal.

O estudo da Portugal’s estratigrafia de afloramento (conhecimento) e petróleos associados permite ter um melhor entendimento da bacia do sistema petrolífero, e ajuda a uma melhor compreensão do que se pode encontrar em deep offshore onde intensa exploração está a decorrer neste momento” diz Nuno Pimentel, membro da AAP.

Segundo Pimentel, um professor assistente de geologia da Universidade de Lisboa, diz que dezenas de poços foram escavados em terra encontraram em Portugal estruturas diapiric.

“ Entender a evolução das margens do norte e centro atlântico, é essencial para definir o sistema petroleiro e o potencial de gás e petróleo nas regiões promissoras” diz Pimentel.

“O potencial de Portugal em petróleo e gás está virtualmente inexplorado”, “No entanto, enfrentamos a Newfoundland e  Nova Scotia, então porque não?”

“ Esperamos que esta conferência ponha Portugal no mapa das bacias petrolíferas no Norte do Atlântico.

Lisboa 2010 irá promover um fórum internacional para investigadores e industrias partilharem conhecimentos geológicos focados no Atlântico centro e norte em secções dedicadas a 3 temas:

Evolução das margens do atlantico;

Sistemas petrolíferos atlânticos

Atlantic margins E&P

 

Cursos serão oferecidos por especialistas internacionais Octavian Catuneanu (Universidade de Alberta, Canada), que irão apresentar as suas aplicações de exploração e produção de petróleo, e  Mateus Esteban  (Carbonates International, Espanha), que irá apresentar uma aproximação de uma multi-scale para se entender reservas de carbonatos e produtos relacionados.

Jurassic Parkway?

 Michael Enachescu, falara no “Late Jurassic Source Rock Super Highway on Conjugate Margins of the

North and Central Atlantic (offshore costa do Canada, Irlanda, Portugal, Espanha e Marrocos.

Enachescu, membro da  AAPG, é o chefe de geofísica na  MGM Energy Corporation baseada em Alberta. Ele dedicou os últimos anos da sua carreira a melhorar o potencial de petróleo e gás na costa este do Canadá, á procura de poços onde as fontes estão preservadas.