Agua e alterações climáticas em Portugal

Relatórios sobre os efeitos das alterações climáticas em Portugal, projecto SIAM (www.siam.fe.ul.pt)

O crescimento económico dos estados membros mais pobres, de modo a aproximar o seu nível de desenvolvimento ao da média comunitária, é um objectivo estratégico da UE. Daí que seja razoável permitir que estes países possam aumentar as suas emissões.

Portugal neste quadro pode aumentar as suas emissões em 27%, o que significa um maior incremento, em termos de percentagem, de todos os países que subscreveram o tratado de Quioto. Em 2003 Portugal já tinha ultrapassado a sua cota; as emissões já iam a 35%. A produção de energia e os transportes são as principais fontes responsáveis por esta derrapagem. A estimativa do Programa nacional para as alterações climáticas (PNAC), revisto em 2006, diz que se nada for feito, Portugal chegará a 2010 com 39% a mais de emissões de gases do que em 1990. Evitar este falhanço vai depender da aplicação de uma série de medidas, algumas delas já em curso – como a introdução de gás natural e a aposta em fontes renováveis.

Outras menos imediatas como a reforma do imposto automóvel e eventualmente o preço do combustível.

Os planos de bacia em Portugal

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