Mohave Oil and Gas Corporation

Mohave Oil and Gas Corporation, a wholly-owned sub of  Porto Energy Corp [TSX-V (PEC)], owns five concessions covering 1.4 million acres (1 acre = 0, 404 hectares) in Portugal.

 Porto Energy Corp. é uma companhia internacional de gás e petróleo decidida a explorar crude de petróleo e gás em Portugal, incluindo a avaliação da descoberta de gás. Através de sua subsidiária, Mohave Oil and Gas Coporatiorn (uma corporação do Texas com escritórios em Portugal) a companhia detêm interesses em 5 concessões na Portugal´s Lusitania basin, totalizando 5,844 km2.  Através dos seus esforços para exploração até hoje a companhia identificou 7 grandes “exploration trends” (tendência para exploração. durante as suas concessões e gerou mais de 45 prospecções.

 Mohave Oil and Gas Corporation

Moradas: 11000 Richmond Ave, Ste 585, Houston Texas, 77042,USA e Praça do Príncipe Real, 11 R/C.B Código postal 1250 – 184 Lisboa tel: 213461385

Mohave Oil and Gas Corporation, a wholly-owned sub of  Porto Energy Corp [TSX-V (PEC)], owns five concessions covering 1.4 million acres (1 acre = 4,046.8564224 m2) in Portugal.

Porto Energy Corp. é uma companhia internacional de gás e petróleo decidida a explorar  crude de petróleo e gás em Portugal, incluindo a avaliação da descoberta de gás. Através de sua subsidiária, Mohave Oil and Gas Coporatiorn (uma corporação do Texas com escritórios em Portugal) a companhia detêm interesses em 5 concessões na  Portugal´s Lusitania basin, totalizando 5,844 km2. Através dos seus esforços para exploração até hoje a companhia identificou 7 grandes “exploration trends” (tendência para exploração. durante as suas concessões e gerou mais de 45 prospecções.

WELCOME

 http://www.youtube.com/watch?v=8CipAL9_QrY

Energy visit http://www.portoenergy.com.

 

A Porto Energy Corp. Tem virtualmente 100% dos interesses em 5 concessões localizadas em 6,000km2 de terra em Portugal Lusitania bacin. A empresa descobriu até hoje 2 sistemas de hidrocarbonetos. Através de técnicas modernas de exploração e técnicas desenvolvidas nunca usadas em Portugal, uma equipa de manutenção experiente, e estruturas estáveis de gás e petróleo e a Porto Energy esta bem colocada para se tornar uma companhia de produção de gás e petróleo na UE.

CONCESSÕES

Rio Maior – 2

2 Concessões foram garantidas em Agosto de 2007 e cobre aproximadamente 314,812 net acres. A área contêm 3 “trends” (tendência para petróleo), mas a empresa está a utilizar o 2-D de pesquisa para identificar locais para programas de trabalho futuros.

São Pedro de Moel – 2

Agosto de 2007 cobre aproximadamente 251,059 net acres. Mais de 90% desta concessão fica off-shore em águas relativamente baixas menos de 75 metros. Esta concessão contêm 3 trends e 4 perspectivas bem definidos. A empresa encomendou 1000km2 3-D seismic (vigilância) sobre as áreas de perspectiva. A companhia irá utilizar os dados sísmico para oportunidades com baixo risco.

Cabo Mondego – 2

Agosto de 2007 cobre aproximadamente 272,557 net acres. Aproximadamente 30% da área fica off shore e fica em águas menos fundas que os 75 metros.

Torres Vedras – 3

Agosto de 2007- área aproximadamente com 305, 738 net acres. Reservatórios abaixo dos 400 metros (área alvo). Contem 3 possibilidade e 39 perspectivas. Iremos nos focar num onshore no recife Jurassic onde o principal produto é petróleo. Uma observação 3 –D em 80km2 foi completada e pretendemos instalar poços de exploração.

A empresa acredita que existe mais potencial de se repetirem as descobertas.

Aljubarrota – 3

Agosto de 2007 uma área de 299,986 net acres. Contem 4 locais possíveis e 11 perspectivas . A empresa acabou uma observação 3-D seismic para avaliar O Gás de Aljubarrota e explorar prespectivas Rhodochosite, ambos contem gás natural como a principal fonte de hidrocarbonetos.

A descoberta do Gás foi possível devido a observações sísmicas

 The Aljubarrota Gas Discovery Prospect was defined using 2-D seismic surveys as well as data acquired from four wells that were drilled between 1999 and 2005. A 160 km² 3-D seismic survey was recently completed and the Company intends to re-enter the Alj-4 to collect engineering and geologic data for a future horizontal development.

The sub-salt Rhodochrosite Prospect was identified based on data from wells that were previously drilled in addition to data acquired from 2-D seismic surveys which were performed in 1981 and 1996. To better identify target areas, a new 3-D seismic survey will be utilized to drill the exploration well.

A companhia canadiana Mohave Oil & Gas, que se encontra na região oeste há vários anos atrás de Petróleo, aponta 2011 como o ano do início da exploração.

O início da exploração de petróleo na região Oeste chegou a ser avançada para este ano, mas remetida para 2011.

Segundo  Joe Berardo, parceiro da companhia canadiana, em declarações ao Correio da Manhã, na origem deste atraso esteve a necessidade de adaptar a “ tecnologia de poços direccionais e horizontais, que deverão ser instalados numa primeira fase nos concelhos de Alcobaça e Torres Vedras.

Ainda de acordo com o empresário, está confirmada a existência de “petróleo em Portugal”, faltando, nesta altura, “encontrar a solução mais económica para o extrair”.

As estimativas da Mohave Oil & Gas apontam a existência de reservas de 500 milhões de barris (159 litros cada) barril de crude no subsolo português, valor que responderia às necessidades do País ao longo de cinco anos. O valor destas reservas está estimado entre os mil milhões de euros e os 35 mil milhões de euros.

A empresa previa, numa primeira calendarização avançada, que a perfuração dos primeiros poços, em Aljubarrota (Alcobaça) e em Torres Vedras, começasse em Maio.

A Mohave está em Portugal desde 1993. Já investiu mais de 40 milhões de euros na prospecção de petróleo e de gás. As quatro concessões que a empresa detém vigoram até 2015.

 

A Pesquisa de Petróleo em Portugal

EM RESUMO …

Apesar de alguns trabalhos de pesquisa terem sido realizados ( mapa) ao longo dos anos nas bacias sedimentares portuguesas, pode considerar-se que estas se encontram subavaliadas. Mesmo a bacia Lusitânica, a mais pesquisada das bacias portuguesas, com uma densidade de sondagens da ordem de 2,4 por 1000 km2, é disso um bom exemplo.

Os resultados das sondagens foram muitas vezes encorajadores e não existem dúvidas da presença – pelo menos em algumas das bacias – de todos os componentes (rochas mãe maduras, reservatórios selados e armadilhas) necessários a potenciais acumulações económicas de petróleo. Contudo, ainda não existe produção em Portugal.

As bacias “tradicionais” (Porto, Lusitânica e Algarve) continuam a estimular a pesquisa com a procura de novos objectivos que permitam obter descobertas comerciais, como é comprovado pelo continuado interesse das companhias que continuam a achar que vale a pena investir na pesquisa em Portugal.

As áreas de fronteira – as bacias mais profundas e exteriores para Oeste e Sul da plataforma continental – apresentam novas oportunidades de pesquisa, particularmente tendo em conta os termos contratuais e um regime fiscal muito favoráveis.

HISTÓRIA DA PESQUISA

As primeiras sondagens de pesquisa foram efectuadas no início do século passado. Estas eram, na maioria, pouco profundas e localizadas junto a ocorrência de rochas impregnadas por petróleo à superfície (seeps), no onshore, Norte e Sul da bacia Lusitânica.

 Em 1938 foi emitido um alvará de concessão para pesquisa de petróleo e substâncias betuminosas, abrangendo as bacias Lusitânica e do Algarve. Por várias vezes houve transmissão dos direitos desta concessão, que se manteve activa até 1968.

Durante o período de vigência da concessão foram adquiridos, no onshore da bacia Lusitânica, cerca de 3264 km de sísmica de reflexão, na maioria mono-canal, levantamentos de gravimetria e um pequeno levantamento magnético perto de Lisboa.

Nesta bacia foram ainda efectuadas 78 sondagens de pesquisa, das quais apenas 33 atingiram profundidades superiores a 500 m. Muitas destas sondagens apresentaram fortes indícios de petróleo e algumas atingiram produção sub-comercial. Durante este período, na bacia do Algarve, apenas foram efectuados levantamentos de gravimetria.

Depois do abandono desta concessão, sob nova legislação de petróleo, as áreas de prospecção e pesquisa, onshore e offshore, foram divididas em blocos, tendo por base uma malha regular e postos a concurso internacional. Do concurso resultou a assinatura de 30 contratos para áreas no offshore, em 1973 e 1974. O último destes contratos terminou em 1979. Durante este período foram realizados cerca de 21237 km de levantamentos sísmicos de reflexão multi-canal, gravimétricos e magnéticos. Para além destes levantamentos foram efectuadas 22 sondagens, 5 das quais na bacia do Porto, 14 na bacia Lusitânica e 3 na bacia do Algarve. Todas as sondagens foram fechadas e abandonadas, embora algumas tenham apresentado muito bons indícios de petróleo e duas delas,  Moreia-1 e  14 A-1, produziram pequenas quantidades de óleo em teste com broca.

Depois de 1979, a pesquisa abrandou consideravelmente no offshore. Todavia, em 1978 ressurge o interesse pelo onshore. Assim, de 1978 a 2004, foram atribuídas 39 áreas, das quais 23 concessões no onshore da bacia Lusitânica (duas destas abrangem lotes no onshore e no offshore), 15 concessões no offshore (11 na bacia do Porto, 3 na bacia do Algarve e 1 na bacia Lusitânica) e 1 licença de avaliação prévia no deep-offshore da bacia do Algarve. Durante este período foram efectuadas 28 sondagens, das quais 23 no onshore da bacia Lusitânica e 5 no offshore (3 na bacia do Porto e 2 na bacia do Algarve). Também em muitas destas sondagens foram encontrados bons indícios de petróleo, sobretudo óleo. Foram ainda adquiridos cerca de 36000 km de sísmica convencional, dos quais cerca de 27600 no âmbito de campanhas de sísmica multi-cliente – cerca de 4600 km pela GSI em 1984 e cerca de 23000 km pela TGS-NOPEC de 1999 a 2002.

Na sequência do levantamento sísmico e gravimétrico no deep-offshore realizado pela TGS-NOPEC em 1999-2002, foi lançado, em 2002, o Concurso Público para Atribuição de Direitos de Prospecção, Pesquisa, Desenvolvimento e Produção de Petróleo no Deep-Offshore. O grupo formado pelas empresas  Repsol-YPF (Espanha) e  RWE-Dea (Alemanha) candidatou-se aos blocos 13 e 14, que foram adjudicados em 2005.

No final de 2006, apenas uma companhia operava em Portugal, Mohave Oil & Gas Corporation, detentora de 2 concessões no onshore da bacia Lusitânica. Na região de Alcobaça, a Mohave encontrou fortes indícios de gás em duas das sondagens realizada e, na região de Torres Vedras, tem realizado um conjunto de sondagens, com recuperação de óleo em fracturas e iniciou testes de produção. A empresa adquiriu ainda 760 km de sísmica no offshore e 224 km no onshore. Esta sísmica e estas sondagens já foram consideradas nos totais atrás referidos.

Em 2007 houve um significativo incremento na prospecção e pesquisa de petróleo em Portugal com a assinatura de 12 novos contratos de concessão:

– a 1 de Fevereiro de 2007, 3 contratos de concessão com as empresas  Hardman Resources Ltd.,  Petróleos  de Portugal – Petrogal S.A. e  Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation, em consórcio ( “Hardman / Galp /  Partex), para as áreas Lavagante, Santola e Gamba, no deep-offshore da bacia do Alentejo ( mapa).

Desde 25 de Março de 2010, por transmissão de posições contratuais, estas áreas são detidas pelas empresas  Petrobras International Braspetro B.V. e Petróleos de Portugal – Petrogal S.A., em consórcio (“Petrobras / Galp”);

 

  • a 18 de Maio de 2007, 4 contratos de concessão com as empresas Petrobras International Braspetro B.V., Petróleos de Portugal – Petrogal S.A. e Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation, em consórcio (“Petrobras / Galp / Partex”), para as áreas Camarão, Amêijoa, Mexilhão e Ostra, no deep-offshore da bacia de Peniche ( mapa) e

 

  • – a 3 de Agosto de 2007, 5 contratos de concessão com a empresa Mohave Oil & Gas Corporation, para as áreas Cabo Mondego-2, S. Pedro de Muel-2, Aljubarrota-3, Rio Maior-2 e Torres Vedras-3, no onshore e offshore da bacia Lusitânica ( mapa).

 

Em 2008 o consórcio Hardman / Galp / Partex realizou uma campanha sísmica 2D de 3.307 km na bacia do Alentejo ( mapa) de modo a complementar e apertar a malha da sísmica previamente adquirida na área – a campanha sísmica da TGS-NOPEC registada entre 2000-2002.

Ainda em 2008 o consórcio Petrobras / Galp / Partex realizou uma campanha sísmica 2D de 8.615 km na bacia de Peniche ( mapa) de modo a complementar e apertar a malha da sísmica previamente adquirida pela TGS-NOPEC, entre 2000-2002, nessa área.

A Mohave Oil & Gas Corporation prossegue o processo de aquisição, no onshore, de duas campanhas de sísmica 3D.

Contactos: Teresinha Abecasis; (Chefe da DPEP); email:  teresinha.abecassis@dgge.pt Telef.: +351 21 7969753

Virgilio Cabrita da Silva; (Consultor E&P); email: virgilio.cabritadasilva@dgge.pt Telef.: +351 21 7954871

Endereço

Divisão para a Pesquisa e Exploração de Petróleo; Avenida da República 45, 5º Esq., 1050-187 Lisboa Telef.: +351 21 795 4871

 

Fax:  +351 21 795 4926

D.G.E.G. / D.P.E.P. MAR E TERRA EXPLORADOS PARA PETROLEO OU GÁS EM PORTUGAL.

Big conference, spectacular setting

Conjugate Margins Are (Again) in the Spotlight

By SUSAN R. EATON, EXPLORER Correspondent

Foram feitas descobertas comerciais nas margem norte e central atlântica com interesse industrial nos estudos multi disciplinares das placas tectónicas, sistemas de petróleo e mapas de fontes de rocha. A segunda conferência da margem norte e central Atlântida – co patrocinada pela  AAPG e AAPG’s da região da Europa, entre outros – será no dia 29 de Setembro a 1 de Outubro em Lisboa, Portugal.

O estudo da Portugal’s estratigrafia de afloramento (conhecimento) e petróleos associados permite ter um melhor entendimento da bacia do sistema petrolífero, e ajuda a uma melhor compreensão do que se pode encontrar em deep offshore onde intensa exploração está a decorrer neste momento” diz Nuno Pimentel, membro da AAP.

Segundo Pimentel, um professor assistente de geologia da Universidade de Lisboa, diz que dezenas de poços foram escavados em terra encontraram em Portugal estruturas diapiric.

“ Entender a evolução das margens do norte e centro atlântico, é essencial para definir o sistema petroleiro e o potencial de gás e petróleo nas regiões promissoras” diz Pimentel.

“O potencial de Portugal em petróleo e gás está virtualmente inexplorado”, “No entanto, enfrentamos a Newfoundland e  Nova Scotia, então porque não?”

“ Esperamos que esta conferência ponha Portugal no mapa das bacias petrolíferas no Norte do Atlântico.

Lisboa 2010 irá promover um fórum internacional para investigadores e industrias partilharem conhecimentos geológicos focados no Atlântico centro e norte em secções dedicadas a 3 temas:

Evolução das margens do atlantico;

Sistemas petrolíferos atlânticos

Atlantic margins E&P

 

Cursos serão oferecidos por especialistas internacionais Octavian Catuneanu (Universidade de Alberta, Canada), que irão apresentar as suas aplicações de exploração e produção de petróleo, e  Mateus Esteban  (Carbonates International, Espanha), que irá apresentar uma aproximação de uma multi-scale para se entender reservas de carbonatos e produtos relacionados.

Jurassic Parkway?

 Michael Enachescu, falara no “Late Jurassic Source Rock Super Highway on Conjugate Margins of the

North and Central Atlantic (offshore costa do Canada, Irlanda, Portugal, Espanha e Marrocos.

Enachescu, membro da  AAPG, é o chefe de geofísica na  MGM Energy Corporation baseada em Alberta. Ele dedicou os últimos anos da sua carreira a melhorar o potencial de petróleo e gás na costa este do Canadá, á procura de poços onde as fontes estão preservadas.

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